A Polícia Militar de Pernambuco está de luto com a perda da sargento Lourdes Leite, carinhosamente conhecida como Lourdinha, que faleceu em Recife após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC) enquanto participava de um treino de handebol. O episódio ocorreu de forma súbita e pegou de surpresa colegas e familiares, deixando a corporação profundamente abalada. Segundo informações oficiais do 23º Batalhão da PM, a militar apresentou sinais graves logo após o incidente, sendo imediatamente socorrida e levada a um hospital da capital, onde seu estado de saúde se agravou rapidamente. Diante da gravidade do quadro, os médicos do hospital abriram o protocolo de constatação de morte encefálica, procedimento que exige avaliação de dois profissionais para confirmar oficialmente o óbito, garantindo todos os critérios legais e médicos. Lourdes Leite atuava no 23º BPM, em Afogados da Ingazeira, e era conhecida não apenas pelo compromisso com a segurança da população, mas também pelo entusiasmo com atividades esportivas, participando regularmente de treinos de handebol com colegas e amigos. A militar deixa dois filhos, que agora enfrentam o difícil processo de lidar com a perda precoce da mãe, enquanto familiares, amigos e colegas da PM prestam homenagens emocionadas à sua memória. O 23º Batalhão de Afogados da Ingazeira emitiu nota lamentando profundamente o ocorrido, destacando o comprometimento da sargento com a corporação e sua dedicação ao serviço público. Durante sua trajetória, Lourdinha construiu uma carreira marcada por respeito, disciplina e generosidade, atributos que a tornaram referência para os demais policiais da unidade. A notícia do falecimento repercutiu entre a comunidade policial e moradores da região, que expressaram sentimentos de solidariedade e reconhecimento pelo trabalho da sargento. Amigos relataram que ela sempre incentivava a prática esportiva e valorizava o trabalho em equipe, sendo exemplo dentro e fora da corporação. O AVC que acometeu Lourdes ocorreu de maneira inesperada, demonstrando como eventos de saúde podem se manifestar de forma súbita, mesmo em pessoas ativas e aparentemente saudáveis. O clima de tristeza se espalhou pelo batalhão, que organizou uma série de homenagens internas, lembrando momentos de convivência e dedicação da policial. Colegas destacam que Lourdinha possuía uma energia contagiante e era referência para novos integrantes da PM, ensinando não apenas técnicas policiais, mas valores de humanidade e solidariedade. Familiares e amigos aguardam, neste momento, os procedimentos legais e médicos finais para que seja realizada a despedida oficial, respeitando todos os protocolos de segurança e saúde. A morte da sargento evidencia também a importância de atenção à saúde cardiovascular e neurológica, especialmente em atividades físicas intensas. O 23º BPM reforçou o compromisso em prestar apoio aos familiares e garantir que o legado de Lourdes Leite seja lembrado com respeito e gratidão. Durante sua vida, Lourdinha conquistou admiração não só entre os colegas de farda, mas também entre a população atendida, sendo lembrada por seu caráter, coragem e dedicação diária. Amigos e companheiros de equipe lembram seu sorriso constante, capacidade de motivar o grupo e o amor pelo trabalho comunitário, elementos que definem sua trajetória. A repercussão do caso serve de alerta sobre os riscos de saúde silenciosos que podem afetar qualquer pessoa, mesmo aquelas com rotina ativa e hábitos saudáveis. O episódio trágico mobilizou a Polícia Militar, familiares e a sociedade, unindo todos em homenagens e lembranças de uma vida dedicada ao serviço público e à proteção do próximo. A lembrança de Lourdes Leite permanecerá viva entre aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com sua energia, coragem e espírito altruísta, perpetuando seu legado dentro da corporação e na comunidade que ela tanto serviu.
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