VITALINO PEREIRA DOS SANTOS
Vitalino Pereira dos Santos Mestre Vitalino nasceu no Sítio dos Pintos, Caruaru, no dia 10 de Julho de 1909, filho de Marcelino Pereira dos Santos e Josefa da Conceição. |
A cerâmica figurativa que o povão chama de “bonecos e barro”, sempre fascinou Vitalino que aos 6 anos fez seu primeiro trabalho.
Dedica-se também a arte musical e aprendeu a tocar pífano. Em breve, faria parte de zabumbas que ficaram célebres no agreste inteiro. Mas, os bonecos de barro, que ele vendia na feira, eram seu trabalho permanente.
A fama chegou em 1945, depois do encontro com Augusto Rodrigues, desenhista famoso e colecionador. Jornais e revistas de todo o país passaram a dar atenção à arte da cerâmica popular.
Em 1947 seus trabalhos foram expostos no Rio e em 1955 integraram a exposição “Artes Primitivas e Modernas do Brasil”, que fez grande sucesso na Suíça.
Revistas internacionais, então, se ocuparam do Mestre Vitalino. Sua maior exposição ocorreu no Rio, “A Noite de Caruaru” em 1960, promovida pelo Jornal de Letras.
Famoso e reconhecido como um dos maiores artistas populares do Brasil, Mestre Vitalino faleceu no Alto do Moura, Caruaru, no dia 20 de Janeiro de 1963.
Dedica-se também a arte musical e aprendeu a tocar pífano. Em breve, faria parte de zabumbas que ficaram célebres no agreste inteiro. Mas, os bonecos de barro, que ele vendia na feira, eram seu trabalho permanente.
A fama chegou em 1945, depois do encontro com Augusto Rodrigues, desenhista famoso e colecionador. Jornais e revistas de todo o país passaram a dar atenção à arte da cerâmica popular.
Em 1947 seus trabalhos foram expostos no Rio e em 1955 integraram a exposição “Artes Primitivas e Modernas do Brasil”, que fez grande sucesso na Suíça.
Revistas internacionais, então, se ocuparam do Mestre Vitalino. Sua maior exposição ocorreu no Rio, “A Noite de Caruaru” em 1960, promovida pelo Jornal de Letras.
Famoso e reconhecido como um dos maiores artistas populares do Brasil, Mestre Vitalino faleceu no Alto do Moura, Caruaru, no dia 20 de Janeiro de 1963.
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