Adversários chegaram a sustentar a narrativa de que Chaparral estaria “inventando fatos” para justificar uma migração para o palanque do prefeito do Recife, João Campos (PSB), movimento que incluiria, segundo as especulações, sua esposa Juliana Chaparral e todo o grupo político que hoje comanda o município. O desfecho do ano, no entanto, mostrou um cenário oposto ao que vinha sendo propagado nos bastidores: Chaparral apareceu ao lado de Raquel Lyra, reforçando a continuidade de uma aliança que tem rendido resultados administrativos para Surubim.
A presença do prefeito junto à governadora não se limitou a gestos simbólicos. O discurso foi acompanhado de entregas, compromissos e encaminhamentos que fortalecem a cooperação entre o Governo do Estado e a gestão municipal. Para aliados, a movimentação representou não apenas uma demonstração de fidelidade política, mas também um recado claro de que a prioridade segue sendo a busca por investimentos e ações que impactem diretamente a vida da população.
Nos corredores da política local, a avaliação é de que as recentes especulações funcionaram como uma tentativa de “estancar uma sangria” ou, na lógica mais popular, apostar que “se colar, colou”. O resultado, porém, não se confirmou. Ao contrário, a aliança entre o grupo Chaparral e Raquel Lyra saiu reforçada, com sinais de estabilidade e continuidade.
Com isso, Cleber Chaparral fecha o ano político deixando claro seu posicionamento e desmontando narrativas que apostavam em rupturas. A mensagem transmitida é simples e de fácil compreensão para o eleitorado: a parceria com o Governo do Estado permanece firme, sustentada não por discursos vazios, mas por ações concretas que seguem chegando a Surubim.
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