segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Pesquisa XP/Ipesp: Avaliação negativa do governo Bolsonaro sobe para 40% em janeiro


A primeira rodada de janeiro da pesquisa XP/Ipespe divulgada hoje (18) mostra que subiu de 35% para 40% a parcela da população que considera ruim ou péssimo o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), percentual semelhante ao do início da pandemia de coronavírus, em abril de 2020.
Na outra ponta, os que veem a gestão como ótima ou boa passaram de 38% para 32%. É a primeira vez, desde maio do ano passado, em que há aumento no percentual dos críticos ao governo e redução no de apoiadores.

É também a primeira vez, desde julho, em que a avaliação negativa supera a positiva. O movimento coincide com uma piora na percepção da atuação de Bolsonaro para enfrentar o coronavírus. São 52% os que a consideram ruim ou péssima, 4 pontos a mais que em dezembro.

Foram realizadas 1.000 entrevistas com abrangência nacional, no período de 11 a 14 de janeiro. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais

Petrobras eleva mais uma vez o preço da gasolina nas refinarias a partir desta terça-feira

Petrobras (Foto: Diego Herculano/NurPhoto via Getty Images)

A Petrobras elevará mais uma vez o preço médio da gasolina nas refinarias em 0,15 real, para 1,98 real por litro, a partir desta terça-feira (19), enquanto manterá o valor do diesel, informou a petroleira estatal nesta segunda-feira, após avanço das cotações internacionais do petróleo nas últimas semanas.

A Petrobras reiterou que seus preços têm como referência a chamada paridade de importação, impactada por fatores como os valores do petróleo e o câmbio, de acordo com comunicado enviado pela assessoria de imprensa.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel

A vacina chegou, mas os cuidados contra a Covid-19 não podem ir embora


A vacinação contra a Covid-19, enfim, teve início no Brasil. Sem medicações comprovadamente eficazes para tratar a doença provocada pelo novo coronavírus, a imunização em larga escala é a única maneira de conseguir controlar a disseminação do vírus e diminuir o elevado número de doentes e mortos. 

Mas, até que esse processo de imunização atinja uma porcentagem significativa da população a ponto de nos permitir voltar a viver sem tantos protocolos, vai levar alguns meses. Enquanto isso, é de suma importância que todos mantenham as medidas de prevenção contra o vírus, mesmo aqueles que forem vacinados. 

O uso correto da máscara (cobrindo nariz e boca), a higienização frequente das mãos, preferencialmente com água e sabão, mas, quando não for possível, com álcool a 70% (líquido ou em gel), e o distanciamento físico mínimo de 1,5 metro deverão fazer parte da rotina por mais algum tempo. 

Outros comportamentos que ajudam a diminuir o risco de infecção é optar, sempre que possível, por ambientes abertos e ventilados, além de evitar locais cheios, as famosas aglomerações. 

“Tudo aquilo que a gente discutiu em 2020 continua. A vacina chegou, era o que a gente aguardava, mas não precisamos perder exatamente aos 45 do segundo tempo. Se tivermos uma vacinação em massa esse ano, acredita-se que vamos deixar de usar máscara no meio de 2022. Só acreditamos em uma vacinação em massa no mundo, com imunidade de rebanho, a partir da metade do ano que vem”, diz o médico infectologista do hospital universitário Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco (UPE), Felipe Prorraska, explicando como agem as vacinas. 

"A vacina ensina o sistema imunológico da gente a atacar as doenças. Ele chega lá e diz como o vírus ou bactéria funciona. 'Aprenda a enfrentar porque quando você der de cara vai saber como derrotar'. É como um técnico de futebol, que ensina os jogadores a fazerem o gol.” 

De acordo com o infectologista, se o Sars-CoV-2 se comportar como os demais vírus de formato semelhante (coroa), não será necessário atualizar a vacina de forma periódica, como acontece com a da gripe. 

"O influenza tem alta taxa de mutação, se transforma a cada ano, por isso a necessidade de vacinar todo ano. A corona (sic) é um vírus de coroa. Se ela obedecer a regra de outras doenças de coroa, como o sarampo e o rotavírus, a vacinação única, em duas doses, é suficiente para dar proteção para o resto da vida.” (Via: Folha PE)

Garanhuns registra o 101° óbito por Covid

GARANHUNS: Saúde confirma Morte de Homem de 78 anos por COVID-19. Mais de 94% dos Infectados, já se Recuperaram da Doença

A Secretaria de Saúde confirmou nesta segunda-feira, dia 18, um novo óbito por COVID-19, aqui em Garanhuns. Trata-se de um homem de 78 anos, morador do bairro Boa Vista, que já havia sido diagnosticado com a COVID-19 e veio a óbito no último dia 29, em Unidade da Rede Privada. Também foram notificados nesta segunda, 109 pessoas estão recuperadas e 68 casos positivos de COVID-19. 


De acordo com a Saúde Municipal, 10 pacientes estão internados na Unidade de Tratamento COVID-19, sendo sete deles diagnosticados com a doença. Já outros 13 pacientes estão internados na Unidade COVID-19 Palmira Sales, sendo oito deles diagnosticados com a doença.

Ao todo, já foram confirmados 5.389 casos de COVID-19 em Garanhuns. Deste total, 101 pessoas vieram a óbito; 5.070 estão recuperadas após cumprir o período de isolamento domiciliar e não apresentar mais sintomas; e 218 pessoas que foram confirmadas com COVID-19 estão em fase de tratamento e/ou isolamento. Outros 8.381 casos já foram descartados, após resultado negativo de testagem. Já foram realizados 9.727 testes pela Rede Municipal. No total, 7.409 atendimentos foram realizados no Centro de Atendimento e Enfrentamento à COVID-19

Médico Morre por Complicações da COVID-19. Ele atuava no Dom Moura e no Palmira Sales em Garanhuns


As equipes do Hospital Regional Dom Moura e do Hospital Infantil Palmira Sales, ambos localizads aqui em Garanhuns, vem lamentando a morte do médico obstetra Learsi Dineli Pacheco Duque, que faleceu hoje, dia 18, por complicações da COVID-19.

Dr. Learsi, como era conhecido por pacientes e colegas de trabalho, atuava no Dom Moura e na Maternidade do Palmira Sales. Ele deixa familiares e muitos amigos. 


“Dr. Learsi foi um excelente profissional e amigo, com grande contribuição junto Saúde Pública da Região, com empenho e fortalecimento com o nosso SUS. O Hospital Regional Dom Moura perde um exemplo de dedicação, profissionalismo e comprometimento no serviço à nossa população. É com grande pesar que o HRDM expressa seus sinceros sentimentos aos familiares e amigos”, pontuou, em Nota, a Direção Médica do Hospital Dom Moura

Vacinas em solo Pernambucano

🛬💉 *VACINAS EM SOLO PERNAMBUCANO*


Avião da Latam com 270 mil doses da CoronaVac pousou às 19:28h no Aeroporto Internacional Gilberto Freyre, no Recife.

A primeira dose será aplicada ainda nesta noite em uma enfermeira do Hospital Oswaldo Cruz, no Recife.

Vídeo: Criança morre e três pessoas ficam feridas em colisão de lanchas na Bahia

Uma colisão grave entre duas lanchas deixou uma criança morta e três pessoas feridas, na noite deste domingo (17), na Ilha de Boipeba, município de Cairu, na Bahia. A Marinha do Brasil através da Capitania dos Portos confirmou o acidente, no entanto, a identidade das vítimas não foi revelada. 

De acordo com a instituição, os feridos foram encaminhados para o Hospital de Itabuna. Um dos veículos aquáticos tinha o nome “Olivence VI” e a outra estava sem inscrição. 

Na manhã desta segunda (18), os peritos das equipes de busca e salvamento estão no local do acidente para iniciar as investigações sobre circunstâncias e responsabilidades do acidente. 

Assista:
 

 Blog: O Povo com a Notícia

Saúde diz ao STF que sabia sobre falta da oxigênio em Manaus desde 8 de janeiro


A Advocacia-Geral da União informou ao Supremo Tribunal Federal no domingo (17/1) que o Ministério da Saúde sabia sobre a falta de oxigênio em Manaus desde 8 de janeiro, seis dias antes de o insumo se esgotar em vários hospitais, levando pacientes à morte por asfixia.
Segundo AGU, Saúde sabia sobre a falta de oxigênio
Marcelo Camargo/Agência Brasil

As informações foram enviadas ao STF depois que o ministro Ricardo Lewandowski determinou que o governo federal disponibilizasse oxigênio e outros insumos necessários a Manaus.

Na ocasião, Lewandowski também mandou que fosse apresentado à Corte um plano com estratégias de enfrentamento à situação de emergência no Amazonas. 

"Até então, o Ministério da Saúde não havia sido informado da crítica situação do esvaziamento do estoque de oxigênio em Manaus, ciência que apenas se operou em 8 de janeiro, por meio de e-mail enviado pela empresa fabricante do produto. A partir do conhecimento dessa informação, houve alteração da programação da visita do secretariado do Ministério da Saúde a Manaus, que passou a envolver a inspeção das localidades de armazenamento e manejo de oxigênio hospitalar", informou a AGU. 

O documento também diz que a Secretaria Especial de assuntos Federativos, órgão integrante da Secretaria de Governo, da Presidência da República, "tem articulado encontros semanais de comitês de crise regionais voltados ao enfrentamento da pandemia". 

Anteriormente, o governo de Jair Bolsonaro havia afirmado que a falta de oxigênio "foi informada de maneira tardia". No dia 11, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, chegou a minimizar o colapso, defendendo o "tratamento precoce" de infectados.