sábado, 22 de agosto de 2026
MARIA ARRAES INTENSIFICA CAMPANHA PARA DEPUTADA ESTADUAL EM GIRO PELA MATA SUL
PREFEITO DE SÃO LOURENÇO TENTA CRIAR FATO COM FEITO DO GOVERNO RAQUEL LYRA
Da REDAÇÃO
Blog do Edney
O que deveria ser apenas a celebração de uma conquista para a população acabou virando tentativa de criar uma polêmica onde, aparentemente, não existe. O prefeito de São Lourenço da Mata pediu reforço na segurança do município, e a governadora Raquel Lyra respondeu com trabalho: 12 novas viaturas foram destinadas à cidade pelo Governo de Pernambuco.
As novas viaturas foram apresentadas à população em um desfile simbólico pelas ruas do município. Uma ação simples, institucional e, acima de tudo, destinada a mostrar aos moradores os novos equipamentos que passam a reforçar a segurança pública local.
Mas, em vez de comemorar a chegada dos veículos e agradecer pelo investimento, surgiu a tentativa de transformar a passagem das viaturas em um suposto fato político.
Ora, vamos aos fatos: as viaturas não entraram na Prefeitura, não abordaram ninguém, não ameaçaram ninguém e não houve qualquer tipo de invasão ou confronto. Após o desfile, os veículos simplesmente ficaram posicionados em frente ao prédio da Prefeitura, com as sirenes ligadas.
Desde quando mostrar à população um investimento público virou crime?
É preciso ter memória. Durante anos, quando uma prefeitura adquiria novas ambulâncias, máquinas, ônibus ou outros equipamentos, era absolutamente comum realizar uma apresentação pública, desfilar pelas ruas e até estacionar os veículos em frente à sede municipal. Era visto como prestação de contas e comemoração de uma conquista.
Com as viaturas não deveria ser diferente.
O que existe, neste caso, é um feito concreto do Governo de Pernambuco: São Lourenço da Mata recebeu 12 novas viaturas para reforçar a segurança da população. E isso deveria ser motivo de comemoração, independentemente de quem esteja administrando a Prefeitura.
A população não quer saber de factóide. Quer saber de resultado.
Se o prefeito pediu segurança, a governadora entregou segurança. Se pediu reforço policial, chegaram viaturas. E quando o equipamento público chega, nada mais natural do que apresentar a novidade aos moradores.
Não há crime em uma polícia desfilar mostrando novos veículos à população. Não há ameaça em sirenes ligadas. Não há invasão em permanecer em frente à Prefeitura. O que há é a demonstração de um investimento público.
No fim das contas, talvez seja justamente isso que incomode: quando o trabalho aparece, fica difícil criar uma narrativa para escondê-lo.
São Lourenço da Mata recebeu 12 novas viaturas. O povo agradece. E fica o reconhecimento à governadora Raquel Lyra, que segue ampliando os investimentos na segurança pública de Pernambuco.
JANJÃO DESEMBARCA EM LIMOEIRO PARA LANÇAR CAMPANHA AO LADO DE RICARDO TEOBALDO
Janjão terá ao seu lado o candidato a deputado federal Ricardo Teobaldo (Podemos), que possui uma base política consolidada em Limoeiro e região. A parceria reforça a estratégia do candidato estadual de ampliar sua presença no Agreste e construir uma rede de apoios capaz de fortalecer sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Nas redes sociais, Janjão fez uma convocação direta aos seus apoiadores e destacou a união com Teobaldo. “Limoeiro, simbora com a gente. Janjão e Ricardo Teobaldo juntos com coragem para fazer mais pela nossa região”, escreveu.
O encontro também terá um peso político importante pela presença de lideranças locais que já estão integradas ao projeto. Em Limoeiro, Janjão conta com o apoio dos vereadores Ronaldo Morais (PSB) e Nildo Seráfico (MDB), que vêm participando das articulações e acompanhando de perto a movimentação da campanha.
A escolha de Limoeiro para o lançamento não acontece por acaso. A cidade é considerada um importante ponto de articulação política no Agreste, e a presença de Janjão ao lado de Ricardo Teobaldo e de vereadores com atuação no município demonstra a tentativa de transformar alianças locais em uma estrutura eleitoral mais ampla.
Com uma agenda cada vez mais intensa pelo interior, Janjão busca consolidar seu nome em diferentes regiões de Pernambuco. O evento deste sábado será mais uma demonstração de força da candidatura e poderá servir como termômetro para medir a capacidade de mobilização do grupo em uma das áreas estratégicas para a disputa proporcional.
Do Blog do Edney
DATAFOLHA ACENDE ALERTA VERMELHO NO QG DE JOÃO CAMPOS E REFORÇA CONFIANÇA DE RAQUEL LYRA
Pesquisa joga balde de água fria no discurso socialista e fortalece a leitura de que Raquel ainda tem espaço para crescer
A nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (21) caiu como combustível no QG da governadora Raquel Lyra (PSD) — e como água fria na campanha do ex-prefeito João Campos (PSB).
Faltando 44 dias para o primeiro turno, Raquel aparece com 47% das intenções de voto, mas o dado que mais anima seus aliados está fora da corrida eleitoral: a governadora tem 66% de aprovação, com 50% dos pernambucanos classificando sua gestão como ótima ou boa.
É aí que mora o problema para João Campos.
Raquel ainda registra 30% de avaliação regular e apenas 15% de ruim ou péssima. Ou seja: existe um contingente significativo de eleitores que não rejeita a governadora e que pode ser alcançado pela campanha até outubro.
Na rejeição, outro sinal de alerta para o campo socialista: 29% dizem que não votariam em Raquel de jeito nenhum, contra 32% de rejeição a João Campos.
A diferença não é enorme, mas, politicamente, pesa. Principalmente porque João vem tentando se apresentar como alternativa competitiva enquanto a campanha de Raquel trabalha para transformar a aprovação administrativa em voto.
O problema é que João vem perdendo gordura
Desde maio, o socialista vem enfrentando uma sequência pouco confortável nas pesquisas. Mesmo recorrendo ao peso político de nomes como Lula e Eduardo Campos em sua comunicação, os números não conseguiram embalar sua candidatura.
E esse talvez seja o maior incômodo dentro do QG socialista: a campanha parece ter encontrado dificuldade para transformar apoio político em crescimento eleitoral.
Agora, a próxima grande cartada será o guia eleitoral, que começa na próxima semana. A televisão e o rádio serão o palco para João tentar interromper a trajetória de queda e, principalmente, encontrar uma narrativa capaz de furar a bolha em que sua campanha parece estar presa.
Até aqui, porém, o eleitorado não comprou completamente essa estratégia.
Raquel joga com a máquina administrativa — João precisa jogar com o voto
A governadora chega à reta decisiva com uma vantagem política importante: tem uma avaliação de governo forte e uma rejeição relativamente controlada.
Isso significa que sua campanha não precisa apenas defender o governo. Pode vender a ideia de continuidade, apresentar obras, investimentos e resultados e tentar converter os 50% de ótimo e bom em intenção de voto.
João, por outro lado, precisa fazer o movimento inverso: parar de perder e começar a crescer.
E não existe campanha competitiva que sobreviva por muito tempo apenas na expectativa de que o adversário despenque.
O Datafolha, um dos institutos de maior peso no cenário nacional, não encerra a eleição. Pesquisa não coloca faixa no candidato e nem entrega mandato antecipadamente. Mas o levantamento produz um fato político incontestável: a campanha de Raquel ganhou confiança, enquanto o grupo de João tem motivos de sobra para ligar o sinal de alerta.
Agora começa a fase em que discurso, televisão, rua e fatos concretos precisarão decidir se a fotografia do Datafolha será apenas um retrato momentâneo ou o início da consolidação de uma vantagem.
E, neste momento, quem está sorrindo é o QG de Raquel. Quem precisa explicar os números é o de João.
JANJÃO MIRA DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DEFENDE POLO INDUSTRIAL E HOSPITAL DO CÂNCER NO AGRESTE
Entre as principais bandeiras apresentadas está a criação de um polo industrial regional integrado entre Limoeiro e Bom Jardim, aproveitando as vocações produtivas de cada município e ampliando a capacidade da região de atrair investimentos e gerar postos de trabalho.
Em Passira, Janjão citou a cadeia produtiva do milho como um exemplo de atividade que poderia ganhar uma nova dimensão com a instalação de indústrias voltadas ao beneficiamento e à produção de alimentos.
“Por que não pensarmos em fábricas que produzam alimentos a partir do milho?”, questionou.
Segundo o candidato, a experiência de Bom Jardim poderia servir como referência para um projeto mais amplo, capaz de envolver outros municípios do entorno e criar uma cadeia produtiva regional.
“Se a gente conseguiu implantar um polo industrial em Bom Jardim, por que não aqui? O que Bom Jardim tem de mais especial? O que a gente fez em Bom Jardim podemos fazer em toda a região”, afirmou.
A proposta apresentada por Janjão aposta justamente na integração entre os municípios. A ideia é evitar que cada cidade pense isoladamente e buscar uma estratégia regional para atrair empresas, estimular a produção local e ampliar as oportunidades de trabalho para a população.
Saúde também entra na pauta
Na área da saúde, Janjão defendeu uma proposta de forte impacto regional: a implantação de um hospital de referência para tratamento de câncer no Vale do Capibaribe.
A intenção, segundo o candidato, é reduzir a necessidade de pacientes da região precisarem enfrentar longos deslocamentos até o Recife em busca de atendimento especializado.
“Essa nossa região precisa de um hospital do câncer, para que a gente possa ter um atendimento mais rápido e prático. Basta ter vontade de buscar para fazer, e essa vontade nós temos”, declarou.
A defesa de uma unidade especializada no interior também entra no discurso de descentralização dos serviços de saúde, aproximando o atendimento de alta complexidade dos municípios do Agreste e reduzindo a dependência da Região Metropolitana.
Com a campanha avançando, Janjão tenta consolidar um discurso baseado em duas frentes que costumam pesar diretamente na vida da população: emprego e saúde. A estratégia é apresentar propostas de alcance regional e transformar a candidatura em uma voz política para além dos limites de um único município.
ZECA ENTREGA COZINHA COMUNITÁRIA NA BOA VISTA E AMPLIA REDE de COMBATE À FOME EM ARCOVERDE
Novo equipamento integra o programa Arcoverde Alimenta, que chega a 11 cozinhas comunitárias e solidárias e deverá ultrapassar 60 mil refeições distribuídas por mês
O prefeito de Arcoverde, Zeca Cavalcanti, entregou nesta sexta-feira (21) a nova Cozinha Comunitária do bairro da Boa Vista, ampliando a estrutura de segurança alimentar do município e fortalecendo uma das principais políticas de enfrentamento à fome desenvolvidas pela gestão.
A inauguração reuniu a secretária Executiva de Combate à Fome de Pernambuco, Marília Torres, o vice-prefeito Siqueirinha, a primeira-dama Nerianny Cavalcanti, a secretária de Assistência Social, Neila Lira, além de vereadores, lideranças e moradores da comunidade.
A nova unidade passa a integrar o Arcoverde Alimenta, programa municipal de combate à fome que vem ampliando a oferta de refeições para famílias em situação de vulnerabilidade. Com a expansão da rede, a Prefeitura estima ultrapassar a marca de 60 mil refeições distribuídas por mês.Durante a entrega, Zeca destacou a importância da instalação da cozinha justamente em um dos bairros mais populosos de Arcoverde e anunciou que o equipamento também deverá ganhar uma padaria nas próximas semanas.
“A implantação da cozinha na Boa Vista representa um avanço importante para uma das áreas mais populosas do município, aproximando o serviço das famílias que mais precisam e reforçando a política de cuidado e assistência social, levando dignidade e fortalecendo nossa luta contra a fome”, afirmou o prefeito.
Zeca também ressaltou as parcerias que, segundo ele, têm contribuído para o avanço das ações de segurança alimentar no município, citando o apoio da governadora Raquel Lyra e dos deputados Marcelo e Gustavo Gouveia.
HOMENAGEM A DONA BEL
A nova Cozinha Comunitária recebeu o nome de Bernadete Alice da Silva, conhecida como Dona Bel, personalidade bastante conhecida e querida pelos moradores da Boa Vista.Familiares de Dona Bel participaram da solenidade. Representando a família, uma de suas filhas, Maria Rosileide, fez uma homenagem durante o evento.
A escolha do nome reforça o caráter comunitário do equipamento, que passa a funcionar justamente em uma região marcada pela forte presença popular e pela necessidade de políticas públicas voltadas à assistência social e à segurança alimentar.
REDE CHEGA A 11 COZINHAS
Para a secretária de Assistência Social, Neila Lira, a entrega representa mais um passo na construção de uma rede de proteção social capaz de chegar mais perto das famílias que enfrentam dificuldades para garantir alimentação diariamente.
“A chegada de mais uma Cozinha Comunitária é resultado de um trabalho conjunto e de uma parceria importante do prefeito Zeca e da governadora Raquel Lyra. Estamos ampliando uma rede que tem como principal objetivo garantir comida na mesa de quem mais precisa”, destacou.
Com a nova unidade da Boa Vista, o Arcoverde Alimenta chega a 11 cozinhas comunitárias e solidárias, ampliando a presença do programa em diferentes regiões da cidade.
A estratégia da gestão é descentralizar a oferta de refeições e aproximar os serviços das comunidades em situação de maior vulnerabilidade.
Mais do que uma nova estrutura física, a entrega da Cozinha Comunitária da Boa Vista representa a ampliação de uma política pública que coloca comida na mesa, assistência social e dignidade como prioridades no enfrentamento à insegurança alimentar em Arcoverde.
EM GRANDE MOBILIZAÇÃO EM ITAPISSUMA, RAQUEL LYRA E EDUARDO DA FONTE FORTALECEM PARCERIA POR MAIS DESENVOLVIMENTO NO ESTADO
EDÉZIO FERREIRA DEIXA O DEVER DE CASA DE LADO E JÁ ESTÁ FAZENDO POLÍTICA NAS CIDADES VIZINHAS
Enquanto Bom Conselho ainda cobra respostas e resultados, prefeito circula por Saloá, Terezinha e outras cidades em busca de espaço político
O prefeito de Bom Conselho, Dr. Edézio Ferreira, parece ter encontrado uma nova prioridade: fazer política fora de casa.
No último domingo (16), Edézio esteve em Saloá, participando de um encontro político do Grupo Nova Esperança, ao lado de lideranças locais, empresários, do deputado estadual Joaquim Lira e do vereador Tinoco, de Terezinha.
A presença, por si só, não seria problema. O detalhe é outro: Edézio está circulando pelas cidades vizinhas enquanto, dentro de Bom Conselho, ainda existe uma lista de tarefas que cobra atenção da prefeitura.
E aí começa a contradição.
Antes de querer ser liderança regional, o prefeito deveria mostrar que consegue resolver plenamente os problemas do próprio município. Quem ainda não fez o dever de casa não deveria estar tão preocupado em fiscalizar a casa dos outros.
A pergunta que fica para o cidadão bom-conselhense é direta: o que Edézio está fazendo em Saloá que não poderia estar fazendo em Bom Conselho?
Enquanto participa de articulações políticas em municípios vizinhos, Bom Conselho continua esperando que demandas sejam enfrentadas, serviços sejam melhorados e promessas sejam transformadas em resultados concretos.
POLÍTICA REGIONAL ANTES DA LIÇÃO DE CASA?
Edézio parece estar construindo uma imagem de liderança regional. Vai a Terezinha, aparece em Saloá, conversa com grupos políticos e circula acompanhado de parlamentares e lideranças.
Tudo muito bonito para a fotografia.
Mas prefeitura não se administra com fotografia.
Se administra com obra, serviço funcionando, saúde atendendo, estradas em condições, educação avançando e população satisfeita.
O prefeito pode até querer ser um dos grandes nomes políticos do Agreste. É legítimo.
Mas existe uma regra básica na política: primeiro se entrega dentro de casa, depois se pede confiança fora dela.
E é exatamente aí que a estratégia de Edézio começa a ser questionada.
E O GRUPO POLÍTICO?
Outro ponto que chama atenção é a composição dessas agendas.
Em Saloá, Edézio apareceu ao lado de Joaquim Lira, deputado que não ocupa necessariamente o papel de principal referência parlamentar do prefeito em Bom Conselho, além de Tinoco, liderança de Terezinha.
A movimentação demonstra que Edézio está conversando com diferentes grupos.
Politicamente, pode ser uma estratégia inteligente.
Mas também pode transmitir outra mensagem: o prefeito está gastando energia demais construindo o próximo capítulo político enquanto o capítulo atual ainda precisa ser concluído.
E essa conta será cobrada.
BOM CONSELHO NÃO PODE FICAR EM SEGUNDO PLANO
A política regional é importante. As alianças também. Construir pontes com prefeitos, vereadores, deputados e lideranças faz parte do jogo.
Mas existe uma diferença entre liderança regional e prefeito procurando protagonismo regional.
A primeira nasce do reconhecimento pelo trabalho realizado.
A segunda nasce da vontade de aparecer.
Edézio precisa decidir qual das duas quer construir.
Porque, se pretende ser uma liderança com influência em Saloá, Terezinha e outros municípios, terá primeiro que convencer o eleitor de Bom Conselho de que a própria cidade está recebendo a atenção que merece.
No fim das contas, a política pode até permitir que um prefeito visite a casa dos vizinhos.
Mas o eleitor costuma fazer uma pergunta simples:
“E a minha casa, como está?”
Essa é a pergunta que Edézio precisa responder.
Porque, antes de querer comandar a conversa política do Agreste, é preciso fazer o dever de casa.