sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

REGINA DA SAÚDE DESTACA TRAJETÓRIA E PROJETOS FUTUROS EM ENTREVISTAS A RÁDIOS DO SERTÃO

Em agenda no Sertão do Pajeú, na última quarta-feira (11) a pré-candidata a deputada estadual Regina da Saúde participou de entrevistas nas rádios Florescer, em Flores, e Triunfo, em Triunfo, onde apresentou um panorama de sua trajetória de vida, política e das aspirações para o futuro.

“Eu nasci no sítio Alto de Negras, em Canapi-AL, na divisa com Itaíba. Meu pai e minha mãe eram agricultores de origem humilde, e do convívio com eles e meus nove irmãos, aprendi os valores que carrego até hoje em minha vida, sempre respeitando e trabalhando para ajudar o próximo”, ressaltou.

Os pontos centrais ficaram em torno de sua trajetória política em Itaíba, De forma ascendente, Regina venceu as eleições para vereadora, em 2012, se tornou prefeita, em 2016, e se reelegeu, em 2020. “Eu sempre vi a política como um instrumento de transformação, mas nunca pensei em ser o que me tornei. Foi por ver as dificuldades que o povo de Itaíba enfrentava, de total desprezo, que resolvi seguir esse caminho.”

Em vários momentos, Regina destacou as conquistas administrativas, a organização das finanças e os investimentos que estruturaram Itaíba na saúde, educação e na agricultura, além do enfrentamento de desafios como a pandemia e o fortalecimento da produção leiteira do município, que hoje ocupa a primeira colocação em Pernambuco.

Ela também ressaltou o sentimento de dever cumprido ao encerrar oito anos de gestão e passar a faixa para o seu sucessor, o prefeito Pedro Pilota, afirmando que o maior legado foi transformar Itaíba em referência não apenas em gestão responsável, educação e agricultura, mas também no cuidado com as pessoas. 

Regina da Saúde encerrou explicando que a pré-candidatura à Assembleia Legislativa nasce da vontade de ampliar essa experiência para todo o estado. “A prioridade será direcionar a atenção do estado para as demandas do povo do interior, na cidade e no campo, as mulheres, indígenas e quilombolas, discutir e propor soluções para os problemas reais do dia a dia do interior”, concluiu.

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