Miguel Coelho defende punição mais dura para condenados por feminicídio nos 20 anos da Lei Maria da Penha
Por Blog do Edney
No marco dos 20 anos da Lei Maria da Penha, o presidente estadual do União Brasil e candidato a deputado federal, Miguel Coelho, defendeu o endurecimento das punições para homens condenados por feminicídio e a ampliação das medidas de proteção às mulheres.
A manifestação ocorreu nesta sexta-feira (7), data que marca duas décadas da sanção da Lei nº 11.340/2006, criada para combater a violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Pernambuco, a data também integra a Semana Estadual de Conscientização sobre a Lei Maria da Penha.
Para Miguel Coelho, a legislação representou um avanço histórico, mas ainda existem desafios que exigem novas medidas para garantir maior proteção às mulheres e responsabilização dos agressores.
“A Lei Maria da Penha foi um marco na proteção das mulheres brasileiras, mas precisamos continuar avançando. O homem condenado por feminicídio precisa cumprir uma pena compatível com a gravidade do crime e também enfrentar consequências após cumprir a condenação”, afirmou.
Na avaliação do dirigente do União Brasil, o combate à violência contra a mulher não deve se limitar à punição após o crime. Para ele, é necessário fortalecer mecanismos de prevenção, proteção e acompanhamento das vítimas, além de ampliar a responsabilidade daqueles que praticam crimes contra mulheres.
A defesa de medidas mais rígidas para condenados por feminicídio coloca o tema da violência contra a mulher novamente no centro do debate político e legislativo. Miguel sustenta que a proteção prevista pela Lei Maria da Penha precisa continuar sendo aperfeiçoada diante da realidade enfrentada por milhares de mulheres brasileiras.
A Lei Maria da Penha se tornou uma das principais ferramentas legais de enfrentamento à violência doméstica no país e, ao completar duas décadas, volta ao centro das discussões sobre segurança, justiça e proteção às mulheres.
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