Em Paulista, Hospital Miguel Arraes já recebe equipamentos médicos
“Um salto importante na qualidade do atendimento à saúde da nossa população”. O governador Eduardo Campos garante que esse será o resultado da inauguração, no próximo dia 15 de dezembro, do Hospital Miguel Arraes - HMA, em Paulista, e das Unidades de Pronto Atendimento - UPAs de Olinda, Paulista e Igarassu.
Eduardo, o vice-governador e secretário de Saúde, João Lyra Neto e Tercília Vila Nova, gerente geral de projetos especiais da Secretaria, acompanharam sexta-feira o início da montagem dos equipamentos do Hospital. O conjunto de máquinas de última geração custou R$ 10 milhões em investimentos do Governo e já foi todo comprado. Os últimos aparelhos chegam até o final do próximo mês.
“Temos tecnologias aqui que muitos hospitais da rede privada não têm. Todos os leitos de internação, por exemplo, possuem sistema de bip soro (que avisa automaticamente o fim do medicamento) e chamada de enfermagem ligados a uma central de monitoramento, na qual cada paciente é acompanhado através de um monitor exclusivo”, explicou o Governador.
O grupo visitou todas as dependências da unidade de saúde e almoçou com os trabalhadores responsáveis pelas obras civis, hoje já totalmente concluídas. O Hospital Miguel Arraes vai ter 150 leitos, sendo 30 deles de UTI, e capacidade para realizar 62 mil consultas anualmente e 24 mil internações, com foco em traumatologia nos casos de urgência e emergência. O atendimento vai ser todo gratuito e de 24 horas.
Além dos R$ 10 milhões aplicados na compra do maquinário, o Estado investiu outros R$ 52 milhões na construção da unidade, que vai atender cerca de 1 milhão de pessoas das cidades de Paulista, Olinda, Abreu e Lima, Igarassu, Araçoiaba, Itapissuma, Itamaracá, Goiana, Condado, Itambé e Itaquitinga. Estes municípios representam 13% da população do Estado e 30% dos habitantes da RMR.
A escolha de Paulista para a construção do primeiro dos três hospitais que serão construídos pelo Governo até o final de 2010 foi definida por um estudo que apontou a região como a de maior déficit no atendimento médico. Seus moradores respondem por 23% das entradas no Hospital da Restauração.
Nenhum comentário:
Postar um comentário