O evento reuniu um amplo espectro de autoridades, incluindo representantes dos Três Poderes, membros de tribunais, órgãos de fiscalização, prefeitos, parlamentares e lideranças da sociedade civil, refletindo a relevância do TCE-PE no acompanhamento da gestão pública e na defesa do interesse coletivo. A expressiva participação reforçou o prestígio da Corte de Contas e a expectativa em torno da nova gestão.
Ao assumir a presidência, Carlos Neves passa a conduzir o Tribunal ao lado dos conselheiros Dirceu Rodolfo, que ocupará a vice-presidência, e Marcos Loreto, escolhido corregedor. A nova mesa diretora terá a missão de dar continuidade ao trabalho de fiscalização, orientação e controle dos gastos públicos, em um momento em que a transparência e a eficiência administrativa são cada vez mais exigidas pela sociedade.
Durante a cerimônia, Rodrigo Farias destacou a importância estratégica do Tribunal de Contas para o funcionamento do Estado e ressaltou o perfil técnico e a experiência do novo presidente. Para o parlamentar, o TCE-PE cumpre um papel essencial ao garantir que os recursos públicos sejam aplicados de forma correta e responsável, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de Pernambuco. Farias enfatizou ainda que a escolha de Carlos Neves representa segurança institucional e compromisso com a boa gestão.
O presidente em exercício da Alepe também fez questão de parabenizar os integrantes da nova mesa diretora e reafirmar a disposição do Legislativo estadual em manter um diálogo permanente e republicano com o Tribunal de Contas. Segundo ele, a relação harmônica entre as instituições é fundamental para fortalecer a governança, ampliar a transparência e assegurar que as políticas públicas alcancem, de fato, a população pernambucana.
A posse de Carlos Neves simboliza, assim, um novo ciclo no TCE-PE, marcado pela expectativa de continuidade, inovação e rigor técnico. A presença de Rodrigo Farias na cerimônia reforçou o papel da Alepe como parceira institucional do órgão de controle e evidenciou a importância da cooperação entre os Poderes na construção de um Estado mais eficiente, responsável e alinhado aos interesses da sociedade.
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