Segundo Junior de Beto, as conversas sobre a composição das chapas ainda estão em andamento, mas, caso o cenário se confirme, ele não hesitará em declarar apoio aos dois nomes para representar Pernambuco na Câmara Alta do Congresso Nacional. “Ainda não tem nada certo, mas se o caminho for este mesmo, Humberto e Eduardo da Fonte podem contar com meu voto e meu apoio para senadores. Agora, vou seguir apoiando a governadora Raquel Lyra, que tem feito um trabalho extraordinário na Mata Sul e em todo Pernambuco. Fechado com Raquel”, afirmou o prefeito, ao comentar a possibilidade de uma composição que reúna diferentes forças políticas no pleito.
Integrante do Progressistas e aliado do deputado federal Eduardo da Fonte, Junior de Beto tem acompanhado de perto as articulações que envolvem prefeitos e lideranças municipais do partido. De acordo com ele, existe uma tendência clara dentro da legenda de apoio ao projeto de Eduardo da Fonte para o Senado. O prefeito destacou que tem conversado com diversos gestores municipais da sigla e que a disposição de fortalecer o nome do líder progressista na corrida senatorial é praticamente consensual entre os prefeitos do partido.
Ao mesmo tempo, Junior de Beto ressaltou que, no campo da disputa pelo Governo do Estado, o sentimento predominante entre os prefeitos do PP é de manutenção do apoio à atual governadora. Para ele, a gestão de Raquel Lyra tem conquistado reconhecimento em diferentes regiões do estado, especialmente na Mata Sul, onde o prefeito afirma que os investimentos e ações do governo têm sido percebidos de forma concreta pela população.
“É um gesto de agradecimento pelo trabalho e pelo compromisso que a governadora tem feito pelos municípios. Esse sentimento é geral dentro do PP, na maioria dos prefeitos”, declarou o gestor de Palmares, ao reforçar que a relação institucional e política com o governo estadual segue fortalecida.
As declarações de Junior de Beto revelam um cenário cada vez mais comum na política pernambucana: a possibilidade de alianças cruzadas nas eleições majoritárias, com lideranças locais apoiando nomes de diferentes partidos para cargos distintos. O movimento também reflete o peso das articulações municipais na construção das chapas para 2026, especialmente em um estado onde prefeitos têm papel decisivo na mobilização política e eleitoral.
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