quarta-feira, 20 de maio de 2026

GESTÃO DE PROMOÇÃO DA IGUALDADE RACIAL E LGBTQIA+ PROMOVEM LETRAMENTO RACIAL E DE RESPEITO À DIVERSIDADE PARA AGENTES SOCIOEDUCATIVOS DA FUNASE

Agentes socioeducativos da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) participaram de uma formação sobre letramento racial e de respeito a diversidade, com foco em atendimento humanizado, direitos humanos e enfrentamento às desigualdades sociais. 
A ação foi promovida pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência (SJDH), por meio da Secretaria Executiva de Promoção da Equidade Social (SEPES), da Gestão de Promoção da Igualdade Racial e da Gestão de Promoção dos Direitos da População LGBTQIA+, em parceria com o Núcleo de Direitos Humanos da Funase, na quinta-feira (14), na Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), voltada para profissionais das unidades da Região Metropolitana do Recife.

A programação abordou temas como desigualdade social, práticas restaurativas, diversidade e desmistificação das questões de gênero, fortalecendo uma atuação mais inclusiva e respeitosa dentro do sistema socioeducativo. Essa foi a segunda edição do letramento, ministrada para novos alunos. A previsão é de que em Julho, ocorra outro letramento para novo grupo de agentes socioeducativos. 

A secretária de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência, Joanna Figueirêdo, destacou a importância da formação para fortalecer políticas públicas mais humanas e inclusivas. “Promover espaços de diálogo e formação é essencial para construir serviços públicos mais preparados, acolhedores e comprometidos com os direitos humanos e o respeito à diversidade”, afirmou.

Para Glauciene Farias, representante da Funase, a iniciativa fortalece o compromisso institucional com uma socioeducação mais justa. “O Núcleo de Direitos Humanos da Funase, juntamente com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Governo do Estado, está realizando um letramento racial e de gênero para os agentes socioeducativos da instituição. É um momento muito importante para difundir direitos humanos, práticas restaurativas e construir uma socioeducação mais humana, igualitária e justa”, ressaltou.

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