A votação aconteceu no plenário da Casa José Soares de Melo e terminou com um resultado expressivo: oito votos contrários à aprovação e uma abstenção, sem nenhum voto favorável.
O placar foi repetido nas quatro prestações de contas analisadas pelos parlamentares, demonstrando uma posição unânime entre os oito vereadores que votaram pela rejeição.
Em relação às contas de 2014, votaram contra a aprovação os vereadores Adriano Honorato (Lubiano), José Douglas (Douglas França), Jean Carlos (Jean França), José Ailton (Zé Cabeleireiro), Manoel Alves (Manoel de Artur), Tisley Vicente Filho (Tisleyzinho), Libânia Miranda e José Francisco Curvelo (Jamelão).
A vereadora Maria Adriana (Ana Alves), após solicitar pedido de vistas, que foi negado, optou pela abstenção.
DECISÃO PODE TER REPERCUSSÃO NAS ELEIÇÕES DE 2028
O resultado ainda não é definitivo. Uma segunda votação está prevista para a próxima quinta-feira, dia 5 de novembro, quando os vereadores voltarão a apreciar as quatro prestações de contas.
Caso a rejeição seja confirmada e estejam presentes os requisitos previstos na legislação eleitoral, Ricardo Alves poderá enfrentar consequências importantes para seu futuro político, inclusive a possibilidade de ficar inelegível.
A eventual confirmação da decisão poderá comprometer os planos eleitorais do ex-prefeito para 2028 e até mesmo para 2032, dependendo do enquadramento jurídico e dos prazos legais aplicáveis.
O episódio coloca Ricardo Alves diante de um dos momentos mais delicados de sua trajetória política em Saloá. Agora, todas as atenções se voltam para a segunda votação, que poderá consolidar uma decisão com reflexos muito além dos corredores da Câmara Municipal.
Em Saloá, a política já começa a olhar para 2028, e o resultado dessa votação pode mudar o tabuleiro.
Informações: Blog Wellington Freitas. Texto reescrito para o Blog do Edney.
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