De acordo com especialistas, o registro revela um fenômeno positivo e outro negativo: o acesso dos pacientes às medicações que previnem e tratam essas doenças melhorou, de acordo com classificação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Por outro lado, a automedicação e dependência dos remédios também pode ser causa do aumento das vendas.
"A população com mais renda também consome mais medicações", diz o professor do departamento de ansiedade da Universidade de São Paulo e médico da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Márcio Bernik. "Além disso, estes tipos de remédio ficaram mais seguros dos anos 80 para cá, com menos efeitos colaterais o que também ampliou o acesso. Isso criou, em algumas classes terapêuticas, bolhas de uso inadequado".
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