quarta-feira, 2 de setembro de 2026
ILHA DE ITAMARACÁ E O BAIRRO DE SANTO AMARO NO RECIFE FIZERAM PARTE DA AGENDA POLÍTICA DA DEPUTADA DÉBORA ALMEIDA
DIOGO MORAES CUMPRE AGENDA INTENSA EM MUNICÍPIOS DO AGRESTE E SERTÃO
Na sexta-feira, Diogo esteve em Tuparetama, onde participou da inauguração do comitê de campanha no município. A agenda contou com a presença dos vereadores Tanta Salles, Priscila Filó e Valmir Tunu, além de lideranças e apoiadores que acompanharam o momento.
No sábado, o deputado iniciou o dia em São José do Egito, participando de uma visita à feira livre e de entrevista em uma rádio local. Na ocasião, esteve ao lado do ex-prefeito Evandro Valadares e do deputado federal Lucas Ramos, fortalecendo o diálogo com a população e com lideranças políticas da região.
Ainda no sábado, à noite, Diogo retornou a Santa Cruz do Capibaribe, onde visitou a Expogana. O momento foi acompanhado pelos vereadores Deomedes Brito e Nanau Marques e pelo ex-prefeito Toinho do Pará. A passagem pelo evento também foi marcada pelo contato com a população e pelo diálogo com representantes de diferentes segmentos do município.
Já no domingo, o deputado esteve em Ingazeira, onde participou de um adesivaço e de uma carreata com destino ao distrito de Santa Rosa. A mobilização contou com a participação do prefeito Luciano Torres, do deputado federal Lucas Ramos e de todo o time político que apoia o projeto no município.
Encerrando o fim de semana, Diogo Moraes participou, no domingo à noite, das festividades de São Agostinho, em uma agenda de caráter religioso. “Foi um fim de semana muito importante, de muita caminhada, diálogo e reencontro com o nosso povo. Estivemos no Agreste e no Sertão, participando de momentos políticos, institucionais e também de fé. É essa presença junto às pessoas, ouvindo as demandas e acompanhando de perto a realidade de cada município, que fortalece o nosso compromisso com Pernambuco”, destacou Diogo Moraes.
Ao longo das agendas, o deputado esteve acompanhado de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças políticas e apoiadores, reafirmando a articulação regional e a construção de um projeto político com presença em diferentes regiões do Estado.
CAMINHADA REÚNE EDUARDO DA FONTE, RAQUEL LYRA E O PREFEITO DE MORENO, EDMILSON CUPERTINO, EM GRANDE MOBILIZAÇÃO
MENDONÇA PEDE SESSÃO DO STF PARA ANALISAR TROCA DE MENSAGENS ENTRE ALEXANDRE DE MORAES E DANIEL VORCARO
RAQUEL É RECEBIDA POR MULTIDÃO EM JABOATÃO DOS GUARARAPES E DESTACA AVANÇOS NO MUNICÍPIO
Em Jaboatão Centro, no município de Jaboatão dos Guararapes, uma multidão foi às ruas, nesta terça-feira (1°), para receber a governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD). Acompanhada da sua vice na chapa, Priscila Krause, e dos candidatos ao senado, Túlio Gadêlha (PSD) e Eduardo da Fonte (PP), Raquel realizou uma caminhada percorrendo as ruas do comércio, cumprimentou trabalhadores e moradores, entrou em lojas e conversou diretamente com a população. Durante a agenda, ela destacou os investimentos já realizados na cidade, reforçando o compromisso de continuar avançando nos próximos quatro anos.
Entre as ações citadas, estão a retomada das obras da Barragem Engenho Pereira, a entrega da obra de contenção de encostas de Jardim Monte Verde, duas creches, além de asfalto e outras intervenções em andamento. “Os próximos quatro anos serão os melhores anos da história de Jaboatão e os melhores anos da história de Pernambuco. Eu estou pronta para continuar liderando esse Estado”, declarou.
Acompanhando a agenda, a candidata a deputada estadual e presidente do PSD Mulher em Jaboatão dos Guararapes, Andréa Medeiros destacou a importância da presença de Raquel no município. “É um sentimento de orgulho e de alegria receber a governadora Raquel Lyra, uma mulher tão comprometida com Jaboatão, que conhece a nossa cidade e tem ajudado tanto o nosso povo”, enfatizou Andréa.
Estiveram ao lado de Raquel o prefeito do município, Mano Medeiros; o deputado federal e candidato à reeleição, Guilherme Uchoa Jr (PSD); os deputados estaduais e candidatos à reeleição, Nino de Enoque (PL) e Pastor Cleiton Collins (PP); os candidatos a deputado federal, Juliana Gouveia (PSD) e Missionária Michele Collins (PP); os candidatos a deputado estadual, Ni do Badoque (PSD), Tarcísio Reis (PP), Galo Cego (PSD), além do vereador do Recife, Alef Collins.
Fotos: Beto Figueiroa
DANIEL COELHO REBATE CRÍTICAS DE ROMERO ALBUQUERQUE E NEGA VÍNCULO PROFISSIONAL COM AMISADAI
Dados do Diário Oficial do Estado comprovam a inexistência de relação com Amisadai, que foi nomeado mais de cinco meses após a exoneração de Daniel
O candidato a deputado federal Daniel Coelho (PSD) rebateu o que classificou como ilações infundadas, do deputado estadual Romero Albuquerque (PSB) e negou ter mantido relação de trabalho com Amisadai Andrade. A manifestação ocorreu após Romero apontar uma possível ligação entre Daniel e Amisadai por causa de publicação de cartazes anônimos ofensivos contra a governadora Raquel Lyra.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Daniel Coelho afirmou que Amisadai não integrou sua equipe durante o período em que comandou a Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco. Segundo dados do Diário Oficial do Estado, Daniel Coelho deixou o comando da secretaria em 6 de junho de 2024, enquanto Amisadai Andrade foi nomeado apenas em 12 de novembro daquele ano, mais de cinco meses após a saída do ex-secretário.
Diante da diferença entre as datas, Daniel classificou as críticas como infundadas e defendeu que o debate político seja conduzido com responsabilidade e baseado na apuração dos fatos. “Não posso admitir uma situação como essa. Saí da secretaria em junho, e Amisadai foi nomeado somente em novembro. Eu trabalhava na iniciativa privada. É preciso ter responsabilidade com a verdade”, afirmou.
EM GRANDE CAMINHADA EM MORENO, RAQUEL DESTACA O MAIOR INVESTIMENTO DA HISTÓRIA DA CIDADE
“Esse é o governo que mais investiu em Moreno na sua história. É o Arco Metropolitano virando realidade, nova Escola Técnica Estadual em andamento, creche sendo construída, asfalto na cidade. Nós estamos aqui para celebrar as conquistas dessa cidade e o que vem pela frente. Esse time está pronto, vamos com amor no coração entregar ação e trabalho”, destacou Raquel.
Em Moreno, a gestão de Raquel já entregou 13 ônibus escolares, uma cozinha comunitária, um Centro de Referência da Mulher, além da construção de uma creche e de uma Escola Técnica Estadual, e a autorização para as obras da tão aguardada há décadas Barragem de Engenho Pereira.
Acompanharam a caminhada os deputados estaduais e candidatos à reeleição, Romero Sales Filho e Nino de Enoque; os candidatos a deputado estadual, Thierry Cupertino, Ni do Badoque, Chef Negra Linda e Galo Cego; a ex-prefeita de Ipojuca e candidata à deputada federal, Célia Sales; e os prefeitos de Moreno, Edmilson Cupertino, e de Camaragibe, Diego Cabral.
Fotos: Janaína Pepeu
POLO DE CONFECÇÕES DO AGRESTE CHEGA AO CENTRO DA DISPUTA EM BRASÍLIA; FELIPE CARRERAS E HELINHO ARAGÃO PRESSIONAM GOVERNO POR PROTEÇÃO AO SETOR
Reunião com ministro do Desenvolvimento acontece em meio à queda de braço no Congresso sobre a “taxa das blusinhas”, importações e custos dos insumos usados pela indústria têxtil
O Polo de Confecções do Agreste pernambucano ganhou espaço na agenda econômica de Brasília justamente no momento em que o Congresso Nacional trava uma das discussões mais delicadas para o setor produtivo brasileiro.Nesta terça-feira (1º), o deputado federal Felipe Carreras e o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Helinho Aragão, estiveram com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, para colocar na mesa as preocupações de quem fabrica, vende e movimenta um dos maiores polos de moda do país.
E a pauta não poderia ser mais sensível.
No encontro, foram discutidos os possíveis impactos da Medida Provisória 1.357/2026, que zerou o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, além da discussão sobre medidas antidumping e da possibilidade de aumento da alíquota de importação de produtos de poliéster, matéria-prima fundamental para a cadeia produtiva da região.
A discussão ocorre em uma semana decisiva. A MP conhecida como “taxa das blusinhas” precisa ser apreciada pelo Congresso até 8 de setembro. A comissão mista que analisa a proposta ainda busca um acordo sobre o texto final.
Ou seja: enquanto Brasília discute números, alíquotas e regras de comércio exterior, o Agreste está tentando mostrar o que essas decisões significam na prática.
UMA DISPUTA QUE CHEGA AO CHÃO DA FÁBRICA
A chamada “taxa das blusinhas” foi criada em 2024 com uma cobrança de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50. Em maio deste ano, o presidente Lula editou uma nova medida provisória zerando o Imposto de Importação nessa faixa.
O problema, para os produtores nacionais, é a diferença de condições entre quem fabrica no Brasil e quem compra produtos diretamente de plataformas estrangeiras.
É exatamente nesse ponto que entra a preocupação apresentada por Felipe Carreras e Helinho Aragão.
O Polo de Confecções não é apenas um conjunto de fábricas. É uma gigantesca cadeia econômica que envolve produtores, facções, comerciantes, transportadores, fornecedores de tecido, vendedores, feirantes e milhares de trabalhadores.
Santa Cruz do Capibaribe está no centro dessa engrenagem e, por isso, a participação de Helinho Aragão na agenda dá uma dimensão municipal e regional à discussão.
O POLIÉSTER VIROU OUTRO PONTO DE ALERTA
Além da MP, outro assunto que preocupa o setor é a possibilidade de aumento da alíquota de importação sobre produtos de poliéster.
Para o Polo, esse não é um detalhe burocrático. É custo de produção.
Qualquer aumento no preço de um insumo essencial tende a chegar à ponta da cadeia e pressionar o preço final das peças produzidas no Agreste.
Em um mercado extremamente competitivo, a conta é simples: se o produtor nacional fica mais caro enquanto o produto importado entra com preços menores, a diferença pode acabar sendo paga por quem fabrica e gera emprego no Brasil.
É justamente essa equação que Carreras e Helinho levaram ao ministro.
ANTIDUMPING: OUTRA FRENTE DE BATALHA
A defesa pela não aplicação de medidas antidumping também entrou na pauta.
O debate é sensível porque o antidumping é utilizado como instrumento de defesa comercial quando o governo identifica práticas de comércio consideradas prejudiciais à indústria nacional.
Para o Polo de Confecções, entretanto, qualquer mudança nas regras de importação precisa ser analisada levando em conta a realidade específica da cadeia produtiva pernambucana.
A preocupação é evitar que uma decisão tomada em Brasília, com uma visão geral da indústria brasileira, acabe produzindo efeitos negativos justamente sobre uma região que construiu sua economia em torno da produção e comercialização de roupas.
BRASÍLIA DISCUTE A “BLUSINHA”, O AGRESTE DISCUTE EMPREGO
A dimensão política da reunião também merece atenção.
A MP das blusinhas entrou numa verdadeira queda de braço no Congresso. O texto que zerou o imposto para compras de até US$ 50 ainda está em negociação, e a comissão mista voltou a adiar a apresentação definitiva do relatório em busca de um acordo.
Do outro lado, representantes da indústria alertam para os possíveis impactos da concorrência internacional.
A Confederação Nacional da Indústria estima que o fim da cobrança pode colocar em risco 109 mil empregos e provocar perdas de R$ 21,8 bilhões para a indústria brasileira.
Os números dão uma dimensão nacional ao problema, mas no Agreste a discussão ganha rosto e endereço.
É o pequeno fabricante que precisa comprar tecido.
É a costureira que depende da produção.
É o comerciante que precisa vender.
É o transportador que leva a mercadoria.
É o feirante que depende do movimento.
É uma cadeia inteira que não pode simplesmente apertar um botão e mudar sua estrutura de produção.
FELIPE CARRERAS ASSUME O PAPEL DE INTERLOCUTOR
Na reunião, Felipe Carreras procurou apresentar ao Governo Federal a realidade de quem produz e gera renda no Agreste.
“Como deputado federal de Santa Cruz do Capibaribe, viemos colocar a realidade de quem produz na mesa”, afirmou o parlamentar, destacando que o Polo gera emprego, renda e oportunidades para milhares de famílias.
A movimentação reforça a tentativa do deputado de ocupar um espaço de interlocução entre Brasília e um setor que possui enorme importância econômica para Pernambuco.
Ao lado de Helinho Aragão, Carreras também transforma a discussão em uma pauta regional.
E isso tem peso político.
Porque quando o assunto é o Polo de Confecções, não se fala apenas de Santa Cruz do Capibaribe. A discussão alcança Toritama, Caruaru e diversos outros municípios do Agreste que dependem direta ou indiretamente da cadeia da moda.
HELINHO LEVA SANTA CRUZ PARA O DEBATE NACIONAL
Para Helinho Aragão, participar da agenda significa levar diretamente a Brasília as preocupações de uma cidade cuja economia está profundamente ligada ao setor de confecções.
Santa Cruz não quer assistir de longe às decisões tomadas em Brasília.
Quer participar delas.
E o recado levado ao ministro é justamente esse: qualquer mudança nas regras de importação precisa considerar quem produz dentro do Brasil e, principalmente, quem construiu sua atividade econômica enfrentando diariamente a concorrência externa.
A CONTA PODE CHEGAR AO AGRESTE
O debate ainda está longe de terminar.
A comissão mista que analisa a MP continua tentando construir um acordo, enquanto o prazo de 8 de setembro se aproxima. O texto prevê a possibilidade de zerar a alíquota para compras de até US$ 50 e estabelecer uma tributação de até 30% para remessas de até US$ 3 mil, dependendo das regras aprovadas.
Para os consumidores, a discussão envolve preço.
Para o Governo Federal, envolve arrecadação e política econômica.
Para a indústria, envolve competitividade.
E para o Agreste pernambucano, envolve algo ainda mais concreto: emprego e renda.
Foi por isso que Felipe Carreras e Helinho Aragão foram a Brasília.
Porque, no fim das contas, enquanto os deputados discutem a MP, os ministros analisam as alíquotas e as plataformas estrangeiras vendem milhões de produtos, existe uma pergunta que interessa diretamente ao Polo:
quem vai pagar a conta quando a concorrência apertar ainda mais?
E o Agreste quer garantir que essa conta não caia justamente sobre quem produz, trabalha e movimenta a economia de Pernambuco.