BLOG DO EDNEY
NA LUPA 🔎
Por Edney Souto.
TESTE DE FOGO PARA A DIREITA BOLSONARISTA EM 2024.
Ainda na sequência dos temas ligados anos atos preparatórios para as eleições 2024 a nível de pré-candidaturas, caberá ao PL 22 (Partido Liberal) travar os embates para a manutenção e união dos defensores da política de “direita” do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. O movimento dos liberais será fundamental para que haja chance, visando um novo embate nas urnas em 2026. A meta é que se mantenha acesa a polarização Lula versus Bolsonaro, para no futuro, mais precisamente em 2026 possam tentar uma revanche no voto e trazer aquele que chamam de “mito” de volta à Presidência da República.
VALDEMAR- Caberá a Valdemar Costa Neto, figura, digamos assim: um pouco controversa, administrar um fundo milionário partidário com cerca de 205 milhões de reais. Em 2014 ele também vai pilotar o agora rotineiro , fundo eleitoral (outro recurso que é passado nos anos que há eleições). Vamos explicar como funciona. Em tempo, o Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos, mais conhecido como Fundo Partidário (Não confundir com fundo eleitoral), é uma forma de financiamento público, não exclusivo, dos partidos políticos do Brasil, que não se restringe às campanhas eleitorais.
OFICIAL- O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou, por meio de comunicado aos partidos políticos, a divisão dos recursos do Fundo Partidário de 2023. O dinheiro, que faz parte do Orçamento da União, é usado para manutenção e funcionamento das siglas que tem representação no Congresso Nacional e começa a ser repassado a partir do final deste mês. O volume de recursos é generoso: em 2023, serão R$ 1 bilhão, 118 milhões distribuídos entre 17 siglas, sendo que a maior fatia, no valor de R$ 205 milhões, ficará com o PL, enquanto o menor valor (R$ 13.197.000), com a Rede e o PV. As transformações no orçamento foram turbinadas pela força eleitoral do então presidente Jair Bolsonaro.
LANÇAR NOMES- A meta pra fortalecer o Bolsonarismo com vistas a 2026 passa pela eleição do maior número possível de prefeitos e vereadores para que haja uma base política sólida, principalmente nas capitais e nos municípios acima de 200 mil habitantes. Essa estratégia será seguida à risca pelo PL e em nosso estado nomes como o dos deputados federais André Ferreira, Coronel Meira, Fernando Rodolfo são prioritários na disputa, isso sem falar no nome do ex-ministro Gilson Machado Neto que possuem o condão de representar o legado de Bolsonaro mas urnas. Os nomes citados acima são especulados para disputa das prefeituras de Recife, Camaragibe, Caruaru e a esses deverão ser acrescentados outros nomes que estão aptos a defender o legado do ex-presidente.
VEREADORES- A estratégia não se limitará apenas ao comando de Prefeito Indicativo no PL 22 de se fazer o maior número possível de vereadores em todos os mais de 5.500 municípios brasileiros. Como se vê haverá o teste de fogo da “direita bolsonarista” no
Intuito de manter aceso o legado e as diretrizes de um sistema criado pelo ex-presidente Jair Messias Bolsonaro.
PASSANDO A LUPA 🔎
JP COSTA - O Deputado João Paulo Costa fez hoje um discurso que passará para a história da Assembleia Legislativa de Pernambuco. O parlamentar defendeu a importância do Projeto de Resolução que apresentou para criação da Comissão Permanente de Defesa do Consumidor. A Câmara Federal possui uma comissão sobre o tema desde 2004 e, além de Pernambuco, apenas outras três (3) Assembleias no país não possuem esse espaço tão importante para defesa da sociedade.
TÃO NA BAIXA– Não fosse a destituição abrupta do deputado Alberto Feitosa, da liderança do PL na Assembleia Legislativa, o Governo teria perdido o controle da Comissão de Constituição e Justiça. A operação para Antônio Moraes (PSDB) derrotar Waldemar Borges (PSB) foi comandada pelo deputado André Ferreira. Essa é a versão que corre nos bastidores, sugerindo que o PL está agindo na Casa como partido integrante da base governista.
MARIA - A deputada federal Maria Arraes (SD-PE) recebeu nesta quinta-feira (2/2) uma comissão de servidores da Fundação Nacional da Saúde (Funasa) de Pernambuco, que estão mobilizados para barrar o processo de extinção da entidade, previsto pela Medida Provisória 1.156. Liderados pela geóloga e superintendente substituta da Funasa no Estado, os profissionais solicitam reestruturação do órgão, que desenvolve importantes projetos de saneamento básico e saúde ambiental junto aos 4.893 municípios brasileiros com menos de 50 mil habitantes.
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