Buracos e outros problemas na PE-75 dificultam tráfego para os motoristas
A situação ainda é mais grave porque em quase todos os 25 quilômetros da rodovia, não há acostamento nem placas de sinalização; outro problema é a pintura na pista, que está apagada
Da Redação do pe360graus.com
Um trecho da PE-75 está praticamente intransitável. É que, com as últimas chuvas, a situação na rodovia estadual piorou. De acordo com motoristas que passam por ela, trafegar no local é um desafio.
Indo pela BR-101, a PE-75 começa na cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado. A rodovia é muito usada por quem vai para Campina Grande, na Paraíba. Em muitos trechos, o asfalto está sumindo e dá para tirar pedaços com a mão. Os buracos crescem e se aproximam de outros, o que exige dos motoristas manobras arriscadas para não cair neles. “Tem que agir bem rápido se não quiser bater, pois de repente vem um em alta velocidade e breca bem em cima”, conta o vendedor Edvaldo Francisco.
Quando não é possível evitar os buracos, o jeito é diminuir a velocidade. Veículos pesados, como carretas, quase param. “Nesse trecho para Recife, atrasa mais ou menos uma hora e vinte, pois você para e tem que andar devagarzinho, anda mais cinco ou dez quilômetros e para de novo. Nisso, vai perdendo tempo, sem falar que a gente vai estressando”, diz o caminhoneiro Agnivaldo Arlindo Filho
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Indo pela BR-101, a PE-75 começa na cidade de Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado. A rodovia é muito usada por quem vai para Campina Grande, na Paraíba. Em muitos trechos, o asfalto está sumindo e dá para tirar pedaços com a mão. Os buracos crescem e se aproximam de outros, o que exige dos motoristas manobras arriscadas para não cair neles. “Tem que agir bem rápido se não quiser bater, pois de repente vem um em alta velocidade e breca bem em cima”, conta o vendedor Edvaldo Francisco.
Quando não é possível evitar os buracos, o jeito é diminuir a velocidade. Veículos pesados, como carretas, quase param. “Nesse trecho para Recife, atrasa mais ou menos uma hora e vinte, pois você para e tem que andar devagarzinho, anda mais cinco ou dez quilômetros e para de novo. Nisso, vai perdendo tempo, sem falar que a gente vai estressando”, diz o caminhoneiro Agnivaldo Arlindo Filho
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