Autoridades dizem que os criminosos compartilhavam fotos de menores do Brasil, Colômbia, México, Trinidad e Tobago. Cerca de 120 mil fotos foram apreendidas.
Os pedófilos utilizavam redes sociais para se comunicar. Eles compartilhavam arquivos pelo software gratuito P2P, que só pode ser acessado através de convite pessoal. Isso atrapalhou bastante as investigações policiais e fez com que o controle dos servidores dessas redes também não conseguissem detectar o crime.
A operação foi coordenada pela Brigada de Investigação Tecnológica da Polícia Nacional da Espanha; pelo grupo policial contra a exploração infantil da Nova Zelândia, Online Child Exploitation Across New Zealand (OCEANZ) e pela divisão de combate à pornografia infantil do FBI, Innocent Images Task Force (IITF). Setores de inteligência de outros seis países (incluindo a Polícia Federal do Brasil) também participaram.
A polícia da Espanha afirma que a operação continua e é possível que haja mais apreensões.
Um comentário:
Todo cuidado é pouco com os pequenitos... E às vezes, o orgulho dos pais expõe os filhos ao perigo nesse misterioso mundo virtual. Abraços, Edney!
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