Campanha de vacinação é prorrogada em Pernambuco
Marcada para ter fim hoje, a campanha de vacinação das gripes, sazonal e H1N1, em Pernambuco foi prorrogada até o próximo dia 20 de maio (sexta-feira). A decisão da Secretaria Estadual de Saúde foi motivada pelo fato que, até o momento, apenas 52% do público-alvo pernambucano foi imunizado, quando a meta mínima é de pelo menos 80%.
Sem o conhecimento do adiamento do término da campanha, inúmeras pessoas procuraram os postos de vacinação do Grande Recife nesta manhã. No Lessa de Andrade, na Madalena, longas filas foram formadas, especialmente na ala infantil, em que os pais aproveitam para defender seus filhos também contra outras doenças.
No rosto, os pais mostram que sentem a dor e o medo dos filhos, mas reproduzem, com segurança, o discurso de proteção necessária. “A gente fica com pena, mas não dá para brincar com doença. É importante vacinar”, ensina o servidor público Rafael Silvino Brito, de 25 anos. Bom para a filha, Rafaela Jordão, de apenas 1 ano e 4 meses, que, por um ano, não deve sofrer com a doença.
Durante a prorrogação, o público prioritário continua o mesmo: crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, idosos com mais de 60 anos, indígenas e profissionais de saúde em geral. No caso das crianças, é necessário uma dose complementar após 30 dias.
De acordo com a coordenador do programa de imunização da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, Ana Catarina de Mello, as gestantes são o grande desafio da campanha deste ano. “Este é o público que menos tem comparecido aos postos de saúde. Ainda não sabemos as razões, mas fazemos um apelo para que as futuras mães procurem a imunização”, afirma.
Até esta manhã, 722 mil pernambucanos foram vacinados. A imunização (52%), está abaixo da média nacional, que até ontem, era de 55,97%: 29.929.052 brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, não havia previsão de prorrogação da campanha nacional, mas as secretarias estaduais e municipais de Saúde que não atingiram a meta estavam avisados da necessidade de manter a vacinação nos postos de saúde.
A dose é contra-indicada para quem tem alergia a ovo e hipersensibilidade a algum dos componentes da vacina. Já pessoas com deficiência na produção de anticorpos, por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem agendar consulta médica antes da imunização.
Sem o conhecimento do adiamento do término da campanha, inúmeras pessoas procuraram os postos de vacinação do Grande Recife nesta manhã. No Lessa de Andrade, na Madalena, longas filas foram formadas, especialmente na ala infantil, em que os pais aproveitam para defender seus filhos também contra outras doenças.
No rosto, os pais mostram que sentem a dor e o medo dos filhos, mas reproduzem, com segurança, o discurso de proteção necessária. “A gente fica com pena, mas não dá para brincar com doença. É importante vacinar”, ensina o servidor público Rafael Silvino Brito, de 25 anos. Bom para a filha, Rafaela Jordão, de apenas 1 ano e 4 meses, que, por um ano, não deve sofrer com a doença.
Durante a prorrogação, o público prioritário continua o mesmo: crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, idosos com mais de 60 anos, indígenas e profissionais de saúde em geral. No caso das crianças, é necessário uma dose complementar após 30 dias.
De acordo com a coordenador do programa de imunização da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco, Ana Catarina de Mello, as gestantes são o grande desafio da campanha deste ano. “Este é o público que menos tem comparecido aos postos de saúde. Ainda não sabemos as razões, mas fazemos um apelo para que as futuras mães procurem a imunização”, afirma.
Até esta manhã, 722 mil pernambucanos foram vacinados. A imunização (52%), está abaixo da média nacional, que até ontem, era de 55,97%: 29.929.052 brasileiros. De acordo com o Ministério da Saúde, não havia previsão de prorrogação da campanha nacional, mas as secretarias estaduais e municipais de Saúde que não atingiram a meta estavam avisados da necessidade de manter a vacinação nos postos de saúde.
A dose é contra-indicada para quem tem alergia a ovo e hipersensibilidade a algum dos componentes da vacina. Já pessoas com deficiência na produção de anticorpos, por problemas genéticos, imunodeficiência ou terapia imunossupressora, devem agendar consulta médica antes da imunização.

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