sábado, 25 de abril de 2026

COM AGENDA ATIVA NO INTERIOR, FELIPE CARRERAS FORTALECE ARTICULAÇÃO POLÍTICA NO AGRESTE

O deputado federal Felipe Carreras esteve, nesta sexta-feira (24) e neste sábado (25), no Agreste de Pernambuco cumprindo uma intensa agenda institucional ao lado de prefeitos, vice-prefeitos, deputados estaduais, vereadores e lideranças locais. A visita de Carreras reforça o modelo de atuação do parlamentar: presença constante nos municípios, diálogo com os gestores e foco na entrega de resultados para os pernambucanos. 

Em São Bento do Una, Felipe Carreras foi recebido pelo prefeito Alexandre Batité, o vice-prefeito Paulo Renato, o deputado estadual Diogo Moraes e vereadores do município na tradicional ExpoLeite, um dos principais eventos da cidade, e também marcou presença na primeira edição da Serenata do Vale do Una.

Já em Garanhuns, ao lado do prefeito Sivaldo Albino e do deputado estadual Cayo Albino, o deputado federal tratou de pautas estratégicas para o município. Entre os temas discutidos, o avanço das obras do Hospital de Amor que em breve será inaugurado, oferecendo tratamento oncológico gratuito, além de ampliar  significativamente o atendimento à saúde da população da região.

Carreras também recebeu a prefeita de Jupi, Rivanda Freire, em um café da manhã em Garanhuns, para um alinhamento das ações já realizadas com apoio do seu mandato, além da projeção de novas realizações e investimentos que devem ser implementados nos próximos meses. 

Já em Lajedo, o deputado visitou, junto com o prefeito Erivaldo Chagas, ruas da Vila dos Prazeres que estão recebendo pavimentação por meio de recursos destinados pelo seu mandato. As obras representam melhoria direta na mobilidade urbana e na qualidade de vida da população.

Ainda neste sábado, o deputado segue para o Sertão do São Francisco, com destino a Orocó, para a assinatura da ordem de serviço da Escola de Referência em Ensino Fundamental José Bento, ao lado do prefeito Ismael Lira.

DEPUTADOS APROVAM ORÇAMENTO DA JUVENTUDE EM PERNAMBUCO

Proposta de Emenda à Constituição, apresentada pelo Deputado Cayo Albino foi aprovada por unanimidade
A Assembleia Legislativa de Pernambuco aprovou na última quinta-feira (23), de forma unânime, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que institui o Orçamento da Juventude no estado. A autoria é do então deputado estadual Cayo Albino (PSB), parlamentar mais jovem da legislatura no momento da proposição.

"No discurso muitos colocam os jovens como aposta do futuro, mas precisam entender que também somos o presente. Com a inclusão da juventude no orçamento do estado, estamos criando obrigações para investimentos em políticas públicas para os jovens de todas as regiões do estado", explica Cayo Albino.

A PEC aprovada tem como objetivo destinar recursos específicos, alocados devidamente no orçamento estadual, para iniciativas voltadas para os jovens, sendo um fato histórico no estado, para que a temática juvenil tenha uma dotação orçamentária própria e vinculada no planejamento financeiro de Pernambuco, dando a oportunidade de ouvir, discutir e apresentar políticas públicas específicas.

Cayo Albino agradeceu aos parlamentares à aprovação unânime e defendeu a proposta: "Não se trata de promessa nem demagogia, a aprovação do Orçamento da Juventude levará à investimentos que vão melhorar a qualidade de vida dos jovens, na saúde, educação, assistência social e gerando oportunidades, com qualificação profissional, abrindo portas de universidades e campo de trabalho no mercado para empregos melhores qualificados", concluiu o parlamentar, de 28 anos de idade, que deixa seu nome registrado na Assembleia Legislativa como representante da juventude do estado de Pernambuco.

foto: Thomas Ravelly

CONFUSÃO ELEITORAL LEVA JOÃO PAULO A ADOTAR “DO PT” NO NOME PARA EVITAR TROCA DE VOTOS

A disputa eleitoral em Pernambuco ganhou um elemento inusitado e estratégico neste ano: a necessidade de diferenciação entre dois candidatos com nomes praticamente idênticos dentro do mesmo partido. Diante do risco real de confusão nas urnas, o deputado estadual e ex-prefeito do Recife, João Paulo Silva, decidiu acrescentar oficialmente a identificação partidária ao seu nome de campanha, passando a se apresentar como “João Paulo do PT”.

A mudança não veio por acaso. A filiação recente do também deputado estadual João Paulo Costa ao Partido dos Trabalhadores alterou o cenário eleitoral de forma significativa. Até então, a coincidência de nomes não causava maiores transtornos porque Costa estava vinculado ao PCdoB, legenda com número distinto nas urnas. Com a migração para o PT, ambos passaram a disputar votos sob o número 13, o que acendeu o alerta entre aliados e assessores.

Nos bastidores, relatos curiosos reforçaram a preocupação. O próprio Sílvio Costa, pai de João Paulo Costa, chegou a telefonar mais de uma vez para o ex-prefeito acreditando estar falando com o filho, evidenciando o grau de confusão até mesmo entre figuras próximas. Em outro episódio, um assessor do ministro Guilherme Boulos enviou mensagem equivocada, tratando João Paulo Silva como João Paulo Costa, o que precisou ser corrigido.

A decisão de adotar “do PT” surge, portanto, como uma tentativa de preservar a identidade política construída ao longo de décadas e evitar prejuízos eleitorais. Apesar de amplamente conhecido apenas como “João Paulo” pelo eleitorado, o ex-prefeito avaliou que a repetição do nome, associada ao mesmo número partidário, poderia levar eleitores menos atentos a cometer erros na hora do voto — seja digitando números finais incorretos ou escolhendo o candidato errado.

A situação poderia ter sido evitada, segundo interlocutores políticos, caso João Paulo Costa tivesse seguido o caminho inicialmente cogitado de se filiar ao PV. A articulação chegou a avançar em meio às negociações que envolviam o grupo político de Raquel Lyra, mas acabou sendo desfeita após mudanças de posicionamento político, incluindo a reaproximação com o campo liderado pelo prefeito do Recife, João Campos.

Nos corredores da Assembleia Legislativa de Pernambuco, a mudança de partido de João Paulo Costa também gerou desconforto. O deputado já havia enfrentado questionamentos quando ingressou no PCdoB, por não ter histórico ideológico ligado ao comunismo. Agora, ao migrar para o PT, voltou a ser alvo de indagações sobre sua trajetória partidária. A situação se torna ainda mais delicada diante do contexto familiar, já que seus irmãos, Sílvio Costa Filho e Carlos Costa, têm vínculos com o Republicanos.

Além das questões ideológicas, há também o fator competitivo. Informações de bastidores indicam que lideranças do Republicanos resistiram à possibilidade de João Paulo Costa disputar pela legenda, temendo um desequilíbrio interno na distribuição de votos — cenário semelhante ao de eleições anteriores.

Enquanto isso, João Paulo Silva aposta na força de sua trajetória e na identificação popular consolidada para manter seu eleitorado fiel. A adoção do “do PT” no nome é, acima de tudo, uma medida pragmática em um ambiente político cada vez mais competitivo, onde detalhes podem fazer a diferença entre a vitória e a derrota.


Informações do Blog Dellas 

IZAÍAS RÉGIS É CONDENADO A DEVOLVER QUASE R$ 9 MILHÕES POR IRREGULARIDADES NA PREVIDÊNCIA DE GARANHUNS

O deputado estadual Izaías Régis (PSD), ex-prefeito de Garanhuns, no Agreste pernambucano, foi condenado pela Justiça a ressarcir os cofres públicos em um montante que se aproxima de R$ 9 milhões. As decisões, assinadas em 13 de abril pelo juiz Glacidelson Antônio da Silva, da Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns, vinculada ao Tribunal de Justiça de Pernambuco, ainda são passíveis de recurso, mas já colocam o parlamentar no centro de um dos casos mais expressivos envolvendo gestão previdenciária municipal recente no estado.

As condenações decorrem de duas ações de improbidade administrativa que analisaram condutas adotadas durante o período em que Izaías esteve à frente da Prefeitura de Garanhuns. Os processos apontam falhas graves no recolhimento e na gestão de recursos vinculados à previdência municipal, com impactos diretos sobre o equilíbrio financeiro do sistema e sobre as obrigações legais do município.

Na primeira decisão, a Justiça determinou que o ex-prefeito devolva R$ 6.102.478,60 aos cofres públicos, além de pagar multa de igual valor. O magistrado também impôs a suspensão dos direitos políticos por oito anos. A ação foi movida pelo próprio Município de Garanhuns em 2021, após a gestão seguinte identificar débitos junto à Receita Federal relacionados ao exercício de 2016. De acordo com o processo, houve omissão reiterada no recolhimento de contribuições previdenciárias e do Pasep, situação que resultou na abertura de sete processos administrativos fiscais. Na sentença, o juiz destacou que as provas reunidas demonstram de forma consistente tanto a materialidade da conduta quanto o dano ao patrimônio público, ressaltando que a irregularidade não foi pontual, mas se estendeu por vários meses.

Já a segunda condenação, baseada em ação ajuizada em 2024 a partir de auditoria do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, envolve o valor de R$ 2.855.530,11. Nesse caso, o foco recai sobre a suspensão de aportes ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do município sem o devido repasse financeiro. O relatório técnico apontou que a prática comprometeu o equilíbrio do sistema previdenciário local, gerando prejuízos que agora deverão ser ressarcidos. Além da devolução dos recursos, a sentença estabelece o pagamento de multa equivalente a dez vezes a remuneração recebida pelo então prefeito, bem como a perda do cargo público — caso esteja ocupando no momento do trânsito em julgado — e nova suspensão dos direitos políticos por oito anos.

Na fundamentação, o juiz foi enfático ao afirmar que a conduta ultrapassou o campo da negligência administrativa. Segundo ele, a repetição do comportamento ao longo de diferentes exercícios financeiros, aliada ao uso de decretos considerados irregulares, evidencia uma intenção deliberada de não repassar valores que deveriam integrar o ativo do RPPS. A decisão reforça a interpretação de que houve dolo na gestão dos recursos, elemento central para a caracterização de improbidade administrativa com consequências mais severas.

Em resposta, a defesa de Izaías Régis nega a existência de irregularidades com finalidade ilícita e sustenta que as decisões não apontam enriquecimento pessoal. Em nota, o deputado afirmou que não houve desvio de recursos nem utilização indevida para fins particulares. Segundo seus advogados, as medidas adotadas durante a gestão seguiram orientações da Procuradoria Municipal e foram tomadas em um contexto de dificuldades financeiras enfrentadas pelo município, agravadas por fatores como estiagem e bloqueios de repasses federais.

Ainda de acordo com a defesa, os valores teriam sido direcionados à manutenção de políticas públicas essenciais, sem qualquer desvio do interesse coletivo. O ex-prefeito também argumenta que irá recorrer das decisões, buscando reverter as condenações nas instâncias superiores.

O caso amplia o debate sobre a responsabilidade de gestores públicos na administração de regimes próprios de previdência, especialmente em municípios de médio porte, onde a pressão fiscal e as limitações orçamentárias frequentemente desafiam o cumprimento integral das obrigações legais. Enquanto o processo segue em tramitação, as decisões judiciais já produzem forte repercussão no cenário político pernambucano, colocando em evidência a relação entre gestão fiscal, responsabilidade administrativa e consequências jurídicas para agentes públicos.

OSMAR RICARDO VOLTA À CÂMARA DO RECIFE, DISPARA CONTRA JOÃO CAMPOS E PROMETE EMBATE DIRETO COM A GESTÃO MUNICIPAL

A cena política do Recife ganhou novos contornos nesta sexta-feira (24) com o anúncio do retorno do vereador Osmar Ricardo (PT) à Câmara Municipal. Presidente do partido na capital pernambucana e figura conhecida pela atuação sindical, ele reassume o mandato já na próxima terça-feira, ocupando a vaga que será aberta com a licença da vereadora Flávia de Nadegi (PV), que aceitou convite do Governo do Estado para presidir o IRH.

A movimentação foi articulada após uma conversa direta entre Flávia e Osmar, além do secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça. A nomeação da parlamentar para o órgão estadual é vista nos bastidores como um gesto político da governadora Raquel Lyra (PSD), redesenhando o tabuleiro de forças tanto no Executivo estadual quanto na Câmara recifense.

Mesmo antes de reassumir a cadeira, Osmar Ricardo já deixou claro o tom que pretende adotar. Em declaração contundente, afirmou que retornará com postura combativa, mirando diretamente o ex-prefeito do Recife, João Campos. Segundo ele, sua volta representa o resgate de uma voz mais ativa em defesa do funcionalismo público municipal.

O petista estava há cerca de dois meses fora do Legislativo e avalia que sua ausência impactou diretamente nas negociações entre servidores e a Prefeitura. Como presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, ele relembrou episódios recentes de tensão, incluindo mobilizações mais duras, como o bloqueio da sede da gestão municipal em busca de avanços nas pautas da categoria.

Durante sua fala, Osmar fez questão de reconhecer medidas adotadas na gestão anterior, como reajustes salariais para profissionais da Educação e da Saúde, além de benefícios concedidos a categorias específicas. No entanto, ressaltou que essas conquistas ocorreram sob forte pressão dos trabalhadores, reforçando sua narrativa de que a mobilização é essencial para garantir direitos.

O vereador também apontou pendências atuais, cobrando o envio de propostas por parte da Prefeitura para garantir a efetivação de reajustes e benefícios ainda neste primeiro semestre. A expectativa, segundo ele, é que essas medidas sejam aprovadas pela Câmara até o fim do mês, com impacto financeiro já a partir de maio.

Nos bastidores, a ida de Flávia de Nadegi para o comando do IRH também é interpretada como uma tentativa de recomposição política após episódios recentes de desgaste. Um deles envolve a tentativa de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a nomeação de um advogado como procurador municipal dentro da cota destinada a pessoas com deficiência. A proposta teve apoio de Osmar Ricardo, mas acabou barrada pela maioria governista na Câmara. O caso, no entanto, já havia gerado repercussão suficiente para resultar na exoneração do profissional.

Com o retorno de Osmar, a Câmara do Recife deve viver um período de maior tensionamento político. A expectativa é de que o vereador utilize sua experiência sindical e capacidade de mobilização para ampliar o debate sobre direitos dos servidores, ao mesmo tempo em que intensifica o enfrentamento com setores ligados à gestão municipal.

A nova configuração reforça o clima de pré-disputa e reposicionamento político na capital pernambucana, onde alianças, nomeações e discursos começam a desenhar o cenário que marcará os próximos capítulos da política local.

COM HOMENAGEM DE ANDERSON CORREIA, EDUARDO DA FONTE RECEBE TÍTULO DE CIDADÃO DE CARUARU

O deputado federal e presidente estadual da Federação União Progressista, Eduardo da Fonte (PP/UP), recebeu, nesta sexta-feira (24/04), o Título de Cidadão de Caruaru. A homenagem foi proposta pelo vereador mais votado da história do município e pré-candidato a deputado estadual, Anderson Correia (PP/UP).

A solenidade reconheceu a trajetória de trabalho de Eduardo da Fonte em defesa de Pernambuco, com destaque para os investimentos destinados à saúde, ao fortalecimento dos municípios e à articulação política em favor do desenvolvimento de Caruaru e de todo o Agreste.

Durante o discurso, Eduardo da Fonte agradeceu a homenagem e destacou a emoção de receber o título de uma cidade que faz parte da sua história familiar. Ele relembrou o legado do seu avô, Armando da Fonte, responsável pela construção da moderna sede da Associação Comercial de Caruaru e também pela presidência do tradicional Clube Intermunicipal.

“Receber o Título de Cidadão de Caruaru é uma honra muito grande e carrega um significado especial para mim. Essa é uma cidade que faz parte da história da minha família, através do legado do meu avô, Armando da Fonte, que contribuiu com o desenvolvimento de Caruaru. Agradeço a Anderson Correia por esse reconhecimento e reforço meu compromisso de continuar trabalhando por essa terra que agora também é oficialmente minha”, afirmou Eduardo da Fonte.

Anderson Correia ressaltou a importância da homenagem: “Eduardo da Fonte é um homem de trabalho, de resultados e de compromisso com Pernambuco. Caruaru reconhece hoje tudo o que ele já fez e continua fazendo pela nossa gente, principalmente na saúde e no fortalecimento dos municípios. Esse título é mais do que merecido”.

Foto: Igor Toscano

EUA AMPLIAM PENA DE MORTE E AUTORIZAM FUZILAMENTO, GÁS E CHOQUE ELÉTRICO SOB NOVA DIRETRIZ DE TRUMP

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (24) que vão permitir as execuções de presos federais por pelotão de fuzilamento e que voltarão a aplicar injeções letais em casos de pena de morte no país, além de métodos como asfixia por gás e choque elétrico.  O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça dos EUA. No comunicado, o órgão diz estar cumprindo uma ordem de Donald Trump para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte no país. As informações são do g1.  O relatório funciona como uma diretriz para os estados. Isso porque a lei só autoriza o governo federal a realizar execuções em estados que permitem a pena de morte e deve seguir os protocolos locais. Atualmente, cinco estados permitem execuções por fuzilamento: Idaho, Mississippi, Oklahoma, Carolina do Sul e Utah.  No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. No entanto, vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução por uma decisão do governo do ex-presidente democrata Joe Biden.  A gestão Biden acatou uma série de pesquisas que apontavam “dor e sofrimento desnecessários no método”. No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise do governo anterior de “profundamente falha”.  “Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes”, diz o comunicado. Na prática, a nova determinação do governo Trump será utilizada como um parâmetro, já que a pena de morte é descentralizada nos EUA, e diferentes métodos são permitidos ou proibidos dependendo do estado.  Em 2025, por exemplo, um homem foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à falta de medicamentos para a aplicação da injeção letal.  Em 2024, em um caso inédito, o estado do Alabama começou a aplicar a morte por asfixia como alternativa. Esse método, no entanto, também enfrentou denúncias de sofrimento exagerado e poderia ser comparável à tortura, segundo a ONU.  Agora, o procurador-geral dos EUA, Todd Blanche, à frente do Departamento e Justiça, instruiu o Departamento de Prisões a “incluir métodos adicionais e constitucionais de execução que já são previstos pela legislação de certos estados”, entre eles:  O pelotão de fuzilamento; A asfixia com gás nitrogênio; A eletrocussão, ou choque elétrico. “Essa modificação ajudará a garantir que o Departamento esteja preparado para realizar execuções legais, mesmo que um medicamento específico não esteja disponível”, diz o relatório.  Promessa de campanha de Trump A nova determinação cumpre a promessa do presidente Donald Trump de retomar a pena de morte no âmbito federal em seu segundo mandato. Em sua primeira vez à frente da Casa Branca, entre 2017 e 2021, Trump retomou as execuções federais após um hiato de 20 anos, e 13 condenados morreram por injeção letal.  Já Biden comutou as penas de 37 pessoas que aguardavam execução no corredor da morte federal, e apenas três condenados à morte foram executados em sua gestão
 

BOULOS E RAQUEL LYRA SURPREENDEM COM ENTROSAMENTO E REFORÇAM PARCERIA EM AÇÕES NO RECIFE

A cena política pernambucana ganhou novos contornos nesta semana com a sintonia demonstrada entre o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e a governadora Raquel Lyra. Durante uma série de agendas conjuntas no Recife, os dois chamaram atenção não apenas pela presença institucional, mas pela afinidade no discurso e na condução das atividades, em um momento em que alianças políticas ganham peso estratégico.

A visita de Boulos ao estado teve como principal objetivo a apresentação da caravana “Governo do Brasil”, iniciativa que busca aproximar serviços e programas federais da população, sobretudo em regiões que historicamente enfrentam dificuldades de acesso. A ação, alinhada às diretrizes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi marcada por atendimentos diretos, oferta de serviços públicos e diálogo com lideranças locais.

Ao lado do ministro, Raquel Lyra adotou um tom enfático em defesa da união política como caminho para o desenvolvimento de Pernambuco. Em seu discurso, a governadora fez um alerta sobre o ambiente eleitoral que se aproxima, destacando o risco de fragmentação. “Em tempo de eleição, vão querer nos dividir, vão querer separar quem veste branco, preto, roxo, amarelo, azul ou vermelho. Não sabem que o nosso povo dividido faz muito mal ao nosso estado”, afirmou, em fala que repercutiu entre apoiadores e observadores políticos.

A declaração foi interpretada como um gesto de maturidade política e tentativa de construir pontes em um cenário tradicionalmente marcado por disputas acirradas. Ao elogiar o presidente Lula, Raquel também sinalizou abertura ao diálogo institucional com o governo federal, reforçando uma postura pragmática voltada à busca de investimentos e parcerias para o estado.

Nos bastidores, o entrosamento entre a governadora e o ministro foi visto como um indicativo de que, apesar das diferenças partidárias, há espaço para convergência quando o foco são políticas públicas e ações de impacto social. A presença conjunta em agendas públicas, com discursos alinhados, fortaleceu essa percepção.

A passagem da caravana pelo Recife deixou como saldo não apenas a prestação de serviços, mas também uma mensagem política clara: em meio a um cenário de polarização, há movimentos que apostam na cooperação como ferramenta para atender às demandas da população. Resta saber como esse alinhamento será interpretado no tabuleiro político nos próximos meses, especialmente com a aproximação do calendário eleitoral.