RAQUEL PÕE O PÉ EMBAIXO, ACERTA O RUMO E COLOCA PERNAMBUCO NO EIXO DO DESENVOLVIMENTO COM INVESTIMENTOS ESTRATÉGICOS
A governadora Raquel Lyra vem consolidando um estilo de gestão que já não deixa dúvidas: é pé no acelerador, presença nos municípios e decisão política acompanhada de entrega concreta. No palco do Congresso da Amupe, ao anunciar a distribuição de cerca de R$ 1,3 bilhão oriundos da concessão da Compesa, Raquel não apenas fez um gesto administrativo — ela reafirmou uma visão moderna de governo, que entende que desenvolvimento começa na base, nos municípios, onde a vida acontece de verdade.
Em um cenário onde muitos ainda hesitam entre discurso e prática, Pernambuco assiste a uma governadora que escolheu o caminho da execução.
UM PACOTE QUE MUDA A REALIDADE DOS MUNICÍPIOS
Os números falam por si. Municípios pequenos recebendo a partir de R$ 4 milhões, cidades médias chegando a R$ 10 milhões, e polos regionais ultrapassando facilmente a casa dos R$ 100 milhões. Recife, Caruaru e Petrolina concentram grandes volumes, mas o diferencial político e administrativo está justamente na capilaridade: o dinheiro chega também onde antes chegava pouco ou quase nada.
No interior, o impacto é direto. Sertânia já assegura mais de R$ 6,7 milhões. No Agreste Meridional, cidades como Garanhuns, Lajedo, Bom Conselho e Águas Belas entram em uma nova fase de capacidade de investimento, com recursos que permitem pavimentação, saneamento e melhorias urbanas que mudam o cotidiano da população.
É gestão que aparece na rua, não apenas no papel.
UM GOVERNO QUE ENTENDE O MUNICIPALISMO DE VERDADE
Raquel acerta quando transforma o municipalismo em eixo central da sua estratégia. Fortalecer prefeitos é fortalecer o Estado. E isso tem sido feito com inteligência política e sensibilidade administrativa.
Ao distribuir recursos de forma ampla e transparente, a governadora cria um ambiente de confiança institucional raro na política brasileira recente. Prefeitos passam a ter condições reais de executar obras e entregar resultados, e isso muda completamente a relação entre Estado e municípios.
COMPESA: DE PROBLEMA HISTÓRICO A SOLUÇÃO ESTRUTURANTE
Poucos temas são tão sensíveis em Pernambuco quanto a Compesa. E justamente aí está um dos méritos do governo: encarar o problema de frente e propor solução.
A concessão parcial, com previsão de cerca de R$ 17 bilhões em investimentos, não é apenas uma operação financeira — é uma reestruturação profunda do sistema de saneamento. O Estado mantém papel estratégico, mas abre caminho para aceleração de investimentos e ampliação de serviços.
É um movimento que exige coragem política, e isso não pode ser ignorado.
BR-232 E O RETORNO DA INFRAESTRUTURA COMO PRIORIDADE
A autorização da duplicação da BR-232 entre São Caetano e Belo Jardim, com investimento de R$ 249 milhões, reforça um ponto essencial: infraestrutura voltou ao centro da agenda estadual.
Não se trata apenas de obra, mas de integração econômica do Agreste, redução de custos logísticos e fortalecimento do setor produtivo. É o tipo de investimento que deixa legado e transforma regiões inteiras ao longo do tempo.
INTERIOR VALORIZADO E PRESENTE NA AGENDA CENTRAL
Outro mérito que precisa ser reconhecido é o olhar para o interior. Sertão e Agreste deixaram de ser periferia de decisão e passaram a ocupar espaço estratégico na política de investimentos.
Cidades como Serra Talhada, Araripina, Salgueiro e Afogados da Ingazeira recebem valores que fortalecem sua capacidade de gestão. No Agreste, o bloco formado por Garanhuns, Lajedo, São João, Capoeiras e municípios vizinhos ganha fôlego para avançar em obras estruturantes.
Isso não é apenas distribuição de recursos. É reposicionamento de prioridades.
UMA GESTÃO QUE ENTREGA E CONSTRÓI CONFIANÇA
O que se observa é a construção de uma narrativa sólida, sustentada por ações concretas. Recursos liberados, obras anunciadas e parcerias com municípios formam um conjunto coerente de gestão.
Raquel Lyra acerta ao unir técnica e política, planejamento e execução, discurso e prática. Pernambuco começa a viver um momento em que o governo não apenas promete — entrega.
E isso, na política contemporânea, talvez seja o ativo mais valioso de todos.
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