Filho de Edson Dentista e de dona Rosângela, Edson Junior carregava não apenas o nome da família, mas também uma trajetória marcada por amizade, convivência e laços que atravessaram décadas. Sua partida repentina interrompe uma história construída com proximidade, afeto e presença.
Para este jornalista, a dor tem um peso ainda mais íntimo. Edson não era apenas uma figura conhecida. Era parte da vida. Afilhado de batizado dos meus pais, Girleide e Fernando Souto, ele cresceu junto, dividiu momentos, esteve presente nas fases mais simples e verdadeiras da vida. Tinha a mesma idade, 50 anos, e seguia até hoje participando dos grupos de amigos do colégio, dos encontros, das brincadeiras que resistiram ao tempo e mantiveram viva uma amizade de anos.A notícia da sua morte chegou como um choque. Inesperada, dura, difícil de aceitar. Daquelas que silenciam grupos inteiros, interrompem rotinas e deixam um vazio imediato.
Edson Junior era mais que um profissional do Direito. Era alguém que cultivava relações. Presente, acessível, amigo. Sua trajetória pessoal sempre esteve ligada à convivência com pessoas, à construção de vínculos e à manutenção de amizades que não se perderam com o tempo.
A cidade sente. Os amigos sentem. A família, profundamente atingida, enfrenta agora uma dor impossível de dimensionar.
Neste momento de luto, fica o registro de solidariedade ao seu pai, Edson Dentista, à sua mãe, dona Rosângela, à sua esposa Vivi, à sua filha, aos irmãos Márcio, Rubinho e Dierson, e a todos que fazem parte desse círculo de afeto que hoje sofre com essa perda irreparável.
Garanhuns perde um filho. Amigos perdem uma presença constante. E a vida perde alguém que, mesmo em silêncio agora, deixa lembranças que seguem vivas.
Há partidas que não se explicam. Apenas deixam saudade.
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