quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

LULA APONTA ADVERSÁRIO PARA 2026 E AFIRMA: “NÃO GANHEI AINDA, MAS VOU GANHAR”


Em um movimento que sinaliza uma antecipação da estratégia eleitoral para 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revelou nesta quarta-feira (4) seu olhar sobre os possíveis concorrentes à Presidência da República em um jantar reservado com deputados na Granja do Torto. Segundo informações da CNN Brasil, o petista não considera o senador Flávio Bolsonaro (PL) como seu principal adversário, apesar de o parlamentar ser o candidato oficial do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Durante o encontro, Lula citou nominalmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o rival mais provável na disputa presidencial. O presidente teria afirmado aos parlamentares: “Não ganhei ainda, mas vou ganhar”, indicando confiança na vitória, mesmo antes do início formal da campanha.

Além de Tarcísio, o presidente discutiu sobre outros governadores que podem surgir como adversários em 2026. Entre eles estão Ratinho Júnior (Paraná) e Ronaldo Caiado (Goiás), ambos filiados ao PSD, e Romeu Zema (Minas Gerais), do partido Novo. Lula sinalizou que pretende utilizar o desempenho de seu governo como critério para comparar resultados com os gestores estaduais, transformando o debate eleitoral em uma análise de gestão pública e políticas implementadas.

Fontes presentes no jantar destacaram que o encontro não se resumiu a uma confraternização com deputados. A avaliação é de que o evento marcou o início de uma etapa de preparação estratégica em que o presidente pretende abordar, de forma mais aberta, o cenário eleitoral, antecipando comparações e desenhando possíveis confrontos políticos. A iniciativa indica que Lula está buscando consolidar narrativas e moldar a percepção do eleitorado muito antes do início oficial do processo eleitoral.

A movimentação reflete a preocupação do presidente em mapear e compreender seus concorrentes potenciais, fortalecendo seu posicionamento e preparando terreno para as disputas que devem dominar a agenda política nos próximos anos.

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