Reconhecido pela habilidade e sensibilidade ao tocar, Agostinho do Acordeon foi um verdadeiro mestre da música nordestina, participando de shows, festivais e encontros culturais que celebravam a tradição do forró e da sanfona. Amigos, músicos e admiradores ressaltam que seu talento e paixão pela cultura regional inspiraram não apenas a família, mas também inúmeras gerações de artistas que cresceram ouvindo suas melodias.
O velório do sanfoneiro começou ainda nesta terça-feira (27), no Cemitério Santo Amaro, no Recife, das 12h às 18h, reunindo familiares, amigos e fãs que vieram prestar as últimas homenagens. Após o período de despedida na capital, o corpo será conduzido para Floresta, cidade onde Agostinho do Acordeon será sepultado. Lá, haverá um novo velório nesta quarta-feira (28), das 8h às 16h, no Cemitério São Miguel, com o sepultamento programado para ocorrer ainda no mesmo dia.
O falecimento de Agostinho deixa uma marca profunda na cena cultural pernambucana, especialmente entre aqueles que valorizam as raízes da música nordestina. Sua trajetória é lembrada não apenas pelo talento musical, mas também pelo papel de mentor e inspiração para seu filho Josildo Sá, consolidando uma verdadeira dinastia do forró que permanece viva no coração de fãs e músicos do Brasil inteiro.
A perda do sanfoneiro reforça a importância de preservar a memória e a tradição da música nordestina, celebrando artistas que, como Agostinho, dedicaram suas vidas a transmitir cultura, emoção e alegria por meio de cada acorde tocado.
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