“A execução deverá ser conduzida pelo juízo que recebeu a delegação feita pelo Supremo Tribunal Federal e não por qualquer outro, ainda que seja o titular da jurisdição sobre a penitenciária onde está o reeducando”, segundo o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa.
De acordo com o advogado do ex-presidente nacional do PP, Plínio Nunes, o imbróglio sobre que Vara ficaria responsável pelo caso “prejudicou a execução da pena”. “Não tínhamos nenhuma preferência, queríamos apenas que fosse decidido quem seria o responsável, e no nosso entendimento seria a 3ª Vara, com base na própria legislação estadual reconhecida pelo Supremo”, declarou Nunes.
A expectativa é de que o pedido seja deferido até o fim desta semana. Pedro Corrêa foi convidado para trabalhar como médico radiologista em uma clínica particular no município de Garanhuns – com um salário de R$ 2,5 mil – , que fica cerca de uma hora do Centro de Ressocialização do Agreste, em Canhotinho, onde o ex-parlamentar está cumprindo pena desde o dia 7 de janeiro.
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