OSWALDO CRUZ FICA ALAGADO E DOENTES SOFREM
ÁGUA INVADIU SETORES DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO, CENTRO DO RECIFE. MÉDICOS E ALUNOS AFIRMAM QUE HÁ RISCO DE CONTAMINAÇÃO
Do JC Online
Hospital alagado impossibilita passagem dos pacientes Marcio Bastos e Francisco Assis
Foto: Alexandre Gondim/JC Imagem
As chuvas que caíram no Recife na quinta-feira (19) também causaram transtorno para médicos, pacientes e alunos do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, em Santo Amaro, Centro do Recife, vinculado à Universidade de Pernambuco (UPE). Na área que fica entre o diretório acadêmico de medicina, a lavanderia do hospital e o serviço de doenças infecciosas e parasitárias (DIP) um verdadeiro rio dificulta a passagem das pessoas, muitas delas idosas e crianças que buscam assistência médica.
De acordo com o presidente do Diretório Acadêmico de Medicina, Márcio Bastos, há muito tempo a situação é a mesma. "Sempre que chove um pouco mais alaga essa parte. É um absurdo isso acontecer em um local onde as pessoas procuram tratamento".
Segundo ele, a maior preocupação é a de contágio. "O tempo todo chegam pacientes com leptospirose, dengue e outras doenças. Ninguém sabe o que pode estar nessa água suja. Quando chega carro ou ambulância, então, forma-se uma onda que invade a lanchonete onde muitos alunos fazem as refeições".
Para o vice-presidente do DA, o estudante Francisco de Assis, uma fossa de esgoto aberta e o despejo de resíduos da lavanderia são outros fatores que aumentam os riscos de contaminação. "Roupas de cama de pacientes, trajes usados por médicos em cirurgias e outros materiais que podem transmitir doenças são lavados aqui, mas não existe muito cuidado com o despejo da água".
Os estudantes afirmaram já ter discutido o assunto com o vice-reitor, Rivaldo Albuquerque. "Ele disse que já tinham elaborado projeto para resolver esses alagamentos. Falou até que estaria orçado em R$ 2 milhões, mas não sabemos quando as obras serão feitas. Enquanto isso, nossa situação só tende a piorar", disse Bastos.
A assessoria de imprensa da UPE informou que a reitoria vai contratar uma empresa de engenharia para fazer levantamento dos problemas causados pelas chuvas e solucioná-los em breve. O prazo para a contratação da empresa e o início das obras não foram divulgados
De acordo com o presidente do Diretório Acadêmico de Medicina, Márcio Bastos, há muito tempo a situação é a mesma. "Sempre que chove um pouco mais alaga essa parte. É um absurdo isso acontecer em um local onde as pessoas procuram tratamento".
Segundo ele, a maior preocupação é a de contágio. "O tempo todo chegam pacientes com leptospirose, dengue e outras doenças. Ninguém sabe o que pode estar nessa água suja. Quando chega carro ou ambulância, então, forma-se uma onda que invade a lanchonete onde muitos alunos fazem as refeições".
Para o vice-presidente do DA, o estudante Francisco de Assis, uma fossa de esgoto aberta e o despejo de resíduos da lavanderia são outros fatores que aumentam os riscos de contaminação. "Roupas de cama de pacientes, trajes usados por médicos em cirurgias e outros materiais que podem transmitir doenças são lavados aqui, mas não existe muito cuidado com o despejo da água".
Os estudantes afirmaram já ter discutido o assunto com o vice-reitor, Rivaldo Albuquerque. "Ele disse que já tinham elaborado projeto para resolver esses alagamentos. Falou até que estaria orçado em R$ 2 milhões, mas não sabemos quando as obras serão feitas. Enquanto isso, nossa situação só tende a piorar", disse Bastos.
A assessoria de imprensa da UPE informou que a reitoria vai contratar uma empresa de engenharia para fazer levantamento dos problemas causados pelas chuvas e solucioná-los em breve. O prazo para a contratação da empresa e o início das obras não foram divulgados
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