segunda-feira, 10 de agosto de 2026

GILSON MACHADO E GILSON FILHO DECLARAM APOIO A MENDONÇA FILHO PARA O SENADO E REFORÇAM DIREITA EM PERNAMBUCO

O apoio de Gilson Machado e Gilson Filho à candidatura de Mendonça Filho ao Senado amplia a articulação das forças políticas de direita em Pernambuco para as eleições de outubro. A movimentação ocorre em meio à reorganização do campo conservador no estado e fortalece a estratégia de construção de candidaturas alinhadas ao mesmo projeto político.

Ex-ministro do Turismo e candidato a deputado federal, Gilson Machado decidiu caminhar ao lado de Mendonça Filho na disputa pelo Senado. Ao lado dele, Gilson Filho, vereador e candidato a deputado estadual, também passa a integrar a composição, reforçando a presença da família no projeto eleitoral.

A união reúne três candidaturas em diferentes frentes da eleição: Mendonça Filho para o Senado, Gilson Machado para a Câmara dos Deputados e Gilson Filho para a Assembleia Legislativa de Pernambuco. A estratégia busca concentrar forças e ampliar a capacidade de mobilização da direita pernambucana durante a campanha.

Gilson Machado leva para a disputa a experiência acumulada como ministro do Turismo durante o governo Jair Bolsonaro, além da relação construída com setores políticos e empresariais de Pernambuco. Já Gilson Filho tem atuação marcada pelo posicionamento de oposição e pela fiscalização da gestão municipal, mantendo uma linha política alinhada ao campo conservador.

O movimento ganha peso após a saída de Gilson Machado e Gilson Filho do PL. Fora da legenda, pai e filho passam a atuar em uma nova configuração política, abrindo espaço para alianças próprias e para uma reorganização do grupo com vistas à eleição de outubro.

O apoio a Mendonça Filho também fortalece a tentativa de consolidar uma candidatura competitiva da direita para o Senado. Com duas vagas em disputa, a eleição promete ser uma das mais acirradas do calendário eleitoral pernambucano.

A entrada de Gilson Machado e Gilson Filho no projeto de Mendonça adiciona musculatura política à candidatura e pode provocar novos movimentos entre partidos e lideranças que ainda estão definindo seus posicionamentos para a disputa deste ano.

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