“Uma decisão como essa não acontece do dia para a noite. Pensei muito, continuei nadando, cumprindo com as obrigações da temporada 2013, até chegar à consciência plena de que era o momento de parar. Assisti a campeonatos pela TV, para ver se ‘batia saudades’, mas não bateu. Eu olhava e pensava: ‘Não faço mais questão de estar aí’. Essa foi a resposta que precisava”, comentou a nadadora, em entrevista à reportagem.
O senso crítico em relação a tudo que envolve a Olimpíada de 2016, aliás, também teve a sua parcela na decisão da atleta. “Nadar uma Olimpíada dentro de casa, me colocaria na mesma situação de outros tantos atletas e envolvidos com o esporte, que sabem de tudo e nada falam. Eu estaria traindo meus próprios princípios”.
Confira a entrevista completa na edição deste sábado da Folha de Pernambuco
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