De acordo com as primeiras informações, o coletivo colidiu na traseira de um caminhão a menos de vinte metros da ponte. A situação poderia ter terminado em uma tragédia de grandes proporções, já que, logo após o ponto do impacto, há uma ribanceira. O que evitou o pior foi a reação rápida do motorista, que conseguiu manter o controle da direção e impedir que o veículo saísse da pista.
O susto foi enorme entre os passageiros, a maioria deles em busca de atendimento médico especializado na capital. Dentro do ônibus, o clima foi de pânico nos instantes seguintes à batida. Alguns ocupantes sofreram pancadas nas pernas, nos braços e na cabeça, mas, apesar do impacto e do medo, não houve registro de feridos em estado grave.
O motorista também ficou ferido, mas com lesões leves. Mesmo abalado, ele conseguiu retornar para Afogados da Ingazeira após o atendimento inicial. Já os pacientes não tiveram o tratamento interrompido: outro veículo foi providenciado para garantir que todos seguissem viagem até o Recife.
O acidente reacende o alerta sobre os riscos enfrentados diariamente por pacientes que dependem do transporte rodoviário para cuidar da saúde longe de casa. Desta vez, a história terminou com alívio — mas com a certeza de que poderia ter sido muito pior.
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