De acordo com o parlamentar, o ataque ocorreu em duas etapas distintas, o que, na avaliação dele, reforça a intencionalidade do crime. Inicialmente, a imagem do rosto do presidente Lula foi rasgada. Em seguida, a própria estrutura metálica de sustentação do outdoor foi serrada, provocando a queda completa do painel. O dano, segundo relatos, deixou a peça totalmente inutilizada.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, gravado de dentro do próprio veículo, Doriel Barros classificou a ação como “um ato criminoso de vandalismo” e atribuiu o episódio ao que chamou de intolerância e ódio político. O deputado afirmou que não tratará o caso como um fato isolado e que já está tomando providências formais para que os responsáveis sejam identificados.
“Estou encaminhando um ofício ao Secretário de Segurança Pública do Estado de Pernambuco. Vamos identificar este criminoso e fazê-lo pagar pelos seus crimes”, declarou o parlamentar, ao reforçar que a destruição de patrimônio e a tentativa de intimidação política não podem ser naturalizadas.
O outdoor fazia referência à parceria política entre Doriel e o governo federal, sinalizando alinhamento com o projeto liderado pelo presidente Lula. A menção a 2026 foi interpretada por aliados como um gesto simbólico de continuidade e esperança em torno do campo político ao qual o deputado pertence.
O caso deve ser apurado pela Polícia Civil de Pernambuco, que poderá investigar tanto o dano ao patrimônio quanto eventual motivação política por trás da ação. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado oficialmente, e não há informações sobre câmeras de segurança que possam ter registrado o momento do vandalismo.
Nos bastidores, o episódio reacende o debate sobre o clima de polarização política no país, especialmente em períodos pré-eleitorais. Garanhuns, cidade estratégica do Agreste pernambucano e historicamente ligada à trajetória de Lula, volta ao centro das atenções após o ataque ao painel.
Enquanto aguarda os desdobramentos da investigação, Doriel Barros afirma que seguirá exercendo seu mandato “com firmeza e serenidade”, mas sem abrir mão de responsabilização. Para ele, o ataque ultrapassa a esfera pessoal e atinge o próprio ambiente democrático, que pressupõe liberdade de manifestação política sem violência ou destruição.
A expectativa agora recai sobre os próximos passos das autoridades de segurança pública e sobre a identificação dos autores do ato, que poderá trazer novos contornos ao episódio que já movimenta o debate político no Agreste pernambucano.
Informações do V&C Garanhuns
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