Procuradores alegam, em ação protocolada no DF, que medida 'coloca em risco a segurança pública de todos os brasileiros'
Daniel Gullino
Clube de tiro em Brasília Foto: Jorge William/Agência
BRASÍLIA — O Ministério Público Federal do Distrito Federal pediu na terça-feira a suspensão imediata e integral do decreto que flexibilizou o porte de armas,editada pelo presidente Jair Bolsonaro na semana passada. Os procuradores alegam que a medida desrespeita o Estatuto do Desarmamento e "coloca em risco a segurança pública de todos os brasileiros". A ação foi protocolada na 17ª Vara de Justiça Federal.
O MPF pede uma decisão urgente, alegando que o aumento na compra de armas causado pelo decreto terá impacto por décadas, já que armas são bens duráveis. Os procuradores ressaltam que muitas armas compradas antes da edição do Estatuto do Desarmamento, em 2003, são utilizadas em crimes até hoje.
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