O voo fretado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que partiu de Nova Jersey, nos Estados Unidos, com destino ao Rio de Janeiro, levou apenas um jogador da Seleção: o lateral Danilo, do Flamengo. Um dos capitães da equipe, o experiente defensor decidiu permanecer ao lado da delegação oficial e embarcou no voo juntamente com dirigentes, integrantes da comissão técnica e funcionários responsáveis pelo suporte da equipe, como médicos, massagistas e roupeiros.
Os outros 25 atletas foram liberados logo após o encerramento da partida. Cada jogador seguiu seu próprio destino, seja para aproveitar o período de férias, retornar diretamente aos seus clubes ou utilizar voos particulares. Há relatos de que o goleiro Leo Nanetti também poderia estar entre os passageiros, mas a informação não foi confirmada de forma definitiva.
A imagem de um voo praticamente sem jogadores simboliza o clima de frustração vivido pela Seleção após a precoce despedida do Mundial. O Brasil entrou na competição cercado de expectativas, mas encerrou sua participação antes do esperado, aumentando a pressão sobre a comissão técnica e a CBF para a definição dos próximos passos do futebol brasileiro.
Danilo, ao optar por permanecer com a delegação oficial até o retorno ao país, protagonizou um gesto que chamou a atenção e reforçou seu papel de liderança dentro do grupo em um dos momentos mais difíceis da campanha brasileira.
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