30 dias após o assassinato do escrivão de polícia
Kleber Ferraz, o crime ainda não foi esclarecido.
Após exatos 30 dias do assassinato do Escrivão de Polícia Cívil Kleber de Souza Ferraz Barbosa de 46 anos, ocorrido no município de Riacho das Almas, com 4 tiros disparados a curta distância, a sociedade permanece sem esclarecimentos a respeito do caso. O AQUI NOTÍCIA, entrou em contato com os familiares da vítima, que optaram por não darem entrevistas nem se identificarem, mas exprimiram sua opinião sobre o caso: “É bastante intrigante e revoltante perceber como a violência manifesta-se cada vez mais descaradamente, sem que nem ao menos sejam identificados e punidos os culpados por estes atos brutais e que atingem não apenas a vítima, mas de certa forma a todos os cidadãos que se apercebem de que nem mesmo um policial está em segurança e ainda por cima, não pode contar com a instituição que serviu por anos, com honestidade exemplar, para identificar e punir os seus assassinos. Se não podemos confiar na justiça dos homens, nos resta a crença em um Deus superior à tudo e todos, que fará justiça a seu modo, não deixando impune jamais aqueles que tiram dos outros, aquilo que só ele poderia tirar: a vida.” Ainda segundo um amigo da família, que também pediu para não ser identificado com medo de represália, Kleber ultimamente teve desentendimentos em Garanhuns, mas não quis informar com quem para não atrapalhar nas investigações policiais. “é preferível que a polícia se pronuncie sobre o caso, até porque só ela (polícia) tem condições de relatar com mais clareza o que realmente aconteceu, o que motivou e o mais importante que é a autoria deste crime, seja ele assalto ou por encomenda” finalizou.
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