Uma fábrica artesanal que adulterava uísque foi fechada pela Operação Ressaca Zero, realizada por agentes da Delegacia de Combate à Pirataria, contra a produção e a venda de bebidas alcoólicas falsas. Gracinete Ferreira de Souza, de 50 anos, foi presa em flagrante por falsificação de bebidas. As ações aconteceram nessa terça-feira (17). A mulher foi presa em Jardim Jordão, em Jaboatão dos Guararapes.
Foram apreendidas também 120 garrafas de uísque falso de diversas marcas (garrafas vazias e com bebida), selos e lacres falsificados e instrumentos utilizados para a produção.
Gracinete Ferreira vai responder por dois crimes contra a saúde pública: falsificação e venda de bebidas adulteradas. Ela pode pegar até cinco anos de prisão. Os crimes eram cometidos há cerca de quatro anos.
"Ela comprava uísque nacional a R$ 7, depois colocava em garrafas de uísque importado com selo e lacre falsos. A bebida era vendida a R$30, R$ 35, mas o preço de uma original é R$100", disse o delegado Tiago Cardoso, responsável pela operação. A venda era feita em bares de Jardim Jordão e a clientes que compravam na própria fábrica.
A operação segue até o Carnaval. "Vamos intensificar a fiscalização até fevereiro, já que este é um período de alto consumo de bebidas alcoólicas", afirmou o delegado. "A própria mulher autuada informou em depoimento que nas festas de final de ano e no Carnaval as vendas aumentam muito", concluiu.
Foram apreendidas também 120 garrafas de uísque falso de diversas marcas (garrafas vazias e com bebida), selos e lacres falsificados e instrumentos utilizados para a produção.
Gracinete Ferreira vai responder por dois crimes contra a saúde pública: falsificação e venda de bebidas adulteradas. Ela pode pegar até cinco anos de prisão. Os crimes eram cometidos há cerca de quatro anos.
"Ela comprava uísque nacional a R$ 7, depois colocava em garrafas de uísque importado com selo e lacre falsos. A bebida era vendida a R$30, R$ 35, mas o preço de uma original é R$100", disse o delegado Tiago Cardoso, responsável pela operação. A venda era feita em bares de Jardim Jordão e a clientes que compravam na própria fábrica.
A operação segue até o Carnaval. "Vamos intensificar a fiscalização até fevereiro, já que este é um período de alto consumo de bebidas alcoólicas", afirmou o delegado. "A própria mulher autuada informou em depoimento que nas festas de final de ano e no Carnaval as vendas aumentam muito", concluiu.

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