No cenário estimulado, quando os entrevistados escolhem entre nomes apresentados, João Campos aparece com 48% das intenções de voto, enquanto Raquel Lyra alcança 36,2%. O resultado mantém o prefeito à frente, mas evidencia que a governadora sustenta um patamar elevado de apoio popular, mesmo enfrentando um cenário polarizado. Eduardo Moura (NOVO) pontua 3% e Ivan Moraes (PSOL), 1%. Brancos e nulos somam 4,7%, e 7,1% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Ao considerar apenas os votos válidos, a disputa se estreita. João Campos registra 54,4%, contra 41% de Raquel Lyra, um percentual que reforça a leitura de que a governadora está longe de fora do jogo e segue com margem real de crescimento ao longo do próximo ano. Eduardo Moura soma 3,4% e Ivan Moraes, 1,2%.
No cenário espontâneo, considerado um dos indicadores mais relevantes da percepção popular, João Campos é citado por 32,6% dos entrevistados, enquanto Raquel Lyra aparece com 27%, uma diferença pequena que demonstra avanço da governadora na lembrança do eleitor pernambucano. Outros nomes somam 1,8%, votos brancos e nulos chegam a 3,7%, e 34,9% ainda não souberam ou preferiram não responder.
Quando observados apenas os votos válidos do cenário espontâneo, João Campos tem 53,1%, e Raquel Lyra alcança 44%, consolidando um cenário de disputa direta e aberta.
O levantamento ouviu 1.067 pessoas em 112 municípios de Pernambuco, entre os dias 26 e 29 de dezembro, por telefone. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Os números divulgados hoje reforçam uma leitura política clara: embora João Campos largue na frente, Raquel Lyra fecha 2025 em trajetória ascendente, fortalecida por uma agenda intensa de entregas, investimentos estruturantes e presença constante em todas as regiões do estado. O cenário aponta que 2026 não será de favoritismo absoluto, mas de embate direto, com uma governadora cada vez mais viva, competitiva e preparada para disputar voto a voto o futuro de Pernambuco.
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