Durante o encontro, Raquel Lyra reafirmou o compromisso de reservar espaço para Miguel Coelho na chapa majoritária ao Senado, ao lado do deputado federal Túlio Gadêlha (PSD).
Após a repercussão da reunião, Miguel afirmou não compreender a resistência do Partido Progressistas à sua candidatura, destacando que o estatuto da federação União Progressistas não concede poder de veto a nenhuma das legendas que a compõem.
O ex-prefeito lembrou que, anteriormente, já havia defendido que ele e Túlio Gadêlha fossem os dois candidatos ao Senado na chapa governista. No entanto, diante da possibilidade de o PP lançar o nome de Eduardo da Fonte para a disputa, Miguel sinalizou disposição para enfrentar qualquer cenário.
"Eu defendi isso lá atrás, que os dois fossem os senadores da chapa dela, mas o PP não quis. Agora, se o PP fez uma reavaliação e quer lançar o Eduardo, vamos embora; de forma avulsa ou como for, topo qualquer jogo", declarou.
Miguel Coelho também reforçou que a condução das articulações para a formação da chapa cabe à governadora Raquel Lyra, que seguirá liderando o processo de definição dos nomes que disputarão as eleições de 2026 pela base governista.
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