Nesta terça-feira, a candidata foi para a Avenida Agamenon Magalhães, no Recife, onde fez panfletagem nos sinais de trânsito. Entre carros e motocicletas parados, Raquel abordou motoristas e passageiros, entregou material de campanha e pediu apoio.
A movimentação chama atenção justamente pelo contato direto com o eleitor, em uma estratégia que busca transformar a campanha de eventos fechados em presença efetiva nas ruas.
E Raquel não pretende parar por aí. Nesta quarta-feira, às 8h, ela volta à Agamenon Magalhães para uma nova panfletagem, desta vez no sinal do Derby. A ideia é repetir a estratégia e ampliar a exposição junto ao eleitorado recifense.
Do outro lado da disputa, João Campos terá uma agenda concentrada no interior do Estado. Às 7h30, o candidato participa de uma sabatina remota na Rádio Grande Rio, de Petrolina.
À tarde, às 15h, João estará em Nazaré da Mata para um encontro com motociclistas. Já às 18h, segue para Vicência, também na Mata Norte, onde inaugura o Espaço 40.
A diferença de agendas revela também dois movimentos distintos nesta etapa da campanha: enquanto Raquel aposta no contato direto e espontâneo nas ruas da capital, João Campos amplia sua presença regional e busca fortalecer sua estrutura política no interior.
Com a campanha avançando, cada gesto começa a ganhar peso eleitoral. Panfletagem, caminhada, inauguração de comitê e presença em eventos deixaram de ser apenas compromissos de agenda e passaram a funcionar como demonstrações de força política.
Na Lupa: a disputa pelo Governo de Pernambuco entra definitivamente na fase do corpo a corpo. E, quando a eleição começa a ser decidida também no contato direto com o eleitor, estar nas ruas passa a ser tão importante quanto aparecer nas pesquisas.
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