sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
EX-VEREADORA DE GARANHUNS QUEBRA O SILÊNCIO, PEDE PROTEÇÃO NA JUSTIÇA E EXPÕE DRAMA VIVIDO COM EX-COMPANHEIRO
NO DIA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO, ROMERO SALES FILHO DESTACA AÇÕES POR ESCOLAS MAIS SEGURAS E COM MENOS EVASÃO EM PERNAMBUCO
Entre os principais marcos de sua atuação está a criação da Política Estadual de Prevenção ao Abandono e à Evasão Escolar, originada a partir do Projeto de Lei 0271/2023, de sua autoria. A proposta foi sancionada e transformada em lei, estabelecendo diretrizes para que o poder público desenvolva estratégias capazes de identificar precocemente sinais de afastamento dos estudantes e promover ações integradas para mantê-los na escola. A iniciativa busca enfrentar um dos grandes desafios da educação pública: garantir não apenas o acesso, mas a permanência com aprendizagem.
Outra frente defendida por Romero Sales Filho está ligada à segurança no trajeto dos alunos. O parlamentar é autor do PL 0117/2023, que determina a obrigatoriedade de divulgação das rotas do transporte escolar pelo Poder Executivo Estadual. A medida foi pensada para dar mais transparência ao serviço, permitir o acompanhamento por parte das famílias e reforçar a confiabilidade do deslocamento diário dos estudantes, especialmente em áreas mais afastadas dos centros urbanos.
O mandato do deputado também reúne propostas que dialogam com a qualidade da vida escolar de forma mais ampla. Ele defende melhorias na alimentação oferecida nas unidades de ensino, por meio do PL 1745/2021, que trata da oferta de merenda com baixo teor de sódio e sem adição excessiva de açúcares. A valorização da cultura pernambucana também aparece em sua produção legislativa, a exemplo do PL 0814/2019, que incentiva a criação de espaços dedicados a autores locais em bibliotecas públicas. Já o PL 0796/2019 propõe a disponibilização do Estatuto da Juventude nas escolas, ampliando o acesso dos jovens à informação sobre seus direitos, enquanto o PL 0220/2019 trata da implementação de planos de evacuação em situações de risco, reforçando a proteção física dentro das unidades de ensino.
Além das proposições legislativas, Romero Sales Filho tem atuado em parceria com o Governo de Pernambuco na viabilização de investimentos em infraestrutura educacional. A articulação política resultou na entrega de ônibus escolares, além da requalificação e construção de escolas e creches em municípios do litoral ao interior do estado, ampliando o acesso e melhorando as condições de ensino.
Para o deputado, a educação precisa ser tratada de forma integrada. “Educação de qualidade é um direito amplo, que deve ser assegurado a todos, e conduzido de maneira que a escola esteja conectada à saúde, à cultura e à proteção das nossas crianças”, afirma. Ele também ressalta o trabalho conjunto com a gestão estadual. “Tenho trabalhado em conjunto com o governo para que possamos avançar ainda mais. A governadora tem feito investimentos históricos na rede estadual de ensino”, destaca.
No contexto da data que celebra a importância da educação no mundo inteiro, o parlamentar reforça a defesa de políticas públicas que garantam não apenas vagas nas escolas, mas ambientes mais seguros, acolhedores e capazes de manter os estudantes no caminho do aprendizado.
GOVERNADORA RAQUEL LYRA INAUGURA NOVOS CENTROS DE IMAGEM E ENDOSCOPIA E COMPLEXO ADMINISTRATIVO DO HOSPITAL OTÁVIO DE FREITAS
VIAGEM COM EMPRESÁRIO DE PALMARES TERMINA EM TRAGÉDIA NA BR-232, EM PESQUEIRA
Segundo as primeiras informações, o casal seguia de motocicleta pela rodovia quando houve a colisão com um carro de passeio. O veículo estaria realizando uma manobra para entrar em um posto de combustíveis às margens da estrada no momento do impacto. A batida foi violenta e mobilizou pessoas que passavam pelo local, que acionaram imediatamente o socorro.
Renata Rodrigues não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente. A confirmação da morte causou forte comoção entre familiares, amigos e conhecidos do casal, que era bastante presente em eventos sociais e no meio empresarial, além de participar de encontros de motociclistas pelo interior do Estado.
Washington Menezes foi socorrido com vida e levado para o hospital mais próximo da região. Até agora, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do empresário, o que tem gerado apreensão entre pessoas próximas e colaboradores da empresa.
As circunstâncias do acidente deverão ser investigadas pelas autoridades competentes, que vão apurar a dinâmica da colisão e as responsabilidades envolvidas. O trecho da BR-232 onde ocorreu o caso é conhecido pelo tráfego intenso e pelo grande número de acessos a estabelecimentos às margens da rodovia, o que exige atenção redobrada de motoristas e motociclistas.
A tragédia deixa uma marca profunda entre os que conheciam o casal e reacende o alerta sobre os riscos nas estradas pernambucanas, especialmente em pontos de entrada e saída de veículos.
EM IPOJUCA, MINISTRO SILVIO COSTA FILHO ANUNCIA INVESTIMENTOS AO LADO DO PREFEITO CARLOS SANTANA E DA DEPUTADA SIMONE SANTANA
ALERTA LIGADO - ROMPIMENTO DA FAMÍLIA GALDINO ESCANCARA ISOLAMENTO POLÍTICO DE CHAPARRAL EM SURUBIM
Com trajetória histórica na política surubinense e reconhecida influência eleitoral, a família Galdino tornou pública sua nova posição ao declarar apoio ao deputado federal Eduardo da Fonte e ao deputado estadual Caio Maniçoba. O anúncio, feito de forma direta e sem margem para dúvidas, consolidou o afastamento definitivo do grupo que hoje comanda a Prefeitura. Nos bastidores, o movimento é visto como um divisor de águas, principalmente pelo simbolismo de uma família que esteve inserida em importantes momentos da política local e que agora decide trilhar outro caminho.
A decisão, segundo pessoas próximas ao grupo, não foi impulsiva nem isolada. Ela seria resultado de um acúmulo de frustrações com a condução administrativa do município. A avaliação é de que promessas feitas durante o período eleitoral não se converteram em melhorias concretas na vida da população, o que teria gerado um sentimento crescente de decepção entre antigos apoiadores.
Nas ruas, o clima também é de cobrança. Moradores relatam dificuldades em áreas essenciais e apontam falta de respostas efetivas por parte da gestão. Aliados que antes defendiam o governo hoje adotam um tom mais cauteloso ou, em alguns casos, abertamente crítico. Lideranças políticas ouvidas reservadamente afirmam que o prefeito enfrenta um dos momentos mais delicados desde o início do mandato, com perda gradual de sustentação política.
O rompimento da família Galdino, nesse contexto, ganha peso não apenas pelo ato em si, mas pelo que ele representa. Quando grupos tradicionais, com base eleitoral consolidada, optam por se afastar, a leitura predominante é de que há um desalinhamento entre a gestão e parcelas importantes da sociedade. Para analistas locais, o gesto funciona como um termômetro do humor político da cidade.
Ao declarar apoio a Eduardo da Fonte e Caio Maniçoba, a família também sinaliza uma reorganização de forças visando os próximos embates eleitorais. O movimento reposiciona lideranças, fortalece novos palanques e amplia o debate sobre os rumos de Surubim. Mais do que uma escolha partidária, o gesto carrega um discurso de insatisfação e de busca por alternativas.
Enquanto isso, o governo municipal passa a conviver com um cenário mais adverso, marcado por cobranças públicas, críticas mais frequentes e a saída de aliados históricos. O episódio reforça a percepção de que a gestão atravessa um período de forte desgaste político, em que cada novo rompimento amplia a sensação de isolamento.
Surubim, que viveu uma eleição marcada por expectativas de mudança e renovação, agora presencia um momento de revisão e reposicionamento de forças. O afastamento da família Galdino entra para esse contexto como um dos fatos mais emblemáticos da atual conjuntura, revelando que a insatisfação deixou de ser silenciosa e passou a se traduzir em movimentos políticos concretos.
.ALCKMIN FECHA PORTAS EM SÃO PAULO, REFORÇA LEALDADE A LULA E DIZ QUE FUTURO PODE SER “CAPINAR EM PINDA”
De acordo com esses relatos, Alckmin tem repetido que seu caminho é continuar na Vice-Presidência ou, de forma bem-humorada, “capinar em Pinda”, numa referência direta à sua cidade natal, Pindamonhangaba, no interior paulista. A expressão, longe de ser apenas uma metáfora política, carrega um sentido literal e afetivo. A família do vice-presidente mantém um sítio no município, onde ele costuma passar períodos de descanso e se dedica, segundo pessoas próximas, a atividades simples do campo, como roçar o mato. Para Alckmin, capinar não é apenas exercício físico, mas também um momento de conexão espiritual, de reflexão e de proximidade com a terra.
Apesar do tom leve da frase, o recado político é duro e objetivo: ele não pretende disputar cargos majoritários em São Paulo em 2026. A decisão frustra, em parte, movimentos que vinham sendo ensaiados nos bastidores, especialmente dentro do PT, onde havia quem visse com bons olhos a possibilidade de Alckmin disputar o governo paulista ou uma vaga no Senado. Nesse cenário, a vaga de vice na chapa presidencial poderia ser oferecida a outro partido de peso, como o MDB, ampliando a coalizão nacional de Lula.
A permanência de Alckmin como vice, porém, é vista por ele como um gesto de coerência política e lealdade ao presidente. Desde que deixou o PSDB e se aliou a Lula em 2022, o ex-governador paulista tem trabalhado para se consolidar como ponte entre setores mais moderados, empresariais e parte do eleitorado do Sudeste, especialmente em São Paulo, onde construiu sua trajetória política. Sua presença na chapa é considerada, dentro do governo, um símbolo de amplitude e pacificação política após anos de polarização.
Ao mesmo tempo, a fala de Alckmin ocorre em um momento de preocupação no Planalto com o cenário eleitoral paulista. Caso o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirme uma candidatura à reeleição, ele largaria como favorito, apoiado por uma base conservadora sólida e pela força do bolsonarismo no estado. Esse quadro pode dificultar o desempenho de Lula em São Paulo, historicamente um território mais desafiador para o petista nas últimas disputas presidenciais.
Nesse contexto, havia no governo a avaliação de que uma candidatura de Alckmin em São Paulo poderia ajudar a puxar votos para Lula, seja em uma disputa pelo Palácio dos Bandeirantes, seja para o Senado. O próprio histórico do vice-presidente, que governou o estado por quatro mandatos, é visto como um ativo eleitoral relevante. Ainda assim, ele optou por priorizar o papel nacional e a continuidade do arranjo político que o levou à Vice-Presidência.
A sinalização de Alckmin também reorganiza o tabuleiro das negociações partidárias para 2026. Ao manter a vaga de vice “reservada”, ele reduz o espaço para barganhas envolvendo o posto, mas, por outro lado, oferece ao Planalto a estabilidade de uma chapa já testada nas urnas. Para aliados de Lula, a mensagem é de previsibilidade; para outros partidos, é um indicativo de que a costura da aliança passará mais por palanques estaduais e composição ministerial do que por mudanças no topo da chapa.
Entre a política nacional e a tranquilidade do interior paulista, Alckmin deixa claro que não pretende abrir uma nova frente eleitoral em São Paulo. Se depender dele, o foco continuará sendo Brasília — e, quando a agenda permitir, o sossego de Pindamonhangaba, onde a enxada e a roçadeira ajudam a manter os pés no chão enquanto o cenário político segue em ebulição.
MALAFAIA E FIGUEIREDO TROCAM ATAQUES NAS REDES E EXPÕEM RACHAS NA DIREITA SOBRE 2026
A declaração repercutiu rapidamente e provocou reação de Paulo Figueiredo, que compartilhou o trecho da entrevista em seu perfil no X, antigo Twitter. Em tom crítico e irônico, o influenciador afirmou ser “triste ver o pastor neste estado” e disse que Malafaia estaria “brigando com todas as pesquisas porque apostou no cavalo errado”. Na mesma publicação, Figueiredo ainda fez uma provocação ao mencionar que, “para quem já apoiou entusiasticamente Lula, apoiar Tarcísio é uma evolução”, resgatando posicionamentos passados do pastor para questionar sua coerência política.
A resposta de Malafaia veio em tom duro. O pastor chamou Figueiredo de “frouxo e falastrão que não suporta ideias contrárias” e ironizou o fato de o influenciador estar fora do Brasil, afirmando que “fácil é ficar nos EUA atacando Alexandre de Moraes e os que pensam diferente”, numa referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal, frequentemente alvo de críticas de setores conservadores. Figueiredo não recuou e voltou a ironizar o pastor, dizendo que ele teria ficado “doído com a primeira verdade que ouviu” e que seus “pitis” não o afetavam.
O bate-boca virtual rapidamente ganhou repercussão entre apoiadores dos dois lados e passou a ser interpretado como mais do que uma troca de ofensas pessoais. O episódio escancarou uma disputa de narrativas dentro da própria direita, onde lideranças religiosas, influenciadores digitais e figuras políticas tentam se posicionar com antecedência em relação ao cenário eleitoral de 2026. A defesa de Tarcísio como alternativa a nomes ligados diretamente à família Bolsonaro mostra que o campo conservador vive um momento de reacomodação, em que estratégias eleitorais, potencial de voto e capacidade de articulação pesam tanto quanto a fidelidade a lideranças tradicionais.
A troca de ataques também evidencia o peso das redes sociais na formação do debate político contemporâneo. Declarações que antes ficariam restritas a entrevistas ou bastidores agora ganham proporções nacionais em poucos minutos, alimentando discussões acaloradas e reforçando divisões já existentes. No pano de fundo, permanece a disputa maior: quem terá força para liderar a direita numa eleição presidencial que promete ser marcada, novamente, pela polarização.