| Ana pode ser 1ª mulher no TCU pós redemocratização |
![]() Advogada e técnica judiciária do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, ela junta em sua campanha o sobrenome do pai, Miguel Arraes, e conta ainda com o trabalho do filho, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Mas não é só isso. O PCdoB de Aldo Rebelo fez de tudo para que ela desistisse da disputa e apoiasse o comunista. Ela não topou. Quem conhece dona Ana, como os colegas de Congresso a chamam, sabe que ela fala sério. Afinal, desde muito jovem enfrentou as dificuldades impostas pela ditadura militar. Em julho de 1964, aos 17 anos, ela foi incisiva com o comandante geral do IV Exército, general Olímpio Mourão Filho, ao pedir que ele liberasse a presença de seu pai, àquela altura preso político em Fernando de Noronha, para que pudesse comparecer ao casamento da filha. Ela tanto fez que o general assentiu. (Denise Rothenburg - Correio Braziliense) |
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
ANA ARRAES PODE FAZER HISTÓRIA NO TCU
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Um comentário:
Mulher de fibra.
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