sábado, 28 de março de 2026
DEPUTADO ESTADUAL FRANCE HACKER SE FILIA À FEDERAÇÃO UNIÃO PROGRESSISTA AO LADO DE EDUARDO E LULA DA FONTE
MINISTRO SILVIO COSTA FILHO ANUNCIA VOO REGULAR ENTRE RECIFE E PETROLINA
PT DE PERNAMBUCO OFICIALIZA APOIO A JOÃO CAMPOS E CONSOLIDA FRENTE POLÍTICA PARA 2026
A votação interna mostrou um partido majoritariamente coeso: foram 59 votos favoráveis à aliança contra apenas 11 contrários. O resultado não apenas legitima a escolha, como também sinaliza uma forte tendência de unidade dentro da legenda em torno de um projeto político mais amplo, que ultrapassa as fronteiras estaduais e se conecta diretamente à estratégia nacional petista.
A decisão ocorre em um momento considerado crucial pela direção do partido, que enxerga Pernambuco como peça-chave no tabuleiro eleitoral de 2026. O Estado, historicamente alinhado ao campo progressista, tem papel estratégico na construção de uma vitória robusta para Lula, cuja reeleição é tratada como prioridade absoluta pela legenda.
Nesse contexto, o apoio a João Campos representa mais do que uma aliança local: trata-se da consolidação de uma frente democrática e popular, reunindo partidos e lideranças com o objetivo de enfrentar o avanço de forças de direita no país. A articulação reforça uma parceria histórica entre PT e PSB, que, ao longo das últimas décadas, tem sido determinante para a formação de governos no Estado.
Outro ponto central da estratégia definida pelo partido é a reeleição do senador Humberto Costa, considerado uma liderança fundamental tanto no cenário estadual quanto nacional. Além disso, o PT também pretende ampliar suas bancadas na Assembleia Legislativa de Pernambuco e na Câmara dos Deputados, fortalecendo sua presença institucional e capacidade de influência política.
Nos bastidores, a decisão também reflete a leitura de que a construção de uma ampla coalizão é essencial para garantir governabilidade e estabilidade política, caso o projeto nacional liderado por Lula seja reconduzido. A presença do vice-presidente Geraldo Alckmin como parte dessa aliança é vista como símbolo dessa estratégia de ampliação de diálogo e convergência.
A resolução aprovada pelo PT destaca ainda a necessidade de intensificar a mobilização social, fortalecer o debate programático e reafirmar compromissos com temas como democracia, justiça social, crescimento econômico com distribuição de renda e soberania nacional. Para a legenda, o momento exige organização, unidade e capacidade de articulação para enfrentar os desafios políticos que se aproximam.
Ao formalizar o apoio a João Campos, o PT de Pernambuco reafirma sua posição como principal interlocutor do governo federal no Estado e dá um passo decisivo na construção de um palanque sólido para 2026, alinhando interesses locais e nacionais em torno de um projeto político comum.
RESOLUÇÃO DO PT DE PERNAMBUCO
A ação política mais importante nesse momento é a mobilização social para reeleição do presidente Lula, o Partido dos Trabalhadores, por meio de seus militantes e apoiadores, vai organizar, orientar e implementar as ações de mobilização no Estado Pernambuco em defesa do governo, suas realizações e a necessidade de continuidade do projeto nacional conduzido pelo presidente Lula.
A missão do governo Lula é seguir mudando a vida do povo brasileiro e, nesse contexto, Pernambuco se insere e é fundamental na estratégia eleitoral para a reeleição de Lula. O PT de Pernambuco somará forças para garantir mais uma vez vitória robusta no Estado e contribuir de forma decisiva para o projeto nacional nas eleições de 2026.
O Partido dos Trabalhadores tem compreensão do momento que o país atravessa. E, é nesse contexto que as lideranças partidárias refletem sobre a necessidade de dialogar com as demais forças políticas do Estado para a formação de uma frente democrática e popular para a reeleição do Presidente Lula, tendo por base a orientação nacional do Partido. Nosso compromisso é a elaboração de conteúdos programáticos para Pernambuco que busquem o fortalecimento da democracia, justiça social, cidadania, crescimento econômico com distribuição de renda, defenda a soberania do Brasil e a garantia dos direitos sociais.
A trajetória do PT em Pernambuco tem sido de compromisso com o povo, consolidando-se como o principal interlocutor do presidente Lula no Estado. E, outra vez, é tempo de o PT mostrar sua unidade, organização e capacidade de mobilização.
O PT tem contribuído de forma decisiva para a formação da aliança nacional. Nossa estratégia é parte do esforço para a manutenção de um bloco nacional capaz de vencer a extrema-direita e impedir o avanço do fascismo. Aqui em Pernambuco, essa aliança se expressa no histórico de apoio e de participação do PT na Frente Popular de Pernambuco, que tem contribuído diretamente para a construção de governos populares no Estado numa frente de partidos liderada pelo PT e o PSB, refletindo a aliança, que conta com a presença do vice-presidente, Geraldo Alckmin, na chapa.
Na agenda eleitoral do Estado devemos destacar e reforçar a missão partidária de reeleger o mandato do senador Humberto Costa pela sua importância política para o Estado Pernambuco e o país. E, ainda, formular estratégia para fazer crescer as bancadas do PT de Pernambuco na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal, para além das reeleições dos nossos parlamentares em mandato.
A decisão do PT para eleições no Estado considera a orientação e a estratégia nacional do partido para a eleições, a qual busca a forma de uma frente ampla para a reeleição do Presidente Lula e, é nesse contexto a decisão do Diretório Estadual do PT Pernambuco sobre as eleições para o Governo do Estado, a qual considera ainda a importância de unir o campo democrático e popular do Estado no enfrentamento à extrema-direita para aprovar a presente resolução de apoio à pré-candidatura a governador de João Campos, do Partido Socialista Brasileiro, ao Governo de Pernambuco, com Humberto Costa Senador.
BIVAR NEGOCIA SUPLÊNCIA NO SENADO E ABRE NOVO CAPÍTULO NA ARTICULAÇÃO POLÍTICA EM PERNAMBUCO
A possibilidade de composição já foi levada ao próprio Humberto Costa, em uma sinalização de que o diálogo avança entre diferentes forças políticas. O tema, inclusive, entra na pauta do Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores, que se reúne neste sábado para deliberar sobre o apoio à pré-candidatura de João Campos, do PSB, ao Governo de Pernambuco, consolidando mais um movimento estratégico dentro da Frente Popular.
Nos bastidores do PT, há quem veja com naturalidade a possível entrada de Bivar na suplência, lembrando que historicamente as vagas de suplente em chapas lideradas por petistas costumam ser destinadas a aliados de outras legendas, fortalecendo a coalizão e ampliando a base de sustentação política. Esse entendimento abre espaço para negociações que vão além das fronteiras partidárias tradicionais, em um cenário marcado por rearranjos e aproximações.
Ao comentar o convite recebido, Luciano Bivar ressaltou o peso político do MDB no cenário nacional e demonstrou cautela diante das implicações da decisão. Segundo ele, a prioridade é evitar qualquer tipo de desgaste com lideranças com as quais mantém relações de longa data, especialmente dentro do União Brasil. O deputado afirmou ter solicitado ao presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, um prazo para ampliar o diálogo com outras forças políticas e lideranças estratégicas, antes de definir seu futuro partidário e eleitoral.
A eventual entrada na suplência, segundo Bivar, depende de um alinhamento claro entre três pilares fundamentais: o próprio senador Humberto Costa, a direção nacional do MDB e o conjunto de lideranças envolvidas na construção da chapa. O deputado reforçou que busca uma decisão que seja consensual e que não provoque desconfortos internos, tanto no novo partido quanto nas relações políticas já consolidadas ao longo de décadas.
Paralelamente às tratativas em Pernambuco, Luciano Bivar também revelou ter sido procurado por outras siglas, como o Agir e o Democracia Cristã, antigo PMB, que demonstraram interesse em lançá-lo como candidato à Presidência da República. A movimentação está ligada à defesa que o parlamentar faz de propostas como o imposto único federal, bandeira que essas legendas pretendem levar ao centro do debate eleitoral.
Apesar das sondagens, Bivar condiciona qualquer candidatura presidencial à existência de viabilidade política concreta, mantendo o foco, neste momento, nas articulações regionais que podem reposicioná-lo no cenário pernambucano e nacional, em meio a um ambiente político marcado por negociações intensas, redefinições partidárias e construção de alianças estratégicas.
QUINHO FENELON CONFIRMA PRÉ-CANDIDATURA A DEPUTADO FEDERAL E ENTRA NA DISPUTA COM FORÇA NA MATA NORTE
O anúncio aconteceu durante uma reunião estratégica realizada no Recife, reunindo lideranças importantes do grupo político. Entre os presentes estavam o deputado federal licenciado Silvio Costa Filho, que integra o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve deixar o ministério para disputar a reeleição, além do deputado estadual Sileno Guedes, peça-chave na articulação política no estado.
A movimentação não ocorre de forma isolada. Ela está inserida em um contexto mais amplo de alinhamento entre o Partido Socialista Brasileiro e o Republicanos em Pernambuco, estratégia que vem sendo construída com foco nas eleições de 2026. Dentro desse arranjo, Quinho Fenelon deve formar uma “dobradinha” eleitoral com Sileno Guedes, fortalecendo a presença do grupo especialmente na região da Mata Norte.
Outro apoio considerado fundamental para a candidatura é o do prefeito de Goiana, Marcílio Régio, que deve atuar como um dos principais articuladores políticos na base municipal. A união dessas lideranças indica uma campanha com forte enraizamento local e potencial de expansão regional.
Em declaração após o encontro, Quinho destacou sua disposição para assumir novos desafios e ampliar sua atuação política. “Estou preparado para representar Pernambuco em Brasília e contribuir com o desenvolvimento da Mata Norte”, afirmou, reforçando o discurso de compromisso com a região.
A trajetória eleitoral do pré-candidato serve como credencial para a nova empreitada. Em 2016, foi o vereador mais votado de Goiana, consolidando seu nome na política local. Já em 2022, mostrou força nas urnas ao se tornar o deputado mais votado no município, mesmo sem ocupar mandato. Mais recentemente, nas eleições de 2024, disputou a Prefeitura de Goiana e terminou em segundo lugar, ampliando sua visibilidade e capital político.
Com base nesse histórico e no apoio de lideranças influentes, a pré-candidatura de Quinho Fenelon surge como uma das que prometem movimentar a disputa por vagas na Câmara Federal, especialmente na Mata Norte, onde o ex-vereador aposta em sua popularidade e nas alianças construídas para transformar desempenho local em projeção estadual.
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O evento, realizado na capital pernambucana, reuniu lideranças políticas e simbolizou não apenas novas adesões, mas uma reorganização mais ampla das forças partidárias no estado. Assinaram ficha no partido os deputados Gustavo Gouveia, Fabrizio Ferraz e Wanderson Florêncio, que deixaram o Solidariedade, além de Edson Vieira, vindo do União Brasil. No âmbito municipal, o vereador do Recife Gilson Machado Filho também oficializou sua entrada na sigla, repetindo o caminho trilhado por seu pai, o ex-ministro do Turismo Gilson Machado, que já havia ingressado no Podemos em fevereiro.
A movimentação ocorre em um contexto de intensa reconfiguração política em Pernambuco, marcado por trocas partidárias e pela busca de legendas por maior competitividade nas eleições proporcionais. A chegada desses nomes soma-se à recente filiação do deputado estadual Luciano Duque, ampliando ainda mais o peso político do partido. Com isso, o Podemos salta de uma posição discreta para um protagonismo relevante na Alepe, passando a contar com cinco parlamentares e se inserindo de forma direta nos debates legislativos e nas articulações de bastidores.
À frente da sigla no estado, Marcelo Gouveia destacou que o fortalecimento da bancada faz parte de um planejamento estruturado com foco no médio prazo. Segundo ele, o partido trabalha para construir chapas sólidas tanto para a Assembleia Legislativa quanto para a Câmara dos Deputados, apostando na diversidade de perfis políticos como um diferencial competitivo. A estratégia, conforme indicou, busca atrair lideranças com capital eleitoral consolidado e ampliar o alcance da legenda em diferentes regiões de Pernambuco.
Apesar da aproximação institucional com o governo estadual, o crescimento do Podemos também traz consigo uma característica que pode influenciar o equilíbrio político local: a pluralidade interna. Mesmo integrando a base da governadora Raquel Lyra, o partido passa a abrigar quadros com diferentes alinhamentos políticos, incluindo nomes que mantêm proximidade com o prefeito do Recife, João Campos, apontado como pré-candidato ao Governo de Pernambuco.
Essa composição heterogênea revela uma estratégia pragmática, na qual o partido busca ampliar sua influência sem necessariamente se prender a um único campo político. Ao mesmo tempo em que reafirma apoio à atual gestão estadual, o Podemos sinaliza disposição para dialogar com diferentes projetos de poder, o que pode torná-lo uma peça-chave nas negociações futuras.
Nos bastidores, a leitura é de que o partido passa a ocupar um espaço antes vago na política pernambucana, servindo como alternativa para lideranças que buscam maior autonomia ou reposicionamento estratégico. A nova configuração também tende a impactar diretamente o funcionamento da Alepe, onde a ampliação de bancadas costuma influenciar votações, formação de blocos e distribuição de espaços de poder.
Com as eleições de 2026 já no horizonte, o movimento desta sexta-feira não apenas fortalece o Podemos, mas também acende um alerta nas demais siglas, que devem intensificar suas próprias articulações para evitar perdas e garantir competitividade. Em um cenário cada vez mais dinâmico, a legenda demonstra que pretende deixar de ser coadjuvante para assumir papel de destaque na disputa política em Pernambuco.