segunda-feira, 24 de agosto de 2026
PREFEITO DE CASINHAS, LÚCIO SILVA, DECLARA APOIO A EDUARDO DA FONTE AO SENADO
RAQUEL MANTÉM LIDERANÇA, PASSA DE 55% DOS VOTOS VÁLIDOS E ABRE VANTAGEM SOBRE JOÃO CAMPOS, APONTA SIMPLEX/CBN
O resultado chama atenção principalmente porque ocorre em meio ao início oficial da campanha eleitoral. Raquel aparece à frente não apenas no cenário estimulado, mas também na pesquisa espontânea e em uma simulação direta contra João Campos.
No cenário estimulado com todos os candidatos, Guilherme Fonseca (PSTU) aparece com 0,6%. Na sequência, Professora Camila (UP), Ivan Moraes (PSOL), Renan Hallais (Missão) e Professor Jeremias do Banco (Democrata) registram 0,1% cada. Victor Assis (PCO) não pontuou.
Brancos e nulos somam 6,2%, enquanto 10,5% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.
Raquel supera 55% dos votos válidos
Quando são retirados da conta os votos brancos, nulos e os eleitores que não souberam ou não responderam, a vantagem da governadora fica ainda mais evidente.
Raquel Lyra chega a 55,4% dos votos válidos, enquanto João Campos aparece com 43,3%. Os demais candidatos, somados, ficam com uma parcela residual.
Na prática, o número coloca Raquel, neste momento, acima da marca de 50% dos votos válidos que, se fosse reproduzida no resultado oficial da eleição, representaria vitória no primeiro turno.
É importante, porém, fazer uma ressalva jornalística: pesquisa eleitoral é uma fotografia do momento e não uma previsão do resultado de 4 de outubro. Ainda há campanha, propaganda, debates, alianças e uma parcela significativa do eleitorado que pode mudar de posição.
No confronto direto, governadora também lidera
O Simplex testou ainda um cenário somente com os dois principais nomes da disputa.
Raquel Lyra aparece com 47,4%, contra 38% de João Campos. Brancos, nulos e indecisos completam o quadro.
Considerando exclusivamente os votos válidos, a governadora alcança 55,5%, enquanto João fica com 44,5%.
O dado é politicamente relevante porque mostra que a vantagem de Raquel não desaparece quando os candidatos de menor expressão são retirados da disputa. Ao contrário: a governadora continua à frente no confronto direto.
Espontânea mostra Raquel consolidando lembrança eleitoral
Outro dado importante está na pesquisa espontânea, quando o eleitor precisa citar o nome de sua preferência sem receber uma lista de candidatos.
Raquel Lyra aparece com 39,6%, enquanto João Campos soma 26,9%.
Outros nomes representam 0,2%, brancos e nulos ficam em 4,9%, e 28,4% não souberam ou não responderam.
Esse número merece atenção porque quase quatro em cada dez eleitores já citam espontaneamente o nome da governadora. Ao mesmo tempo, o percentual de indecisos ainda é elevado, mostrando que existe espaço para movimentação durante a campanha.
Raquel recua, mas João também não consegue avançar
A comparação com a pesquisa Simplex anterior ajuda a interpretar melhor o resultado.
Em julho, Raquel aparecia com 48,2%, contra 36,5% de João Campos. Agora, a governadora marca 46,2%, uma queda de 2 pontos percentuais. João, por sua vez, recuou 0,4 ponto, passando de 36,5% para 36,1%.
Ou seja, Raquel perdeu parte da vantagem numérica, mas João não transformou esse recuo em crescimento próprio.
A diferença entre os dois era de 11,7 pontos na rodada anterior. Agora está em 10,1 pontos.
É justamente aí que está uma das principais leituras políticas da pesquisa: a governadora não está ampliando a vantagem, mas também não demonstra, pelos números do Simplex, uma perda capaz de colocar sua liderança imediatamente sob ameaça.
Aprovação continua acima de 60%
Outro indicador que ajuda a explicar o desempenho eleitoral de Raquel é a avaliação do governo.
A gestão da governadora é aprovada por 63,8% dos entrevistados, enquanto 28,8% desaprovam. Outros 7,4% não souberam ou não responderam.
Apesar de continuar em um patamar elevado, a aprovação também apresentou oscilação em relação à rodada anterior do próprio instituto. Em julho, Raquel tinha 66,7% de aprovação e 27,4% de desaprovação.
Portanto, houve uma redução de 2,9 pontos na aprovação, enquanto a desaprovação cresceu 1,4 ponto.
Ainda assim, a avaliação positiva permanece bastante superior à negativa e oferece à governadora um ativo político importante para a campanha.
A virada de cenário ao longo de 2026
O dado mais expressivo talvez esteja menos no número isolado desta segunda-feira e mais na trajetória da disputa.
A Simplex registrou, em abril, um empate praticamente absoluto entre os dois principais candidatos: Raquel tinha 42,6% e João Campos 42,3%.
Três meses depois, na rodada de julho, a governadora já aparecia com 48,2% contra 36,5%, abrindo 11,7 pontos.
Agora, mesmo recuando para 46,2%, Raquel continua com 10,1 pontos de vantagem.
O movimento é ainda mais significativo quando observado em conjunto com outros levantamentos divulgados em julho. Diferentes institutos colocaram Raquel numericamente à frente naquele mês, embora com diferenças de metodologia e tamanho de vantagem.
Isso indica que a eleição deixou para trás aquele primeiro cenário do ano, no qual João Campos aparecia com vantagem muito mais confortável em vários levantamentos.
O que os números dizem sobre a campanha
A pesquisa Simplex/CBN chega justamente quando as campanhas começam a ganhar as ruas com maior intensidade. E os números apresentam duas leituras distintas.
Para Raquel Lyra, o cenário é de liderança, mas não de acomodação. A governadora continua acima dos 50% dos votos válidos, lidera no espontâneo, vence no confronto direto e mantém aprovação superior a 60%.
Por outro lado, o recuo de 48,2% para 46,2% mostra que a vantagem não é estática. A campanha começa agora e João Campos ainda tem espaço para tentar reduzir a distância.
Para o candidato do PSB, o principal desafio é transformar presença de campanha e força política em crescimento nas pesquisas. Na rodada atual do Simplex, João praticamente repetiu o desempenho anterior, passando de 36,5% para 36,1%.
A diferença é que, enquanto Raquel segue acima dos 46%, João continua estacionado na faixa dos 36%.
Outro ponto que merece atenção é o contingente de eleitores ainda indefinidos. No cenário estimulado, 10,5% não souberam ou não responderam, além dos 6,2% que declararam branco ou nulo. Na espontânea, o grupo que não sabe ou não responde sobe para 28,4%.
Isso significa que existe um eleitorado considerável ainda disponível para ser disputado.
A eleição está definida? Não. Mas o momento favorece Raquel
A leitura mais equilibrada dos números é que Raquel Lyra chega a esta fase da eleição em uma posição claramente mais confortável do que João Campos.
Ela lidera o cenário completo, lidera na espontânea, lidera no confronto direto, supera 55% dos votos válidos e possui aprovação de 63,8%.
João Campos, por sua vez, permanece como principal adversário e concentra praticamente toda a disputa pelo segundo lugar, mas ainda precisa produzir uma reação capaz de transformar a vantagem de Raquel em uma disputa novamente equilibrada.
A fotografia da Simplex/CBN, portanto, não mostra uma eleição encerrada. Mostra uma eleição em que Raquel Lyra largou na frente neste início de campanha e, mesmo com pequena perda percentual em relação à pesquisa anterior, continua ocupando o lado mais confortável do tabuleiro.
Dados da pesquisa
O levantamento Simplex/CBN ouviu 1.067 eleitores pernambucanos entre os dias 16 e 21 de agosto de 2026.
A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-06688/2026.
O intervalo da coleta também é importante: as entrevistas foram realizadas entre 16 e 21 de agosto, portanto, captaram os primeiros dias da campanha oficial, permitindo observar como o eleitorado começou a reagir ao novo ambiente eleitoral.
No momento, a principal mensagem dos números é direta: Raquel Lyra continua na frente, acima dos 50% dos votos válidos, enquanto João Campos ainda busca uma reação para encurtar uma distância que permanece superior a dez pontos no voto estimulado.
RAQUEL VAI FECHANDO REGIÕES E AVANÇA SOBRE REDUTOS POLÍTICOS DA OPOSIÇÃO
Depois de iniciar a campanha percorrendo diferentes regiões do Estado, com agendas no Recife, Agreste e Sertão, Raquel agora começa a transformar presença política em palanques.
O movimento mais recente acontece em Ipojuca, no Litoral Sul, onde a governadora está prestes a incorporar ao seu grupo o prefeito Carlos Santana (Republicanos). O gestor recebeu Raquel em sua residência neste domingo (23), em um almoço que reuniu também familiares e aliados. Nesta segunda-feira (24), a expectativa é de que o apoio seja oficializado em um ato político.
E o detalhe político é justamente o tamanho da operação.
Raquel já contava em Ipojuca com o grupo da ex-prefeita Célia Sales e do deputado estadual Romero Sales. A chegada de Carlos Santana significa, na prática, uma tentativa de reunir no mesmo campo eleitoral grupos que tradicionalmente disputam o comando político do município.
É um movimento que vai além de uma simples adesão.
Ipojuca é uma das cidades economicamente mais importantes de Pernambuco, abriga o Complexo de Suape e Porto de Galinhas e possui enorme peso estratégico para qualquer candidato que queira construir uma presença consistente na Região Metropolitana. O município é apontado como o terceiro maior PIB do Estado.
RAQUEL AMPLIA O MAPA
O que vem acontecendo em Ipojuca se encaixa em uma estratégia mais ampla da campanha de Raquel: ocupar espaços, ampliar alianças e reduzir a concentração de forças políticas em torno de João Campos (PSB).
A Região Metropolitana representa pouco mais de 41% do eleitorado pernambucano e é considerada um território fundamental para a eleição. Mesmo sendo identificada como uma área de forte influência de João Campos, Raquel vem intensificando sua presença e realizando atos com grande mobilização popular.
Agora, a aproximação com Carlos Santana adiciona um componente importante a essa estratégia.
A governadora não está apenas buscando votos. Está tentando montar uma rede de prefeitos, ex-prefeitos, deputados e lideranças municipais capaz de funcionar como estrutura eleitoral em diferentes regiões.
E esse tipo de movimento costuma ter impacto direto na campanha.
DO LITORAL AO INTERIOR
A estratégia de Raquel também chama atenção pela tentativa de não concentrar sua campanha em apenas um território.
Desde o primeiro dia oficial da disputa, a governadora optou por uma agenda que passou pelo Recife, Caruaru e Petrolina, sinalizando uma campanha com presença simultânea em diferentes regiões.
Agora, os movimentos políticos começam a acompanhar essa presença territorial.
A pesquisa Datafolha divulgada na última sexta-feira (21) mostrou Raquel com 47% das intenções de voto contra 40% de João Campos, um cenário que dá ainda mais combustível para a campanha explorar a atual fase de crescimento e consolidação de alianças.
O desafio, naturalmente, é transformar esse mapa de apoios em votos efetivos.
Mas a fotografia política desta primeira semana de campanha já mostra uma Raquel diferente daquela que iniciou a corrida eleitoral meses atrás: mais presente nas ruas, mais agressiva na articulação política e, principalmente, tentando fechar regiões antes que os adversários consigam consolidar seus próprios palanques.
NA LUPA: O caso de Ipojuca resume bem o movimento. Raquel chega a uma cidade onde já tinha um grupo político forte e tenta incorporar outro, ligado historicamente a um campo diferente. Se essa estratégia se repetir em outras cidades e regiões, a governadora poderá terminar a primeira fase da campanha com uma espécie de “mapa de palanques” espalhado por Pernambuco. E eleição estadual, no fim das contas, também se ganha assim: ocupando território, reunindo lideranças e transformando alianças locais em força eleitoral.
MIGUEL COELHO ENTRA NA DISPUTA COMO FAVORITO PARA SER O DEPUTADO FEDERAL MAIS VOTADO DE PERNAMBUCO
A candidatura foi oficialmente confirmada no início de agosto, após a definição do cenário dentro da Federação União Progressista. Miguel integra a chapa ao lado de nomes do União Brasil e do Progressistas, em uma composição que trabalha para formar uma das maiores bancadas federais de Pernambuco.
O que torna a candidatura de Miguel diferente é o tamanho do seu recall eleitoral. Em 2016, foi eleito prefeito de Petrolina. Quatro anos depois, voltou às urnas e conquistou uma reeleição histórica, com mais de 121 mil votos e 76,19% dos votos válidos. Em 2022, quando disputou o Governo de Pernambuco, ultrapassou a marca de 884 mil votos em todo o Estado.
É justamente esse histórico que alimenta a expectativa de uma votação fora da curva.
Miguel não chega à Câmara Federal como um candidato regional. Ao contrário. A tendência é de uma candidatura com forte presença no Sertão, mas também com capacidade de avançar por outras regiões de Pernambuco. O movimento para reorganizar bases eleitorais depois da desistência da disputa pelo Senado reforçou essa estratégia. A própria articulação envolvendo Raquel Lyra, Eduardo da Fonte, Lula da Fonte, Fernando Filho e Miguel Coelho teve como objetivo distribuir bases e criar condições para eleger o ex-prefeito de Petrolina e seu irmão, que também disputa a reeleição para a Câmara.
E há um ingrediente político ainda mais importante: Miguel chega à eleição com uma exposição que poucos candidatos proporcionais conseguirão alcançar.
A longa disputa interna pela vaga ao Senado colocou seu nome no centro do debate político pernambucano durante meses. Mesmo não tendo conseguido chegar à chapa majoritária, Miguel saiu desse processo conhecido em praticamente todo o Estado. Agora, transforma essa exposição em uma candidatura proporcional.
No meio político, a aposta já é de que Miguel poderá superar com folga a barreira dos 200 mil votos. Mais do que garantir uma cadeira em Brasília, existe a expectativa de que ele dispute diretamente o posto de campeão de votos para deputado federal em Pernambuco.
A Federação União Progressista também pesa nessa equação. A aliança entre União Brasil e Progressistas reúne nomes competitivos e trabalha para conquistar uma bancada expressiva na Câmara dos Deputados. Dentro desse grupo, Miguel aparece como um dos principais puxadores de votos.
O desafio agora é transformar o recall em voto espalhado pelo Estado. Se conseguir repetir fora de Petrolina parte da força política que demonstrou nas eleições anteriores, Miguel poderá protagonizar uma das maiores votações proporcionais da história recente de Pernambuco.
De candidato ao Senado a favorito para ser o deputado federal mais votado de Pernambuco. A mudança de projeto, que inicialmente poderia parecer uma perda de espaço, pode acabar produzindo exatamente o contrário: uma eleição consagradora para Miguel Coelho e um novo capítulo na força política do grupo dos Coelho no Estado.
ANDERSON CORREIA REFORÇA PRESENÇA NAS RUAS E APOSTA NO CORPO A CORPO PARA AMPLIAR CAMPANHA EM CARUARU
Candidato a deputado estadual intensificou agenda no município e percorreu o Alto do Moura em ação de porta a porta
O vereador de Caruaru e candidato a deputado estadual Anderson Correia (PP) reforçou, neste domingo (23), uma das principais marcas de sua campanha: a presença nas ruas e o contato direto com a população.
Depois de uma primeira semana de campanha com agendas em Caruaru e em municípios da região, Anderson voltou a concentrar suas atividades na Capital do Agreste. Pela manhã, o candidato participou de reuniões nos bairros São Francisco, Divinópolis e Luiz Gonzaga, onde conversou com moradores, recebeu manifestações de apoio e ouviu demandas das comunidades.
À tarde, a mobilização ganhou as ruas do Alto do Moura. Ao lado de apoiadores, militantes e integrantes da equipe de campanha, Anderson Correia percorreu a comunidade em uma ação de porta a porta, conversando diretamente com os moradores e apresentando suas propostas para a disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
A estratégia reforça a tentativa do candidato de construir uma campanha baseada na proximidade e na mobilização de base, especialmente em Caruaru, onde mantém sua principal área de atuação política.
“Tivemos uma primeira semana de campanha muito proveitosa. Conseguimos ampliar nossos apoios, chegar a pessoas de outros municípios da nossa região e também manter uma agenda muito forte em Caruaru, nossa cidade”, afirmou Anderson.
O candidato também destacou a importância do contato direto com o eleitor durante a caminhada pelo Alto do Moura.
“Estar perto do povo, pegar na mão, olhar no olho e ouvir cada pessoa é fundamental. É assim, de pouco a pouco, conversando e construindo junto com a população, que vamos seguir fazendo uma campanha forte, verdadeira e cada vez mais próxima das pessoas”, declarou.
Com a campanha entrando em uma nova semana, Anderson Correia busca ampliar sua presença tanto em Caruaru quanto no Agreste, fortalecendo alianças e consolidando seu nome na corrida por uma vaga na Assembleia Legislativa.
EM SURUBIM, RAQUEL REÚNE MULTIDÃO E DESTACA FORÇA DO AGRESTE NAS URNAS: “FOI O AGRESTE QUE ME AJUDOU A CHEGAR NO PALÁCIO".
EDSON VIEIRA CUMPRE AGENDA INTENSA NO AGRESTE E CAMPANHA SEGUE SE FORTALECENDO
CARGA NA METROPOLITANA: RAQUEL LYRA INTENSIFICA PRESENÇA NA RMR E MOSTRA FORÇA NA PRIMEIRA SEMANA DE CAMPANHA
Com o mote “Carga na Metropolitana”, Raquel tem ampliado sua presença nos municípios da RMR, participando de caminhadas, encontros políticos, atos de campanha e mobilizações que vêm reunindo apoiadores e chamando atenção pelo nível de participação popular.
A movimentação tem um peso ainda maior pelo cenário político da região. A RMR é considerada uma área de forte influência do candidato João Campos (PSB), especialmente pelo elevado índice de aprovação acumulado durante sua passagem pela Prefeitura do Recife. Diante desse contexto, ocupar as ruas da Metropolitana e demonstrar capacidade de mobilização tornou-se uma das prioridades da campanha de Raquel.
O que chama atenção, até aqui, é que a governadora não está tratando a região apenas como um território eleitoral a ser visitado. A estratégia é marcar presença, construir uma narrativa própria e apresentar aos eleitores da RMR as ações realizadas pelo Governo de Pernambuco.
A lógica é simples: se João Campos tem no Recife e em parte da Região Metropolitana um de seus principais pilares eleitorais, Raquel precisa reduzir essa vantagem e transformar a região em uma área de disputa direta.
Por isso, a “Carga na Metropolitana” ganha importância dentro do planejamento eleitoral da governadora. Mais do que uma sequência de agendas, o movimento representa uma tentativa de consolidar Raquel em um território decisivo e mostrar que sua candidatura também possui força política e capacidade de mobilização fora dos grandes redutos onde tradicionalmente apresenta melhor desempenho.
A eleição será decidida em todo o Estado, mas a Região Metropolitana terá peso especial na conta final. Com mais de quatro em cada dez eleitores pernambucanos concentrados na região, qualquer candidato que consiga ampliar sua votação por ali poderá conquistar uma vantagem fundamental na corrida.
Raquel Lyra parece ter entendido o recado e, logo na primeira semana de campanha, colocou a Metropolitana no centro da estratégia. A ordem é clara: carga total na RMR.
E, pelo movimento observado nas ruas, a disputa pelo eleitor metropolitano promete ser um dos principais capítulos desta eleição.