Da Folha.com
O ex-senador Luiz Estevão foi denunciado pelo Ministério Público Federal acusado de usar o Brasiliense Futebol Clube para lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, o crime aconteceu entre 2001 e 2005. O clube, fundado pelo ex-senador, foi usado por ele para ocultar bens e movimentações financeiras, segundo os procuradores.
A denúncia é resultado de inquérito instaurado em 2005, após a Justiça ter decretado a indisponibilidade dos bens de Estevão e de empresas ligadas ao Grupo OK, que pertence a ele.
O ex-senador esteve envolvido no escândalo da construção da sede do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo. Ontem, a Advocacia Geral da União informou ter conseguido penhorar R$ 2,7 milhões do Grupo OK. Luiz Estevão foi cassado do Senado em 2000 por quebra de decoro parlamentar.
A Procuradoria afirma que a investigação começou pelo fato de Estevão continuar a aplicar dinheiro no Brasiliense, mesmo sem acesso a suas contas bancárias e de sua empresa. Ele comprava passe de jogadores e investia na reforma do estádio. Segundo a investigação, o dinheiro movimentado pela conta do clube referia-se as empresas do Grupo OK.
Os procuradores afirmam que o Brasiliense seria um "clube de fachada". Jogadores também disseram ao Ministério Público que o time pertencia e era gerenciado pelo ex-senador.
"A conta bancária do Brasiliense, que era administrado pelo denunciado, serviu para movimentar recursos entre/para as empresas integrantes do Grupo OK, tratando-se de verdadeira 'conta de passagem', técnica usualmente empregada pelos 'lavadores' de dinheiro para dificultar o rastreamento dos recursos e ocultar o verdadeiro destino dos ativos provenientes de atividades criminosas", diz a denúncia.
O caso será julgado pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
OUTRO LADO - Luiz Estevão nega as acusações. Segundo o ex-senador, o dinheiro movimentado pelo clube era legal.
"Toda a movimentação foi feita dentro da lei, com a receita do time com bilheteria, patrocinadores e verbas de televisão", disse.
O cartola afirma ainda que pagava os jogadores em dinheiro vivo a pedido dos atletas.
A denúncia é resultado de inquérito instaurado em 2005, após a Justiça ter decretado a indisponibilidade dos bens de Estevão e de empresas ligadas ao Grupo OK, que pertence a ele.
O ex-senador esteve envolvido no escândalo da construção da sede do Tribunal Regional do Trabalho em São Paulo. Ontem, a Advocacia Geral da União informou ter conseguido penhorar R$ 2,7 milhões do Grupo OK. Luiz Estevão foi cassado do Senado em 2000 por quebra de decoro parlamentar.
A Procuradoria afirma que a investigação começou pelo fato de Estevão continuar a aplicar dinheiro no Brasiliense, mesmo sem acesso a suas contas bancárias e de sua empresa. Ele comprava passe de jogadores e investia na reforma do estádio. Segundo a investigação, o dinheiro movimentado pela conta do clube referia-se as empresas do Grupo OK.
Os procuradores afirmam que o Brasiliense seria um "clube de fachada". Jogadores também disseram ao Ministério Público que o time pertencia e era gerenciado pelo ex-senador.
"A conta bancária do Brasiliense, que era administrado pelo denunciado, serviu para movimentar recursos entre/para as empresas integrantes do Grupo OK, tratando-se de verdadeira 'conta de passagem', técnica usualmente empregada pelos 'lavadores' de dinheiro para dificultar o rastreamento dos recursos e ocultar o verdadeiro destino dos ativos provenientes de atividades criminosas", diz a denúncia.
O caso será julgado pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal.
OUTRO LADO - Luiz Estevão nega as acusações. Segundo o ex-senador, o dinheiro movimentado pelo clube era legal.
"Toda a movimentação foi feita dentro da lei, com a receita do time com bilheteria, patrocinadores e verbas de televisão", disse.
O cartola afirma ainda que pagava os jogadores em dinheiro vivo a pedido dos atletas.

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