O ômega 3 e a vitamina E presentes nesta oleaginosa seriam os responsáveis pelo benefício.
A pesquisa foi realizada com dois grupos de roedores: os que ingeriam nozes durante as refeições e aqueles que não tinham contato sequer com uma lasca de noz. O resultado mostrou que o primeiro grupo teve redução de 50% nos riscos de desenvolver a doença. Além do mais, aqueles que apresentaram o tumor registraram diminuição em seu tamanho.
Incluir a oleaginosa na dieta mesmo após o diagnóstico da doença se mostrou uma boa estratégia, pois elas brecaram a velocidade do crescimento das células malignas.
"É possível que a vitamina E atue junto com o ômega-3 de sua composição, dificultando o desenvolvimento do problema", explica a bioquímica Elaine Hardman, que assina a pesquisa, à revista "Saúde". "Já a suplementação do ácido graxo, sozinho, não proporcionou o mesmo efeito", completa. Desta forma, é possível concluir que as substâncias apenas funcionam se forem combinadas.
Prós e contras
A dica do coordenador do curso de nutrição da Universidade Federal de Minas Gerais, Gilberto Simeone Henriques, é que as porções de nozes sejam bem distribuídas ao longo do dia e que sejam evitadas durante a noite, pois podem causar indigestão.

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