Um ano depois da morte do empresário Sérgio Falcão e da sua exumação para novos laudos que ajudariam investigações, o corpo do dono da Construtora Falcão voltou a ser sepultado nesta quarta-feira (9), no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife. A apuração da sua morte, cheia de reviravoltas, ainda não foi concluída, porém a expectativa da delegada Vilaneida Aguiar é apresentar o resultado do inquérito policial até o fim de outubro.
A previsão é que o corpo do empresário deixe o Instituto de Medicina Legal (IML), no Centro da capital pernambucana, por volta das 14h desta quarta-feira, devendo chegar ao Morada da Paz às 15h. De acordo com a assessoria de imprensa do cemitério, a nova cerimônia de sepultamento de Sérgio Falcão será simples, apenas com a presença de familiares.
Sérgio Falcão foi encontrado morto em agosto do ano passado com um tiro na cabeça dentro de seu apartamento onde morava, na Zona Sul do Recife. Na época, Sérgio Falcão passava por dificuldades financeiras e estava separado da mulher, o que levantou a hipótese de suicídio. No entanto, como um ex-segurança do empresário foi visto saindo do apartamento e entrando no elevador muito nervoso e portando a arma do crime, a polícia também investiga se ele foi assassinado.
Por não acreditar na versão de que Sérgio Falcão tenha tirado a própria vida, a família solicitou a exumação do corpo dele dois meses depois para que fossem elaborados novos laudos. O corpo ficou, desde então, no IML para a coleta de material pelo Instituto de Criminalística (IC).
De acordo com a delegada Vilaneida Aguiar, as irmãs do empresário já haviam solicitado a autorização para realizar o novo enterro há vários meses. Em junho, a delegada questionou, através de ofício, se o Instituto de Criminalística tinha interesse em mais alguma perícia. A resposta só chegou essa semana.
Em abril deste ano, a delegada afirmou em coletiva de imprensa que o empresário foi vítima de homicídio, tendo como principal suspeito o seu ex-segurança Jailson Melo. Vilaneida Aguiar não adiantou informações sobre o andamento da investigação nem confirmou se a linha que diz que Sérgio Falcão é mantida. A responsável pelo inquérito policial afirmou apenas que o resultado de mais de um ano de investigação deve ser apresentado ainda este mês.
Sérgio Falcão foi encontrado morto em agosto do ano passado com um tiro na cabeça dentro de seu apartamento onde morava, na Zona Sul do Recife. Na época, Sérgio Falcão passava por dificuldades financeiras e estava separado da mulher, o que levantou a hipótese de suicídio. No entanto, como um ex-segurança do empresário foi visto saindo do apartamento e entrando no elevador muito nervoso e portando a arma do crime, a polícia também investiga se ele foi assassinado.
Por não acreditar na versão de que Sérgio Falcão tenha tirado a própria vida, a família solicitou a exumação do corpo dele dois meses depois para que fossem elaborados novos laudos. O corpo ficou, desde então, no IML para a coleta de material pelo Instituto de Criminalística (IC).
De acordo com a delegada Vilaneida Aguiar, as irmãs do empresário já haviam solicitado a autorização para realizar o novo enterro há vários meses. Em junho, a delegada questionou, através de ofício, se o Instituto de Criminalística tinha interesse em mais alguma perícia. A resposta só chegou essa semana.
Em abril deste ano, a delegada afirmou em coletiva de imprensa que o empresário foi vítima de homicídio, tendo como principal suspeito o seu ex-segurança Jailson Melo. Vilaneida Aguiar não adiantou informações sobre o andamento da investigação nem confirmou se a linha que diz que Sérgio Falcão é mantida. A responsável pelo inquérito policial afirmou apenas que o resultado de mais de um ano de investigação deve ser apresentado ainda este mês.

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