quinta-feira, 25 de junho de 2026
EX-THE VOICE LETÍCIA BASTOS É CONFIRMADA NO SÃO JOÃO DE CAAPORÃ
GESTÃO DE EXCELÊNCIA: TORITAMA CONQUISTA O 1º LUGAR DO NORDESTE EM PRÊMIO DO TESOURO NACIONAL
GOVERNADORA RAQUEL LYRA ENTREGA NOVA CENTRAL DE VACINAS E DOBRA CAPACIDADE DE ARMAZENAMENTO EM PERNAMBUCO
TERESA LEITÃO ASSUME LIDERANÇA DO GOVERNO NO SENADO E COLOCA PERNAMBUCO NO CENTRO DAS ARTICULAÇÕES DE LULA
Ao comunicar a escolha, Lula destacou que Teresa terá a responsabilidade de conduzir o diálogo em torno de projetos considerados prioritários para sua gestão. Entre eles estão propostas que mobilizam amplo debate nacional, como o fim da escala de trabalho 6 por 1, a Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública e outras matérias consideradas essenciais para a agenda social e econômica do governo federal.
A nomeação ocorre em um momento delicado para a base governista. A mudança foi acelerada após a saída do senador Jaques Wagner da liderança do Governo no Senado. O parlamentar baiano deixou o cargo em meio ao desgaste político provocado pela operação da Polícia Federal que apura suspeitas de favorecimento a interesses do Banco Master no Congresso Nacional. Embora as investigações ainda estejam em andamento, a situação gerou forte repercussão em Brasília e levou o Palácio do Planalto a promover uma rápida reorganização de sua articulação política.
A escolha de Teresa Leitão não foi casual. Integrante histórica do Partido dos Trabalhadores, ela construiu uma trajetória marcada pela atuação na educação, no sindicalismo e na defesa de pautas sociais. Sua experiência acumulada ao longo de décadas na vida pública foi um dos fatores que pesaram na decisão presidencial.
Natural do Recife, Teresa é pedagoga e professora aposentada. Antes de chegar ao Senado, consolidou sua carreira política como uma das principais lideranças da educação pública em Pernambuco. Atuou em entidades sindicais ligadas ao magistério, presidiu o PT pernambucano e exerceu cinco mandatos consecutivos como deputada estadual, tornando-se uma das parlamentares mais influentes da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Em 2022, alcançou um marco histórico ao receber aproximadamente dois milhões de votos e se tornar a primeira mulher eleita senadora por Pernambuco. Desde então, vem ampliando sua projeção nacional dentro do partido e conquistando espaço nas principais discussões do Congresso Nacional.
O crescimento de sua influência política já havia sido evidenciado em abril deste ano, quando assumiu a liderança da bancada do PT no Senado. Agora, com a promoção para a liderança do Governo, Teresa passa a ocupar uma posição ainda mais estratégica, funcionando como a principal ponte entre o Palácio do Planalto e os senadores da base aliada.
O novo desafio exigirá habilidade política e capacidade de negociação. Entre as primeiras missões da parlamentar está a reconstrução e o fortalecimento do diálogo institucional com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, além da articulação para garantir apoio às matérias prioritárias do Executivo em um cenário marcado pela antecipação das disputas eleitorais de 2026.
Analistas políticos observam que a escolha também possui um forte simbolismo. Além de prestigiar Pernambuco, um dos estados mais relevantes para a base eleitoral de Lula, a nomeação amplia o protagonismo feminino em cargos de liderança nacional. Em um ambiente historicamente dominado por homens, Teresa passa a ocupar uma função de enorme relevância institucional, tornando-se uma das principais vozes do governo dentro do Congresso.
A ascensão da senadora reforça ainda a confiança do presidente em quadros com histórico de lealdade partidária e experiência legislativa. Em um período de intensas negociações políticas, a expectativa do Planalto é que Teresa Leitão utilize sua capacidade de diálogo para consolidar a base governista e garantir avanços em pautas consideradas fundamentais para os próximos anos.
Com a nova missão, a senadora pernambucana entra definitivamente no núcleo das decisões políticas de Brasília. Sua atuação será observada de perto não apenas pelos aliados do governo, mas também pela oposição e pelos diversos setores da sociedade que acompanham os rumos das principais propostas em discussão no Congresso Nacional. A partir de agora, Pernambuco ganha uma representante em uma das posições mais influentes do Senado, enquanto Lula aposta na experiência e na capacidade de articulação de Teresa Leitão para conduzir uma agenda legislativa decisiva para o futuro de seu governo.
CAIADO RECONHECE FORÇA DE RAQUEL E ADMITE: GOVERNADORA NÃO PODE ESCOLHER LADO AGORA
Durante entrevista concedida à CBN Recife, o governador de Goiás fez questão de destacar sua relação de respeito e admiração pela gestora pernambucana. Caiado elogiou a condução administrativa de Raquel Lyra e afirmou que ela conseguiu superar dificuldades enfrentadas no início da gestão, consolidando sua liderança política no Estado. Na avaliação do presidenciável, a governadora chega fortalecida ao atual momento político e reúne condições de transformar um eventual segundo mandato em um período ainda mais marcante para Pernambuco.
Ao comentar a ausência de um alinhamento explícito em torno de sua pré-candidatura, Caiado adotou um discurso de compreensão. Segundo ele, é natural que governadores evitem se envolver precocemente na disputa nacional, especialmente quando administram estados com eleitorados plurais e compostos por diferentes correntes políticas. Para o líder do PSD, Raquel está concentrada em governar Pernambuco e não deve ser pressionada a tomar uma posição neste momento.
A fala do governador goiano revela uma leitura pragmática do cenário político. Raquel Lyra tem buscado construir uma imagem de gestora focada em resultados administrativos, evitando antecipar movimentos que possam gerar desgastes ou comprometer alianças futuras. Além disso, a governadora sabe que seu eleitorado é formado por segmentos que apoiam diferentes projetos presidenciais, tornando qualquer definição antecipada um movimento de alto risco político.
Mesmo sem o apoio formal da principal liderança do PSD pernambucano, Caiado demonstrou confiança ao afirmar que terá um palanque estruturado no Estado. Segundo ele, a força partidária construída pelo PSD em Pernambuco, com prefeitos, deputados e possíveis candidatos ao Senado, garantirá presença competitiva durante a campanha presidencial.
Entretanto, a realidade política local apresenta desafios importantes para essa estratégia. Um dos principais nomes do partido para a disputa ao Senado, o deputado federal Túlio Gadêlha, já sinaliza proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não esconde sua intenção de apoiar a reeleição do petista. A posição evidencia que o PSD pernambucano convive atualmente com diferentes correntes políticas, refletindo uma pluralidade que pode dificultar a construção de um palanque unificado para Caiado.
Outro fator que adiciona incerteza ao cenário é a postura do senador Fernando Dueire, também cotado para compor uma chapa majoritária em Pernambuco. Dueire mantém cautela e aguarda os movimentos da governadora antes de definir qual caminho seguirá na disputa nacional. Nos bastidores, a avaliação é de que a decisão de Raquel Lyra será determinante para orientar boa parte das lideranças do PSD no Estado.
A passagem de Ronaldo Caiado por Pernambuco inclui agenda em Caruaru, onde foi recebido pelo prefeito Rodrigo Pinheiro, uma das principais lideranças pessedistas do Agreste. O encontro acontece em meio aos festejos juninos, evento tradicionalmente utilizado por lideranças políticas para fortalecer articulações, ampliar diálogos e medir o ambiente político para os próximos meses.
Mais do que uma visita festiva, a presença de Caiado em Pernambuco evidencia a importância estratégica do Estado para os projetos nacionais do PSD. Ao mesmo tempo, reforça uma realidade já percebida por diversos observadores da cena política: enquanto os presidenciáveis aceleram a corrida eleitoral, Raquel Lyra segue administrando o próprio tempo político, preservando sua autonomia e evitando antecipar decisões que poderão definir os rumos das alianças em Pernambuco e no Brasil em 2026.
VÍDEO DE MICHELLE ABALA PRÉ-CAMPANHA E FLÁVIO TENTA CONTER CRISE QUE CONTINUA GERANDO DESGASTE NO CLÃ BOLSONARO
No vídeo publicado nas redes sociais, Michelle afirmou ter sido alvo de desrespeito e maus-tratos durante uma conversa telefônica com o enteado. Segundo seu relato, a ligação aconteceu após ela externar publicamente sua insatisfação com articulações políticas envolvendo o partido no Ceará. A ex-primeira-dama disse que buscava diálogo, mas teria recebido uma reação dura e inesperada do senador.
A repercussão foi imediata. O conteúdo viralizou entre apoiadores bolsonaristas e rapidamente ganhou destaque no noticiário político nacional. Mais do que uma divergência interna, o episódio trouxe à tona fissuras que, segundo interlocutores, já vinham se acumulando nos bastidores entre diferentes grupos que disputam espaço e influência dentro do PL.
Percebendo o impacto negativo da situação, Flávio Bolsonaro recorreu às redes sociais para tentar reduzir a tensão. Em nota pública, afirmou que jamais teve a intenção de ofender Michelle e reconheceu sua importância política e pessoal para a família. O senador destacou o trabalho desenvolvido por ela à frente do PL Mulher e ressaltou sua dedicação ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Apesar do gesto, aliados admitem reservadamente que o pedido de desculpas não foi suficiente para encerrar a crise. Nos bastidores, lideranças do partido avaliam que o vídeo teve um alcance muito maior do que qualquer nota de esclarecimento posterior. Isso porque Michelle ocupa uma posição estratégica dentro do eleitorado conservador, especialmente entre as mulheres, segmento considerado decisivo para qualquer projeto presidencial da direita.
A preocupação aumentou porque a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro enfrenta justamente dificuldades para ampliar sua aceitação junto ao público feminino. Analistas políticos observam que Michelle construiu nos últimos anos uma identidade própria dentro do campo conservador, deixando de ser apenas a esposa do ex-presidente para se transformar em uma liderança com influência nacional, capacidade de mobilização e forte presença nas redes sociais.
O episódio também expôs um conflito interno sobre os rumos do partido. Enquanto um grupo entende que Michelle extrapolou ao tornar pública a divergência, outra ala considera que suas críticas refletem preocupações compartilhadas por parte da base bolsonarista. O resultado foi um ambiente de tensão que acabou dividindo opiniões dentro da legenda.
No centro da crise está também o silêncio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Sem uma manifestação pública até o momento, Bolsonaro tornou-se alvo de expectativa tanto por parte dos filhos quanto dos aliados políticos. A avaliação de dirigentes partidários é que qualquer posicionamento seu poderá influenciar diretamente os próximos passos da relação entre Michelle e Flávio.
Enquanto isso, o vídeo continua produzindo efeitos políticos. O caso passou a ser tratado como um teste de liderança para Flávio Bolsonaro, que busca consolidar sua imagem como principal representante do bolsonarismo na disputa presidencial. O desafio agora não é apenas administrar uma divergência familiar, mas impedir que ela se transforme em um problema eleitoral de longo prazo.
Nos bastidores de Brasília, a percepção é de que a crise ainda está longe de um desfecho definitivo. Mesmo com as tentativas de pacificação, o episódio revelou disputas de influência, divergências estratégicas e tensões internas que poderão marcar os próximos capítulos da pré-campanha presidencial. O vídeo de Michelle, que inicialmente parecia apenas um desabafo pessoal, acabou se transformando em um dos acontecimentos políticos mais comentados da semana e segue produzindo reflexos importantes dentro do universo bolsonarista.
MENDONÇA SAI EM DEFESA DE PRISCILA KRAUSE E DENUNCIA “USO POLÍTICO” DE HOSPITAL QUE ATENDE MILHARES NO AGRESTE
O caso ganhou visibilidade após surgirem questionamentos relacionados aos repasses estaduais destinados ao hospital, que é uma das mais importantes referências de saúde do Agreste Meridional. A discussão chegou ao âmbito jurídico e administrativo, envolvendo análises sobre a regularidade dos contratos firmados com o Estado. Para Mendonça, porém, a situação está sendo utilizada como instrumento de desgaste político contra uma das principais lideranças do governo estadual.
Ao defender Priscila Krause, o deputado ressaltou sua trajetória pública e afirmou que a vice-governadora possui uma carreira marcada pela ética e pela transparência. Segundo ele, a tentativa de associar seu nome a supostas irregularidades não encontra respaldo nos fatos e teria como principal objetivo enfraquecer politicamente uma figura que ocupa posição estratégica na atual gestão estadual.
Mendonça também destacou a relevância da Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro para a rede pública de saúde. De acordo com o parlamentar, a instituição mantém convênio com o Sistema Único de Saúde há mais de cinco décadas e presta serviços considerados essenciais para milhares de pessoas em toda a região. Entre eles estão os atendimentos de oncologia, hemodiálise, terapia intensiva e outros procedimentos de alta complexidade que atendem pacientes de 21 municípios vinculados à V Gerência Regional de Saúde (GERES).
O deputado chamou atenção para o fato de a unidade ser a única habilitada pelo Ministério da Saúde como UNACON na região, condição que a transforma em peça fundamental no tratamento de pacientes com câncer. Na avaliação dele, qualquer tentativa de interromper ou fragilizar os contratos que garantem o funcionamento desses serviços poderia gerar impactos diretos na assistência prestada à população do Agreste.
Durante a manifestação, Mendonça criticou duramente a postura da oposição, afirmando que houve uma tentativa de suspender os contratos entre o Estado e a unidade hospitalar por meio de questionamentos apresentados ao Tribunal de Contas do Estado. Segundo ele, o pedido acabou sendo rejeitado, o que reforçaria a inexistência de elementos capazes de justificar medidas mais severas contra a instituição.
O parlamentar também utilizou dados financeiros para sustentar sua argumentação. Conforme destacou, os valores destinados ao hospital durante administrações anteriores não diferem substancialmente dos atuais. Ele citou que, em 2022, último ano da gestão estadual conduzida pelo PSB, a unidade recebeu aproximadamente R$ 29,4 milhões referentes a serviços prestados ao SUS, montante que, segundo sua análise, supera os repasses realizados em qualquer ano da atual administração da governadora Raquel Lyra.
Outro ponto enfatizado pelo deputado foi a conclusão técnica apresentada pelo Tribunal de Contas do Estado. Conforme relatado por Mendonça, o órgão não identificou elementos suficientes para caracterizar ilegalidade ou nepotismo nos contratos analisados. O parecer também teria reconhecido que o modelo de credenciamento adotado não representa novidade administrativa, tendo sido utilizado em governos anteriores dentro de parâmetros semelhantes.
A defesa feita pelo parlamentar amplia o debate político em torno do episódio e evidencia o clima de antecipação eleitoral que começa a marcar os bastidores da política pernambucana. Enquanto aliados do governo sustentam que o caso está sendo explorado politicamente pela oposição, adversários defendem o aprofundamento das investigações para garantir total transparência na aplicação dos recursos públicos.
No centro da discussão permanece uma instituição de saúde considerada estratégica para o Agreste, responsável por milhares de atendimentos especializados todos os anos. Em meio às disputas políticas, a preocupação manifestada por diferentes setores é que o funcionamento dos serviços prestados à população não seja comprometido, especialmente em áreas sensíveis como oncologia, hemodiálise e terapia intensiva, que dependem diretamente da continuidade dos contratos e dos repasses públicos para manter o atendimento aos pacientes do SUS.