
Soleimani deveria se encontrar com o primeiro-ministro na manhã em que foi assassinado. As informações foram publicadas no Et Urbs Magna.
A revelação destrói a alegação dos EUA de que eles tomaram “ação defensiva decisiva” para impedir um ataque supostamente orquestrado por Soleimani.
Por sua vez, o Itamaraty afirmou que é preciso combater o terrorismo, numa clara submissão aos Estados Unidos, do governo Donald Trump. A posição de Jair Bolsonaro pode prejudicar o comércio com o Irã, o principal importador de milho do Brasil.
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