A aprovação na Câmara encerra a etapa de análise política do nome de Pacheco pelo Congresso Nacional. Na terça-feira (1º), o Senado já havia dado o aval à indicação por 63 votos a 4.
Pacheco foi escolhido para preencher a vaga deixada por Bruno Dantas, que renunciou ao cargo de ministro do TCU. A indicação partiu do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e contou com apoio de parlamentares de diferentes correntes políticas, incluindo integrantes da base do governo e da oposição.
A chegada de Rodrigo Pacheco ao TCU representa também mais um capítulo de sua trajetória política em Brasília. Ex-presidente do Senado e uma das figuras de destaque do Congresso nos últimos anos, ele agora deixa o Legislativo para assumir uma função estratégica no órgão responsável pela fiscalização da aplicação dos recursos públicos federais.
Com a aprovação nas duas Casas, o nome de Pacheco segue agora para os procedimentos formais de nomeação e, posteriormente, para a posse como ministro do Tribunal de Contas da União.
A escolha reforça o peso político que o TCU exerce nos bastidores de Brasília, especialmente por sua atuação na fiscalização de grandes contratos, obras, programas e investimentos realizados com recursos da União.
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