quinta-feira, 24 de setembro de 2026
RAQUEL ARRASTA ONDA ROXA DURANTE CAMINHADA EM PRAZERES E NO JORDÃO
RAQUEL LYRA INCLUI PROJETO DAS CASAS AZUIS DE EDUARDO DA FONTE EM SEU PLANO DE GOVERNO
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
PERNAMBUCO LIDERA CRESCIMENTO DA ATIVIDADE ECONÔMICA NO BRASIL EM 2026
CENÁRIO DE APROVAÇÃO E DE ESPONTÂNEA ALIMENTA SENTIMENTO DE VITÓRIA NO CAMPO DE RAQUEL
QUAEST MOSTRA RAQUEL COM 41% E JOÃO CAMPOS COM 39%, MAS ESPONTÂNEA, APROVAÇÃO DO GOVERNO E DESEJO DE CONTINUIDADE DÃO NOVOS ELEMENTOS À DISPUTA EM PERNAMBUCO
A nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23) colocou mais combustível na disputa pelo Governo de Pernambuco. Na fotografia estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece com 41% das intenções de voto, contra 39% de João Campos (PSB). A diferença de dois pontos está dentro da margem de erro de três pontos percentuais, caracterizando empate técnico.
Mas os números que chamam a atenção do grupo político da governadora não estão apenas no cenário estimulado. A pesquisa mostra uma combinação de liderança numérica, vantagem na pesquisa espontânea, aprovação administrativa e maioria favorável à continuidade do governo, elementos que ajudam a explicar o ambiente de confiança existente no entorno da candidatura de Raquel.
Na pesquisa espontânea, considerada um dos termômetros para medir o grau de lembrança dos candidatos porque os entrevistados não recebem uma lista com os nomes, Raquel aparece com 32%, enquanto João Campos registra 25%. Renan Hallais tem 1% e os demais candidatos não alcançaram pontuação. Ainda há 38% de indecisos nesse cenário. (TMC)
O dado chama atenção porque, mesmo sem a apresentação dos nomes, Raquel permanece à frente. Na rodada anterior da Quaest, divulgada em 8 de setembro, a governadora tinha 33% na espontânea e João Campos aparecia com 24%. Ou seja, Raquel oscilou um ponto para baixo, enquanto João avançou um ponto. Ao mesmo tempo, o número de eleitores que não apontaram espontaneamente um candidato caiu de 40% para 38%.
É justamente nesse ponto que a leitura política ganha força. A governadora mantém uma vantagem de sete pontos na lembrança espontânea, enquanto, no cenário estimulado, a distância é de apenas dois pontos.
Outro número relevante aparece na avaliação da administração estadual. Segundo a pesquisa, 61% dos entrevistados aprovam o governo Raquel Lyra, enquanto 27% desaprovam e 12% não souberam ou não responderam. A avaliação positiva da gestão chega a 47%, enquanto 34% consideram o governo regular e 13% fazem uma avaliação negativa. (JovemCap Fm)
Mais diretamente ligado à eleição, 63% afirmam que Raquel merece um novo mandato, contra 32% que dizem que ela não merece e 5% que não souberam responder. O resultado coloca a discussão sobre continuidade administrativa no centro da disputa.
Esse dado ajuda a entender por que o resultado da pesquisa estimulada não pode ser analisado isoladamente. Embora Raquel e João estejam tecnicamente empatados no primeiro turno, existe uma parcela expressiva do eleitorado que avalia positivamente a atual administração e afirma ser favorável à permanência da governadora no Palácio do Campo das Princesas.
A evolução dos números também mostra como a eleição vem se estreitando. Em 25 de agosto, a Quaest registrava Raquel com 44% e João Campos com 36%. Na rodada de 8 de setembro, a governadora aparecia com 43% e o socialista com 37%. Agora, Raquel tem 41% e João chega a 39%. A vantagem, portanto, caiu de oito para seis e depois para dois pontos percentuais.
Isso significa que o cenário está mais apertado do que estava algumas semanas atrás. Ao mesmo tempo, a pesquisa não mostra uma virada de posições: Raquel continua numericamente à frente, enquanto João se aproximou.
A Quaest também testou um eventual segundo turno entre os dois principais nomes. Nesse cenário, Raquel aparece com 43% e João Campos com 41%, também dentro da margem de erro. Na pesquisa anterior, a governadora tinha 45% contra 39% do adversário.
Outro dado importante para entender o momento eleitoral é o grau de definição do voto. 79% dos entrevistados afirmam que sua escolha é definitiva, enquanto 20% dizem que ainda podem mudar de candidato até a eleição. Na pesquisa anterior, 76% consideravam a escolha definitiva e 23% admitiam possibilidade de mudança.
A eleição, portanto, entra na reta final com uma parcela majoritária do eleitorado dizendo já ter uma decisão consolidada, mas ainda existe espaço para movimentações entre os candidatos.
No campo de Raquel, a combinação dos números produz uma leitura naturalmente positiva: a governadora aparece numericamente na frente no primeiro turno, lidera a espontânea, tem 61% de aprovação administrativa e 63% dos entrevistados dizem que ela merece um segundo mandato.
É importante, porém, separar o sentimento político do resultado estatístico. A pesquisa não aponta vitória garantida para nenhum dos candidatos. A diferença de dois pontos no cenário estimulado está dentro da margem de erro de três pontos, e o segundo turno também apresenta empate técnico.
O que os números efetivamente mostram é uma eleição aberta e concentrada nos dois principais nomes, com Raquel mantendo a primeira colocação numérica na pesquisa e João Campos reduzindo a distância registrada nas rodadas anteriores.
A espontânea, por sua vez, acrescenta uma informação relevante à fotografia eleitoral. Quando os nomes não são apresentados, Raquel é lembrada por 32% dos entrevistados, contra 25% de João. A vantagem de sete pontos nesse indicador contrasta com os dois pontos do cenário estimulado e mostra que a governadora possui, neste momento, uma presença maior na lembrança espontânea do eleitorado pesquisado.
Para uma campanha que busca consolidar a ideia de continuidade, os números de aprovação também ganham importância. A maioria que aprova a administração e os 63% que consideram que Raquel merece mais um mandato formam um ambiente favorável à narrativa de manutenção do projeto administrativo.
Do outro lado, João Campos chega à reta final tendo reduzido a diferença para a governadora nas últimas duas rodadas da Quaest. O crescimento de 37% para 39% no cenário estimulado demonstra avanço dentro do período pesquisado, embora ainda deixe o candidato dois pontos atrás de Raquel.
Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro, restam menos de duas semanas para a votação. A pesquisa atual mostra que a disputa está mais apertada, mas também revela que a candidatura de Raquel continua sustentada por três indicadores que terão peso político na reta final: liderança numérica no primeiro turno, vantagem na espontânea e avaliação majoritariamente positiva da gestão.
A corrida, portanto, chega à última fase com os dois principais candidatos tecnicamente empatados, mas com diferentes elementos compondo suas respectivas campanhas. E é justamente essa combinação de intenção de voto, lembrança espontânea, aprovação administrativa e definição do eleitor que transforma os próximos dias em uma das etapas mais decisivas da eleição pernambucana.
OS NÚMEROS DA QUAEST
Pesquisa estimulada — 1º turno
Raquel Lyra (PSD): 41%
João Campos (PSB): 39%
Ivan Moraes (PSOL): 1%
Renan Hallais (Missão): 1%
Professora Camila (UP): 0%
Victor Assis (PCO): 0%
Guilherme Fonseca (PSTU): 0%
Indecisos: 12%
Branco/nulo/não vai votar: 6%
Pesquisa espontânea
Raquel Lyra: 32%
João Campos: 25%
Renan Hallais: 1%
Demais candidatos: 0%
Indecisos: 38%
Branco/nulo/não vai votar: 4%
Avaliação do governo Raquel Lyra
Aprova: 61%
Desaprova: 27%
Não sabe/não respondeu: 12%
Raquel merece um novo mandato?
Sim: 63%
Não: 32%
Não sabe/não respondeu: 5%
Segundo turno
Raquel Lyra: 43%
João Campos: 41%
Indecisos: 10%
Branco/nulo/nenhum: 6%
A Quaest entrevistou 1.302 eleitores de Pernambuco com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro, em entrevistas presenciais. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela Globo e registrada no TSE sob o número PE-05671/2026.
AVISO DE PAUTA: AUDIÊNCIA PUBLICA - RELATÓRIO DE GESTÃO DO 2º QUADRIMESTRE
QUAEST APERTA A DISPUTA EM PERNAMBUCO: RAQUEL TEM 41% E JOÃO CAMPOS 39% A MENOS DE DUAS SEMANAS DA ELEIÇÃO
A nova rodada da pesquisa Quaest coloca a eleição para o Governo de Pernambuco em clima de reta final: a diferença entre Raquel Lyra e João Campos caiu de seis para apenas dois pontos percentuais. No segundo turno, a distância também é de dois pontos.
A eleição para o Governo de Pernambuco entrou oficialmente na zona de máxima tensão. A nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (23), mostra a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) com 41% das intenções de voto, enquanto João Campos (PSB) aparece com 39%. O levantamento foi contratado pela TV Globo e ouviu 1.302 eleitores entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O dado que chama atenção é a movimentação entre as duas principais candidaturas. Na pesquisa anterior da Quaest, divulgada em 8 de setembro, Raquel aparecia com 43% e João Campos com 37%. Agora, a governadora oscila para 41%, enquanto o socialista chega a 39%. Na fotografia numérica, a vantagem caiu de seis para dois pontos.
E aqui está o ponto central da pesquisa: pela margem de erro, Raquel Lyra e João Campos estão tecnicamente empatados. Portanto, os números não permitem afirmar que um dos dois tenha vantagem estatística sobre o outro neste momento.
Mas a pesquisa também traz um detalhe que merece atenção na leitura política do cenário. Raquel continua numericamente na frente, mesmo com a aproximação de João Campos. A governadora marca 41%, enquanto o ex-prefeito do Recife chega a 39%.
Os demais candidatos praticamente não alteram a configuração da disputa. Ivan Moraes (PSOL) aparece com 1% e Renan Hallais (Missão) também com 1%. Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO) e Guilherme Fonseca (PSTU) não pontuaram. Há ainda 12% de eleitores indecisos e 6% que afirmam votar branco, nulo ou não comparecer às urnas.
É justamente nesse contingente que está uma das principais incógnitas da reta final. Somados, indecisos e eleitores que não apontam nenhum dos candidatos chegam a 18%. Ou seja, existe uma parcela expressiva do eleitorado que ainda não está cristalizada em uma escolha.
SEGUNDO TURNO TAMBÉM TEM DISPUTA ABERTA
A simulação de segundo turno reforça a proximidade entre os dois principais nomes.
Nesse cenário, Raquel Lyra aparece com 43% e João Campos com 41%. Na rodada anterior, a governadora tinha 45% contra 39% do socialista.
Mais uma vez, a diferença numérica é de apenas dois pontos e está dentro da margem de erro. Os indecisos somam 10%, enquanto 6% dizem que votariam branco, nulo ou em nenhum dos dois.
A leitura política é clara: a eleição está aberta e a reta final será decisiva para os dois lados.
RAQUEL PERDE DOIS, JOÃO GANHA DOIS
O movimento da pesquisa é matematicamente simples, mas politicamente relevante.
Raquel Lyra saiu de 43% para 41%, enquanto João Campos avançou de 37% para 39%. A distância, que era de seis pontos, passou para dois.
Isso não significa, por si só, uma virada de cenário. Significa que a disputa ficou mais apertada. Como a margem de erro é de três pontos, as oscilações precisam ser interpretadas com cautela.
A fotografia apresentada pela Quaest mostra, portanto, uma eleição em que os dois principais candidatos estão dentro da mesma faixa estatística.
E é justamente por isso que cada movimento de campanha, cada debate, cada inserção eleitoral e cada voto conquistado ou perdido passa a ter peso ainda maior nesta reta final.
A ELEIÇÃO ENTROU NA CONTAGEM REGRESSIVA
Faltando menos de duas semanas para o primeiro turno, Pernambuco chega a uma situação completamente diferente daquela registrada em levantamentos anteriores do mesmo instituto.
Na Quaest de agosto, Raquel aparecia com 44% contra 36% de João Campos. Em 8 de setembro, a diferença era de seis pontos: 43% a 37%. Agora, a distância caiu para dois: 41% a 39%.
Isso transforma a reta final em uma verdadeira corrida voto a voto.
Não há, neste momento, como cravar primeiro turno ou segundo turno apenas com esses números. Raquel tem 41%, enquanto todos os demais candidatos somam 41% quando considerados individualmente no primeiro turno, e a margem de erro impede uma conclusão estatística sobre a possibilidade de definição já na primeira votação.
O que a Quaest efetivamente mostra é uma disputa muito mais apertada do que nas rodadas anteriores e dois candidatos tecnicamente empatados tanto no primeiro quanto no eventual segundo turno.
A eleição pernambucana, portanto, chega à reta decisiva com uma pergunta que permanece em aberto: Raquel conseguirá transformar os dois pontos de vantagem numérica em votos suficientes para ampliar a distância, ou João Campos continuará avançando até alcançar a liderança?
A resposta estará nas urnas. Até lá, a única certeza é que Pernambuco tem uma das disputas eleitorais mais apertadas da reta final de 2026.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-05671/2026.
OROBÓ RECONHECE JANJÃO E CANDIDATO AMPLIA FORÇA POLÍTICA NO AGRESTE
Mesmo sem o apoio do grupo do prefeito Biu Abreu, Janjão demonstra força própria no município e conta com o apoio do vereador Lalá do Povo
O nome de Janjão começa a ultrapassar cada vez mais as fronteiras de Bom Jardim e ganhar espaço no Agreste. Em Orobó, a presença do candidato a deputado estadual pelo PSD foi marcada pela receptividade da população e pelo apoio declarado do vereador Lalá do Povo, em mais um movimento que reforça a expansão do projeto político do ex-prefeito de Bom Jardim.
O detalhe político que torna a movimentação ainda mais interessante é que Janjão não conta com o apoio do prefeito Biu Abreu nem do grupo governista de Orobó. Mesmo assim, o candidato vem conseguindo construir seu próprio espaço no município, estabelecendo uma relação direta com a população e conquistando apoio individual de liderança com mandato.
A presença de Janjão em Orobó mostra que sua candidatura começa a ser reconhecida além de seu principal reduto eleitoral. A receptividade encontrada durante sua passagem pelo município demonstra que o trabalho desenvolvido em Bom Jardim já desperta atenção em cidades vizinhas e começa a transformar Janjão em um nome conhecido no cenário regional.
O apoio do vereador Lalá do Povo reforça esse movimento. Trata-se de uma adesão individual, que não representa o grupo político do prefeito Biu Abreu, mas que possui importância dentro da construção da candidatura. Em uma eleição proporcional, cada liderança que decide caminhar com um candidato ajuda a ampliar sua presença e a aproximá-lo de novos segmentos do eleitorado.
Janjão sabe que a disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa exige muito mais do que uma base consolidada em um único município. Por isso, vem percorrendo diferentes cidades, participando de agendas e buscando contato direto com a população. A estratégia é ampliar a rede de apoios e transformar a força construída em Bom Jardim em um projeto cada vez mais regional.
E Orobó oferece um sinal importante dessa caminhada. Mesmo sem contar com a estrutura política da Prefeitura, Janjão consegue chegar ao município, ser reconhecido pela população e ainda conquistar o apoio de um vereador. É uma demonstração de que sua candidatura começa a construir caminhos próprios.
A força de Janjão nasceu em Bom Jardim, onde construiu sua trajetória política e conseguiu consolidar uma expressiva votação. Agora, o desafio é levar essa experiência para outras cidades e convencer novos eleitores de que seu nome pode representar o Agreste na Assembleia Legislativa.
O reconhecimento popular não significa, por si só, que uma votação esteja definida. Eleição se decide nas urnas. Mas existe uma diferença importante entre um candidato que precisa ser apresentado ao eleitor e outro que chega a uma cidade e já encontra pessoas que conhecem sua história, acompanham seu trabalho e demonstram simpatia pelo seu projeto.
É justamente esse ambiente que Janjão vem encontrando em sua caminhada.
Em Orobó, o cenário deixa uma mensagem política clara: o candidato pode não ter o grupo do prefeito ao seu lado, mas começa a construir uma força própria, baseada em lideranças individuais e, principalmente, no reconhecimento da população.
Para quem acompanha os bastidores da política do Agreste, esse movimento merece atenção. Janjão está tentando transformar a força que construiu em Bom Jardim em uma presença regional. E cada município onde consegue abrir uma nova porta representa mais um passo nessa caminhada.
O apoio de Lalá do Povo é uma dessas portas. A receptividade popular é outro sinal.
E, enquanto a eleição se aproxima, Janjão vai fazendo aquilo que mais precisa para uma candidatura proporcional: colocando o pé na estrada, mostrando seu trabalho e conquistando espaço onde antes não possuía uma estrutura política própria.