sexta-feira, 29 de maio de 2026
CÂMARA DE ARCOVERDE ARQUIVA PROCESSO DE CASSAÇÃO CONTRA LUCIANO PACHECO
EM BELO JARDIM, NO AGRESTE CENTRAL, GOVERNADORA RAQUEL LYRA ENTREGA NOVO TERMINAL RODOVIÁRIO E TÍTULOS DE PROPRIEDADE
PSB ESPALHA BOATOS PARA TENTAR CONTER IMPACTO DE PESQUISA QUE MOSTRA VIRADA DE RAQUEL LYRA EM PERNAMBUCO
Uma onda de desinformação tomou conta dos bastidores políticos de Pernambuco na noite desta quarta-feira (28), após a divulgação de mensagens afirmando que a pesquisa eleitoral que colocou a governadora Raquel Lyra (PSD) na liderança da disputa estadual teria sido suspensa pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). A informação, no entanto, não passava de uma tentativa de confundir a opinião pública e minimizar os efeitos políticos do levantamento divulgado pelo instituto Datafolha.
A falsa narrativa começou a circular poucas horas depois da publicação da pesquisa que apontou Raquel Lyra à frente do prefeito do Recife, João Campos (PSB), num cenário considerado simbólico por aliados e adversários. O levantamento mostrou a governadora com 48% das intenções de voto contra 43% do socialista, consolidando a primeira virada matemática registrada em pesquisas estaduais desde o início do ciclo pré-eleitoral de 2026.
Nos bastidores, o clima foi de tensão entre setores ligados ao PSB. A repercussão dos números teria provocado forte reação em grupos políticos e digitais ligados à campanha do prefeito recifense. A estratégia encontrada por parte desses aliados foi impulsionar conteúdos insinuando que a pesquisa havia sido barrada pela Justiça Eleitoral, numa tentativa de desacreditar o resultado que movimentou o cenário político estadual.
Entretanto, a informação compartilhada nas redes sociais distorceu completamente o teor da decisão judicial. O despacho do TRE-PE não tinha qualquer relação com a pesquisa do Datafolha divulgada nesta quinta-feira (29). A medida judicial tratava, na realidade, de um levantamento realizado pelo Instituto Múltipla Pesquisas, registrado sob o número PE-07611/2026, divulgado anteriormente e alvo de questionamentos apresentados pelo MDB estadual.
A decisão foi assinada pela desembargadora eleitoral Roberta Viana Jardim e determinou a suspensão da divulgação daquela pesquisa específica do Instituto Múltipla. Mesmo assim, páginas e perfis ligados a setores socialistas passaram a compartilhar artes e mensagens sugerindo, de forma enganosa, que a decisão atingia o novo levantamento do Datafolha.
Entre as páginas que ajudaram a espalhar a versão distorcida esteve a “Pernambuco com João Campos”, que reúne mais de 112 mil seguidores nas redes sociais. A publicação rapidamente ganhou repercussão e acabou sendo replicada em grupos políticos e aplicativos de mensagens, alimentando a confusão entre eleitores.
A movimentação evidenciou o impacto causado pela pesquisa Datafolha dentro do ambiente político pernambucano. Até então, aliados do PSB vinham tratando a disputa estadual com relativa tranquilidade. O novo cenário, porém, provocou mudança imediata de postura, acelerando articulações, reaproximações e mobilizações de emergência nos bastidores.
Nos corredores políticos, a avaliação é de que a reação ao levantamento revelou preocupação real com o avanço de Raquel Lyra no interior e na Região Metropolitana do Recife. A governadora vem intensificando agendas administrativas, entregas de obras e investimentos estratégicos, enquanto o grupo socialista tenta preservar a força eleitoral construída nos últimos anos.
Outro ponto que chamou atenção foi a velocidade com que a desinformação se espalhou. Muitas publicações omitiram propositalmente os números corretos dos registros eleitorais para induzir o eleitor ao erro. A pesquisa Datafolha segue regularmente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-07888/2026 e BR-04242/2026, sem qualquer decisão judicial que impeça sua divulgação.
Nas redes sociais, após a checagem das informações, diversos internautas passaram a questionar a tentativa de manipulação narrativa. Comentários acusando setores políticos de promover “fake news eleitoral” ganharam força ao longo da madrugada. Para observadores do cenário estadual, o episódio acabou ampliando ainda mais a repercussão da pesquisa e transformando o resultado num dos assuntos políticos mais comentados do estado.
A leitura predominante entre analistas é de que o embate entre Raquel Lyra e João Campos entrou definitivamente em um novo patamar. Com a disputa mais equilibrada, a tendência é de aumento na tensão política, crescimento das campanhas digitais e intensificação da guerra de versões nos próximos meses.
NOVO CAGED: PERNAMBUCO MANTÉM RITMO DE CRESCIMENTO E ALCANÇA MARCA HISTÓRICA DE EMPREGOS FORMAIS GERADOS NO ESTADO
Desde janeiro de 2023, Pernambuco acumula 191.840 empregos gerados com carteira assinada, número que supera em 17.855 vagas o total registrado entre 2010 e 2022, representando um avanço de 10,26%. Apenas em abril deste ano, o Estado encerrou o mês com saldo positivo de 3.340 novos postos de trabalho formais. Os dados foram divulgados pelo Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), e reforçam a trajetória positiva da geração de empregos em Pernambuco, que já soma 8.648 vagas criadas nos quatro primeiros meses de 2026.
“Esses números demonstram que o Estado está crescendo e retomando sua capacidade de gerar oportunidades para a nossa gente. Estamos trabalhando para atrair investimentos, fortalecer a economia e garantir que o desenvolvimento chegue a todas as regiões de Pernambuco, criando mais emprego, renda e dignidade para a população”, enfatizou a governadora Raquel Lyra.
Entre os setores que mais contribuíram para o resultado de abril, o destaque ficou com Serviços, responsável por 6.248 novas vagas. A Construção Civil também apresentou desempenho positivo, com geração de 1.819 empregos e crescimento de 10,91% em relação ao mesmo período de 2025, reforçando o impacto das obras e investimentos em infraestrutura no Estado.
A secretária de Desenvolvimento Econômico, Danielle Jar Souto, ressaltou que o avanço na geração de empregos está ligado ao fortalecimento da economia em diferentes regiões do Estado. “A interiorização dos investimentos na nossa economia tem contribuído para esse cenário de desenvolvimento. Estamos trabalhando para ampliar investimentos, estimular novos negócios e criar mais oportunidades para os pernambucanos”, destacou.
Outro destaque do levantamento foi a geração de empregos entre as mulheres, que responderam pelo saldo positivo do mês com 3.437 vagas formais criadas em abril.
Para o secretário de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo, Diogo Alexandre, os dados refletem o fortalecimento do mercado de trabalho em Pernambuco. “O resultado acumulado do ano demonstra a resiliência da economia pernambucana e evidencia os efeitos das políticas de atração de investimentos, ampliação da infraestrutura e fortalecimento do ambiente de negócios”, pontuou o titular da pasta.
Os números do Novo Caged demonstram o avanço das políticas de desenvolvimento econômico implementadas pelo Governo de Pernambuco, com estímulo à atividade produtiva, atração de investimentos e ampliação das oportunidades de trabalho para a população.
TAMBAÚ: A HISTÓRIA NORDESTINA DE SUPERAÇÃO QUE TRANSFORMOU UM DOCE CASEIRO EM UM IMPÉRIO DOS ALIMENTOS
Natural de Prata, no interior da Paraíba, quase na divisa com Pernambuco, Gerson veio de uma família humilde e começou a trabalhar ainda muito jovem. Aos 14 anos, já enfrentava a rotina pesada do trabalho e carregava um sonho que parecia distante para um garoto do sertão: tornar-se industrial. O que muitos enxergavam como impossível acabou se transformando em realidade graças à determinação de quem aprendeu cedo que oportunidade não aparece pronta, ela precisa ser construída.
Os primeiros passos da futura gigante nordestina foram simples e artesanais. Ainda criança, Gerson produzia doces caseiros feitos com frutas tropicais e saía vendendo de porta em porta. Era um trabalho duro, feito manualmente, dependendo do esforço diário e da confiança conquistada junto aos clientes. Mas foi exatamente nesse contato direto com o consumidor que nasceu um dos maiores patrimônios da marca: a relação afetiva com o povo nordestino.
A oficialização da Tambaú aconteceu em 1962, quando foi instalada a primeira fábrica no município de Custódia, no sertão pernambucano. Em um período em que o interior do Nordeste ainda enfrentava enormes dificuldades estruturais e econômicas, apostar na industrialização fora dos grandes centros urbanos exigia ousadia. O foco inicial era a produção de doces de frutas, segmento que rapidamente começou a ganhar espaço no mercado regional graças à qualidade dos produtos e ao sabor fortemente ligado às tradições nordestinas.
Mas a caminhada da Tambaú jamais foi construída sem obstáculos. Em 1967, uma enchente devastadora atingiu Custódia e destruiu completamente a estrutura inicial da empresa. O episódio poderia ter encerrado definitivamente a trajetória da fábrica. No entanto, foi justamente naquele momento que surgiu uma das marcas mais fortes da história de Gerson Gonçalves de Lima: a capacidade de recomeçar.
Em vez de desistir, o empresário reconstruiu o negócio praticamente do zero. A tragédia acabou se transformando em símbolo de resistência e superação, pilares que acompanhariam a identidade da empresa ao longo das décadas seguintes. A reconstrução consolidou a visão de um empreendedor que compreendia que crescer no Nordeste significava enfrentar dificuldades sem abandonar as raízes.
Com o passar dos anos, a Tambaú ampliou seus horizontes e consolidou sua presença no mercado alimentício regional. Em 1987, ao completar 25 anos de fundação, a empresa deu um passo estratégico que mudaria sua história: entrou no segmento de molhos e atomatados. Foram lançados produtos como extrato de tomate, molhos prontos, catchup e também o tradicional doce de goiaba, que se tornaria um dos itens mais emblemáticos da marca.
O catchup Tambaú rapidamente ganhou força comercial e chegou a liderar o mercado regional por sete anos consecutivos, um feito expressivo diante da concorrência nacional de grandes multinacionais do setor alimentício. A marca conseguiu ocupar um espaço importante ao compreender hábitos de consumo do Nordeste e apostar em produtos com forte identificação regional.
Mesmo diversificando sua linha de produção, a memória afetiva do consumidor continuou fortemente associada aos doces, especialmente ao doce de goiaba, considerado até hoje um dos produtos de maior recall da empresa na região. A estratégia da Tambaú foi justamente equilibrar tradição e expansão: manter viva a identidade construída nos doces artesanais enquanto avançava em segmentos industriais mais amplos e competitivos.
Com o tempo, a empresa se consolidou como um verdadeiro caso de sucesso nordestino. Atualmente instalada em um complexo industrial de aproximadamente 50 mil metros quadrados, a Tambaú reúne cerca de 120 produtos distribuídos entre as linhas de atomatados, doces, condimentos, molhos e food service. A marca se tornou uma das líderes de mercado nas regiões Norte e Nordeste, mantendo forte presença no varejo e na memória do consumidor.
A história da Tambaú vai além dos números e da expansão empresarial. Ela representa o retrato de um Nordeste empreendedor que cresceu apostando no trabalho, na resistência e na valorização de sua própria identidade cultural e gastronômica. O menino que vendia doces de porta em porta transformou um sonho improvável em uma das maiores indústrias alimentícias da região, carregando consigo uma lição que atravessa gerações: grandes histórias podem nascer dos lugares mais simples quando existe coragem para persistir.
quinta-feira, 28 de maio de 2026
A FAMÍLIA BOLSONARO E A ARTE DE MANIPULAR O NOTICIÁRIO
Nos últimos dias, o roteiro voltou a se repetir de maneira quase didática. O escândalo envolvendo o Banco Master começou a produzir uma sangria diária de informações desconfortáveis para aliados do bolsonarismo. O senador envolvido no episódio transitou entre versões conflitantes, negou contatos, depois admitiu telefonemas, reuniões, negociações e pedidos. A cada nova declaração, uma contradição surgia. O que era negado pela manhã reaparecia confirmado à tarde. O que parecia impossível virava “mal interpretado” no dia seguinte.
Enquanto isso, os jornais começavam a montar o quebra-cabeça de relações políticas, financeiras e institucionais que cercam o caso. A pressão crescia. O desgaste aumentava. O debate sobre possível tráfico de influência, proximidade suspeita com banqueiros e inconsistências públicas começava a ganhar força nacional.
Foi exatamente nesse momento que surgiu a velha e eficiente estratégia da cortina de fumaça.
O encontro com Donald Trump apareceu como uma espécie de “salvação narrativa”. Não necessariamente pelos resultados concretos — porque praticamente inexistiram —, mas pela utilidade política e midiática. Bastou uma fotografia, uma reunião protocolar e uma enxurrada de publicações em redes sociais para mudar o eixo do debate. O assunto deixou de ser as contradições do senador e passou a ser a fantasia da influência internacional bolsonarista.
Como se não bastasse, logo em seguida veio o anúncio dos Estados Unidos classificando facções criminosas como PCC e Comando Vermelho dentro do debate sobre organizações terroristas. Automaticamente, setores bolsonaristas correram para vender a ideia de que tudo teria ocorrido graças à suposta articulação da família Bolsonaro junto ao governo americano. A narrativa foi montada em velocidade industrial: Flávio Bolsonaro teria influenciado Washington, Trump teria ouvido o bolsonarismo brasileiro e os EUA estariam respondendo aos pedidos do grupo político.
A realidade, porém, é muito menos cinematográfica.
Os Estados Unidos discutem organizações criminosas transnacionais há décadas. O endurecimento americano contra facções latino-americanas não nasceu ontem, não surgiu de um jantar político e muito menos dependeu de um senador brasileiro em busca de recuperação de imagem. Trata-se de uma agenda geopolítica permanente dos EUA, ligada a segurança internacional, narcotráfico, imigração ilegal e interesses estratégicos do próprio governo americano.
Mas pouco importa a realidade factual quando o objetivo principal é produzir sensação política.
E aí reside a grande força do bolsonarismo: a capacidade de fabricar percepção. Não importa necessariamente o que aconteceu, mas sim o que conseguem fazer parte da população acreditar que aconteceu. A lógica é emocional, não racional. Cria-se um inimigo, cria-se um herói, cria-se um evento simbólico e imediatamente uma militância digital organizada entra em ação para transformar aquilo em “verdade popular”.
Enquanto jornalistas investigam documentos, versões e relações financeiras, a máquina paralela atua para empurrar novos temas às redes sociais. O assunto deixa de ser o possível escândalo e passa a ser patriotismo, Trump, terrorismo, comunismo, facções criminosas ou qualquer outro elemento que gere engajamento emocional instantâneo.
É um modelo político que vive menos da resolução de problemas reais e mais da administração permanente de crises narrativas.
A técnica funciona porque compreende perfeitamente o comportamento da comunicação moderna: o brasileiro médio não acompanha profundamente uma investigação financeira complexa, mas reage rapidamente a símbolos de força, patriotismo e confronto ideológico. Assim, cada nova crise vira oportunidade para produzir um novo espetáculo.
No fundo, o bolsonarismo parece ter entendido antes de muitos partidos que, na era digital, controlar a emoção do debate pode ser mais poderoso do que explicar os fatos. E assim o país segue preso num ciclo onde denúncias graves desaparecem soterradas por ondas sucessivas de distração política cuidadosamente fabricadas.
A pergunta que permanece é simples: até quando a fumaça conseguirá esconder o incêndio?
GOVERNADORA RAQUEL LYRA REALIZA ENTREGAS DO PROGRAMA LEITE PARA TODOS E DE 276 TÍTULOS DE PROPRIEDADE EM GARANHUNS
GOVERNO DE PERNAMBUCO REGULAMENTA AUXÍLIO PERNAMBUCO PARA DESTINAR R\$ 2.500 A FAMÍLIAS ATINGIDAS PELAS CHUVAS
O Governo de Pernambuco publicou, nesta quinta-feira (28), o Decreto nº 60.736/2026, que regulamenta a concessão do Auxílio Pernambuco, um aporte financeiro criado para apoiar famílias de baixa renda que sofreram perdas materiais em decorrência das fortes chuvas registradas no Estado no início do mês. Com valor de R$ 2.500, pago em parcela única, o auxílio será destinado às famílias residentes em municípios com situação de emergência reconhecida pelo Estado e que atendam aos critérios definidos na legislação.
“Continuamos trabalhando de forma integrada com os municípios para assegurar apoio às famílias atingidas pelas chuvas e que perderam seus bens. Garantimos também orientação aos municípios para que as pessoas possam receber o auxílio”, destacou a governadora Raquel Lyra.
A secretária de Assistência Social, Combate à Fome e Políticas sobre Drogas (SAS), Andreza Pacheco, destaca que a secretaria já realizou reuniões técnicas com os municípios contemplados para orientar sobre os procedimentos de levantamento das informações, envio da documentação e operacionalização do benefício. "Com a publicação do decreto, avançamos em mais uma etapa importante. Agora, é fundamental que os municípios concluam a identificação das famílias e encaminhem os dados necessários para que possamos realizar as análises e efetivar os pagamentos dentro dos prazos estabelecidos”, explicou.
Após os municípios realizarem a identificação das famílias elegíveis e enviarem as informações necessárias ao Governo do Estado, a gestão estadual irá validar os dados. Depois, o Estado realizará o cadastramento dos beneficiários e efetuará o pagamento diretamente ao responsável familiar registrado no Cadastro Único (CadÚnico), por meio de transferência bancária. Caso as informações não sejam enviadas pelos municípios no prazo de até 15 dias após a publicação do decreto, o Governo do Estado poderá realizar a verificação diretamente junto às famílias atingidas.
Para receber o benefício, a família deve cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos: residir em município contemplado pela situação de emergência reconhecida pelo Estado, estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico), possuir renda familiar per capita de até meio salário mínimo e comprovar, por meio de documento emitido pelo município, que sofreu danos materiais em decorrência das chuvas.
Entre os danos considerados estão a perda total ou parcial da residência, bem como a inutilização de móveis, eletrodomésticos e outros bens essenciais à habitabilidade e à subsistência da família.
PAGAMENTO - O decreto estabelece que o pagamento do Auxílio Pernambuco deverá ocorrer em até 30 dias após a confirmação do cadastro e a validação das informações encaminhadas. A SAS informa que, paralelamente à recepção dos dados dos municípios, também está finalizando junto à Caixa Econômica Federal os procedimentos operacionais necessários para viabilizar os pagamentos. Assim que as primeiras listas forem concluídas e validadas, o Governo de Pernambuco divulgará o calendário oficial de pagamento e demais orientações aos beneficiários.