O debate da Super Manhã discutiu a previsão de chuvas, a situação das barragens e dos mananciais pernambucanos
Rádio Jornal
Foto: Milenna Gomes/Rádio Jornal
O debate da Super Manhã discutiu a situação das barragens e dos mananciais pernambucanos. Wagner Gomes conversou com a diretora de Regulação e Monitoramento da Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Crystianne Rosal, o geógrafo Lucivânio Jatobá e o presidente da Compesa, Roberto Tavares.
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O tempo virou no Estado. De acordo com o geógrafo Lucivânio Jatobá, a previsão é que esse ano fosse seco no País, em especial no semiárido nordestino. Porém, os primeiros meses do ano mostraram uma outra realidade. "Na Zona da Mata Sul, tivemos localidades com 300% acima da média em plena época de verão, que não são meses essencialmente chuvosos para a região", disse.
Para ele, a causa está no Sol. Algumas flutuações podem ter relações antrópicas, ou seja, causada pela ação humana. Mas essas mudanças repentinas geralmente estão ligadas a um aumento de calor repentino. "A estatística mostra que, quando há períodos de intensa atividade solar, temos períodos de seca", diz. "De 2016 para 2017, o Sol começou a diminuir sua atividade", o que, segundo ele, explica o aumento de chuvas. "É provável que os próximos meses sejam chuvosos", completa
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