sexta-feira, 23 de março de 2012

'Fina Estampa' chega ao final com capítulo cheio de emoção nesta sexta-feira


O último capítulo de "Fina Estampa" vai ao ar na noite desta sexta-feira. As cenas finais prometem deixar o telespectador grudado em frente a televisão. O autor da trama, Aguinaldo Silva, já adiantou que o final deve ser cheio de emoção.
Uma tempestade vai atingir o bairro da Barra da Tijuca e também a formatura da turma de Antenor deve arrancar lágrimas com o discurso da paraninfa, Griselda, que vai falar sobre a ética.
Saiba como vai ser o fim dos principais personagens da trama.
Wallace Mu - após uma difícil luta ele consegue recuperar o cinturão de campeão de MMA. O lutador também tem um final feliz ao lado de Dagmar.
Guaracy - depois de tanta insistência ele consegue conquistar o coração de Griselda.
Tereza Cristina - o final da vilã fica em aberto. O telespectador não vai saber se ela morre ou não depois que a perua cai do barco de Pereirinha no mar.
Ferdinand - morre no motel assassinado por Tereza Cristina.
Danielle - a médica deixa Enzo no Brasil e decide ser parteira na África.
Esther - fica com Vitória e também com Paulo.
Crô - fica com a metade da fortuna de Tereza Cristina. Baltazar e Marilda passam a ser seus empregados. O namorado misterioso dele não vai ser revelado.

LUTO - Morre Chico Anysio aos 80 anos. Veja sua Trajetória...


Morreu nesta sexta-feira (23), aos 80 anos, o humorista Chico Anysio. Ele estava internado no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio. Ao longo de seus 65 anos de carreira, Chico Anysio criou mais de 200 personagens e foi um dos maiores humoristas do Brasil com destaque no rádio, na TV, no cinema e no teatro.

Anysio apresentou uma piora nas funções respiratória e renal na quarta-feira (21) e voltou a respirar com ajuda de aparelhos durante todo o dia. Ele estava no CTI do hospital carioca desde dezembro do ano passado por conta de um sangramento. O comediante chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação. Ele seguia em sessões de fisioterapia respiratória e motora diariamente, somadas a antibióticos.
Chico Anysio, aos 78 anos, posa em sua residência, em São Paulo, em junho de 2009 (Foto: Leonardo Wen/Folhapress )Chico Anysio posa em sua residência, em São Paulo, em junho de 2009 (Foto: Leonardo Wen/Folhapress )


O ator também já foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.

No final de 2010, ele foi levado ao mesmo hospital com falta de ar. Após uma obstrução da artéria coronariana ser encontrada, passou por uma angioplastia, procedimento para desobstrução de artérias. Após 110 dias, teve alta em março do ano passado.

Com fortes dores nas costas, o humorista foi novamente internado em novembro. Ficou no hospital durante cinco dias, para receber medicação intravenosa devido a problema antigo nas vértebras que provocava dor. No fim de novembro, teve febre e os médicos descobriram uma contaminação por fungos, tratada com antibióticos. No começo de dezembro, retornou ao hospital com infecção urinária e ficou internado por 22 dias. Um dia depois, voltou ao Hospital Samaritano.

Nos momentos mais críticos, quando esteve no hospital entre dezembro de 2010 e março de 2011, Chico necessitou da ajuda de aparelhos para respirar e se comunicava com médicos e familiares por meio de mímica. Durante o período pós-operatório, houve o diagnóstico de um tamponamento cardíaco, que acontece quando o sangue se acumula entre as membranas que envolvem o coração (pericárdio).

Durante o período de internação, que alternou momentos no CTI e em unidades intermediárias, Chico Anysio apresentou quadros de pneumonia e passou por sucessivas broncoscopias. As infecções foram tratadas com uso de antibióticos.
Antes, em agosto de 2010, o humorista precisou ser internado para a retirada de parte do intestino grosso após ser constatado um quadro de hemorragia no aparelho digestivo. Em maio de 2009, outra pneumonia o levou ao hospital.
O bordão mais famoso do Professor Raimundo era repetido por Chico Anysio no fim do programa: 'e o salário, ó' (Foto: CGCom/TV Globo)O personagem mais famoso de Anysio foi o Professor Raimundo (Foto: CGCom/TV Globo)
Rádio e TV
Foi no Rádio Guanabara, ainda nos anos 50, que os seus tipos cômicos começaram a surgir. Até o “talento para imitar vozes”, como o proprio Chico descreveria em seu site, evoluir para a televisão. A estreia aconteceu em 1957, na extinta TV Rio, no programa “Aí vem dona Isaura”. Foi lá que o Professor Raimundo teve sua primeira aparição no vídeo, como o tio da protagonista que vinha do Nordeste — até então o programa só havia sido veiculado pelo rádio.
“Até tinha uma coisa de sentar para criar, mas uns nasceram pela voz, outros pelo tipo, pela personalidade, pela caracterização. Sempre fiz questão de que eles fossem encontrados sem que eu estivesse presente. Que alguém dissesse: "'Na minha terra, tem um Pantaleão. No Rio tem muito Azambuja’”, explicou o humorista ao “Estado de S. Paulo”, em 2009.

Num tempo em que ainda não existiam contratos de exclusividade, Chico pôde fazer participações especiais em programas de outras emissoras e em chanchadas da Atlântida.
O “Chico Anysio Show”, seu primeiro programa de humor, foi lançado no início da década de 60. Foi ao ar pela TV Rio, depois pela Excelsior e em 1982 voltou a ser exibido pela Rede Globo — onde o humorista já trabalhava desde 1969.
A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)A cantora Elza Soares e Chico Anysio durante show em São Paulo em 1967 (Foto: Agência Estado)


Mas foi na Globo que teve seus programas humorísticos de maior sucesso e onde desenvolveu a maioria de seus personagens. Entre as atrações, destaque para “Chico city” (1973-1980), “Chico total” (1981 e 1996) e “Chico Anysio show” (1982-1990).

Alguns desses personagens quase que se misturam à história da televisão brasileira, como o ator canastrão Alberto Roberto, o pão-duro Gastão Franco, o coronel Pantaleão, o pai-de-santo Véio Zuza, o velhinho ranzinza Popó, o alcoólatra Tavares e sua mulher Biscoito (Zezé Macedo) e o revoltado Jovem.

Com o passar dos anos, novos tipos eram criados e incorporados ao programa: o funcionário da TV Globo Bozó, que tentava impressionar as mulheres por conta de sua condição; o mulherengo e bonachão Nazareno, sempre de olho nas serviçais; o político corrupto Justo Veríssimo; e o pai de santo baiano e preguiçoso Painho são alguns dos mais populares.

Apresentada como quadro em outros programas desde a década de 1980, a “Escolinha do Professor Raimundo” tornou-se uma atração independente em 1990. No ar até 2002, o humorístico lançou toda uma geração de comediantes. Entre os “alunos” revelados pelo “professor Chico” estão Claudia Rodrigues, Tom Cavalcante e Claudia Gimenez.

Chico também atuou em novelas e especiais da Globo, como “Pé na jaca” (2007), “Sinhá Moça” (2006), “Guerra e paz” (2008) e “A diarista” (2004). Chico Anysio também teve um quadro fixo no Fantástico por 17 anos (de 1974 a 1991), e supervisionou a criação no programa “Os Trapalhões” no início dos anos 90.
Chico Anysio (na cadeira de rodas) exibe o prêmio especial do júri junto com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga' (Foto: Alexandre Durão/G1)Chico exibe prêmio do Festival do Rio com a equipe do longa 'A hora e a vez de Augusto Matraga', em 2011 (Foto: Alexandre Durão/G1)



Cinema 
A incursão mais recente de Chico Anysio no cinema foi como dublador. É dele a voz do protagonista da animação “Up - Altas aventuras", animação do estúdio Pixar. Antes disso, o humorista fez uma participação especial no recordista de bilheteria “Se eu fosse você 2” (2008), de Daniel Filho. “Nos créditos finais fiz questão de colocar ‘senhor Francisco Anysio’. Ele é um astro, merece ser tratado com toda reverência”, explicou o diretor em entrevista aoG1 durante o lançamento do longa.

Em 1996, o humorista interpretou o personagem Zé Esteves, pai da personagem-título, em “Tieta”, de Cacá Diegues. O trabalho coincidiu com o aniversário de 25 anos da estréia de Chicono cinema, na pornochanchada "O doce esporte do sexo". Antes havia participado de comédias como "Mulheres à vista" e "Cacareco vem aí".

Em 2011, em sua última aparição pública, recebeu o prêmio especial do Júri do Festival do Rio pelo seu desempenho no longa “A hora e a vez de Augusto Matraga”, do diretor Vinícius Coimbra.
"O filme é importantíssimo, a obra é linda. Vinícius realizou algo quase inacreditável. É um filme que, tenho certeza, Sergio Leone assinaria com alegria", destacou o bem humorado Chico, que fez questão de receber o Troféu Redentor pessoalmente, mesmo de cadeira de rodas.
Literatura e artes plásticas
Além de se dedicar ao humor, Chico também foi artista plástico. Apaixonado pela pintura, retratou paisagens ao redor do mundo a partir de fotografias que tirava dos países que visitava. Realizou exposições de seus quadros em diversas galerias do Brasil e chegou a afirmar que gostaria de ter dedicado mais tempo à atividade.
“Porque teria tido mais tempo para aprender, para melhorar. Teria mais tempo para me tornar conhecido e aceito, para vender meus quadros por um preço melhor. Cheguei a admitir que a pintura seria meu emprego da velhice, mas não vai ser, porque ninguém está comprando nada de obra de arte, e pintar para guardar é terrível”, disse em entrevista à “Folha de S. Paulo”, em 2007. Foi autor de 21 livros, tendo publicado vários best-sellers na década de 70, como "O Batizado da vaca", "O telefone amarelo" e "O enterro do anão". Sua última publicação foi “O canalha”, lançada em 2000.
“É a história do cara que participou de todos os governos, desde Eurico Gaspar Dutra até o primeiro mandato de Fernando Henrique. Foi ele o responsável por todas as canalhices que ocorreram de lá para cá, como dar um revólver de presente a Getúlio Vargas”, explicaria o escritor Chico Anysio em entrevista à revista “Época”, no mesmo ano.
Outra de suas obras de destaque na literatura é o bem humorado manual “Como segurar seu casamento”, também de 2000. Na época, advertiu os leitores: “Não dou conselhos, transmito os erros que cometi e foram cometidos em cinco casamentos. Conviver é a arte de conceder. Essa troca de concessões gera a convivência harmônica”, comentou.
Chico Anysio em 2009, depois de conceder entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro (Foto: Aline Massuca/AE)Chico Anysio em 2009, depois de entrevista em seu apartamento na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio (Foto: Aline Massuca/AE)

Carreira esportiva
Caçula de oito irmãos, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho nasceu no dia 12 de abril de 1931, no município de Maranguape, no Ceará. A cidade constantemente era citada de forma saudosa pelo humorista – seu personagem mais popular, o Professor Raymundo, era de lá.
“Maranguape, cidade de que tanto falo, representa uma grande saudade. Foi um pequeno paraíso, o Éden da minha infância durante gloriosos anos. Foi lá que aprendi a ler sozinho”, escreveu o humorista em seu site oficial.

Aos 7 anos mudou-se para o Rio de Janeiro, após a falência da empresa de ônibus da família. Morador do Catete, contrariou a vontade do pai e do irmão mais velho — botafoguenses convictos — e se tornou vascaíno. Sonhava em ser jogador de futebol.

Mas a carreira esportiva logo foi esquecida, quando Chico passou em testes para ser locutor e ator da Rádio Guanabara. Ele ficou em segundo lugar, perdendo apenas para Silvio Santos.
Nos anos 50, também trabalhou nas rádios Mayrink Veiga, Clube de Pernambuco e Clube do Brasil. Foi na primeira que criou o programa que se tornaria um de seus maiores sucessos, "Escolinha do Professor Raymundo", inicialmente composta por três alunos: Afrânio Rodrigues (o que sabia tudo), João Fernandes (o que não sabia nada) e Zé Trindade (o que embromava o professor).

Apesar da tentativa de se tornar um galã de radionovelas, sua veia humorística se destacava desde o início. “A rádio Guanabara descobriu meu jeito para imitar vozes. Neste dia perdi minha chance de ser um Tarcísio Meira”, contou o comediante em seu site. Foi assim que começou a compor os mais de 70 tipos cômicos que marcariam sua carreira.
O humorista cercado pelos filhos, Nizo Neto (esquerda) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD Chico Especial, em 2007 (Foto: TV Globo)Chico sorri com os filhos Nizo Neto (esq.) e Bruno Mazzeo, no lançamento do DVD 'Chico Especial', em 2007 (Foto: TV Globo)
Casamentos e filhos
O primeiro de seus casamentos foi aos 22 anos, com a atriz Nancy Wanderley. Depois foi a vez de Rose Rondelli. Sobre a união com a cantora e ex-frenética Regina Chaves, dizia mal se lembrar. Já com Alcione Mazzeo, rompeu a relação por conta de um ensaio nu. Mas foi seu matrimônio com a ex-ministra da Economia do governo Collor, Zélia Cardoso de Mello — com quem teve dois filhos — que provocou mais polêmica. "Passou a ser uma pessoa de meu desagrado total. Fui um biombo para ela”, disse Chico à revista “Isto É”, em outubro de 2000.

Antes, porém, teve seis filhos, entre eles os atores Lug de Paula (famoso por interpretar o Seu Boneco, da “Escolinha do Professor Raimundo”), Nizo Neto (o Seu Ptolomeu, do mesmo programa, também dublador) Bruno Mazzeo (ator e roteirista). Chico também era tio do ator Marcos Palmeira, filho do cineasta Zelito Vianna, irmão do humorista; e da atriz Maria Maya, filha de Cininha de Paula, sobrinha do humorista.

Em novembro de 2009 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural, a mais alta comenda do governo brasileiro na área. Da vida, dizia levar apenas um arrependimento: “Me arrependo enormemente de ter fumado durante 40 anos.”

AGORA - Morre Chico Anysio

Morreu agora o humorista Chico Anysio.
Detalhes em Instantes!

Um fumante morre a cada seis segundos, diz relatório


Um bilhão de pessoas devem morrer por uso e exposição ao fumo até o final deste século. O número é equivalente a uma morte a cada seis segundos. A previsão consta de relatório da Fundação Mundial do Pulmão e da Sociedade Americana do Câncer divulgado nesta quinta-feira.
Na última década, as mortes pelo uso de tabaco triplicaram, chegando a 50 milhões. Somente em 2011, 6 milhões de pessoas morreram, sendo 80% delas em países pobres e em desenvolvimento. De acordo com a fundação, o cigarro e outros derivados de tabaco são responsáveis por 15% das mortes de homens em todo o mundo e 7% entre as mulheres.
As projeções se baseiam no fato de que estudos indicam que o organismo de quem fuma continuadamente fica mais propenso a desenvolver doenças como câncer, ataques cardíacos, diabetes, doenças respiratórias crônicas, dentre outras.
A China é o país onde há mais vítimas do fumo. A cada ano, 1,2 milhão de pessoas morrem em decorrência do uso do tabaco. Esse número deve saltar para 3,5 milhões até 2030, segundo as entidades, que elaboram um atlas com dados sobre os efeitos do tabaco desde 2002.
Conforme o relatório, a indústria do tabaco tem trabalhado em todas as partes do mundo para postergar ou abolir a adoção de medidas contra o hábito de fumar, como propagandas de advertência, leis de restrição ao consumo e introduzindo no mercado produtos ditos de baixo teor. Nos últimos dez anos, 43 trilhões de cigarros foram consumidos e a produção cresceu 16,5% no mesmo período.
No último dia 13, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação e venda de cigarros com sabor no país, entre eles, os mentolados e de cravo. Os produtos sairão das prateleiras dentro de dois anos. Para a agência reguladora e entidades de combate ao tabagismo, os cigarros com sabor são usados pela indústria para atrair jovens e adolescentes. Os fabricantes rebatem a crítica e alegam que a proibição vai aumentar o comércio ilegal desses produtos no Brasil.
Com informações da Agência Brasil

Itaquitinga absorve ideia do presídio de segurança máxima


A rotina da pequena Itaquitinga, na Nona da Mata Norte, tende a mudar nos próximos quando for entregue a primeira etapa do Centro Integrado de Ressocialização de Itaquitinga – CIR. Construído numa área de 98 hectares, a 10 km do centro, ao custo de R$ 287 milhões, dos quais R$ 230 milhões financiados pelo Banco do Nordeste do Brasil – BNB – o presídio de segurança máxima terá capacidade para receber 3.126 detentos e será composto de duas unidades.


Uma para regime semiaberto, com 600 internos cada, e três unidades para regime fechado, com 642 internos cada, além de uma Administração Geral e uma Portaria Principal. A construção do Complexo vai possibilitar a desativação das duas penitenciárias existentes hoje na Ilha de Itamaracá, a PAI (Penitenciária Agroindustrial São João) e a Professor Barreto Campelo.

As duas unidades apresentam um déficit de 869 vagas. Apenas o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HCTP) não serão transferidos para Itaquitinga. A ideia de sediar um presídio, inicialmente, não foi bem assimilada pela população, mas o prefeito Giovani Oliveira (PMN) acabou fazendo uma campanha e convencendo os diversos segmentos da sociedade que traria dividendos econômicos para o município.


Na construção, estão sendo gerados cerca de dois mil empregos diretos, 77,8% do número de empregos do município, com aproveitamento da mão de obra local. Quando estiver em funcionamento, mais de mil empregos serão gerados, incremento de 38,9% no número de pessoas ocupadas formalmente no município.



Itaquitinga era distrito de Goiana e, inicialmente, denominado Areias, sendo, por isso, chamado Areias de Goiana. O nome foi mudado para Itaquitinga a 31 de dezembro de 1943, através de decreto-lei estadual. Itaquitinga tornou-se município autônomo a 20 de dezembro de 1963, sendo instalado a 23 de maio de 1964.
As principais atividades econômicas são agricultura e comércio. Os principais produtos agrícolas são batata doce, coco, cana de açúcar, feijão, banana, mamão e abacaxi.
O artesanato em barro ocupa grande parte da população. Utensílios domésticos como panelas e tigelas, santos e personagens do imaginário popular nordestino são as peças mais produzidas. A influência indígena é notável. Falei na Câmara de Vereadores para estudantes do curso municipal de Jovens e Adultos e do curso Itaquitinga do futuro, da escola Serafim Pessoa de Melo.



Além de estudantes, a plateia foi formada por políticos, como o presidente da Câmara, Roque João dos Santos (PPS), e o vereador Levi Cavalcanti (PTB), além do vice-prefeito Ivanildo Pereira. Também presentes a diretora de ensino da Secretaria de Educação de Itaquitinga, Maria Magdala; o diretor da Secretaria de Esportes, Iraktan Mendes; e os radialistas Djalma Brito e Josivaldo César, da Itaquitinga FM.

Mais da metade dos brasileiros pertencem à classe C, diz estudo


Uma análise feita pela empresa do grupo BNP Paribas, Cetelem, em conjunto com o Instituto Ipsos, mostra que a classe C representa 54% do total dos brasileiros. As entrevistas foram realizadas em dezembro de 2011 com 1.500 pessoas em 70 cidades. Em 2010, o segmento social correspondia a 53% da população.
Segundo a pesquisa intitulada "O Observador do Brasil 2011", 2,7 milhões passaram da classe D e E para a C, que já soma 103 milhões de brasileiros. Os grupos com menos bens (DE) representam 24% da população, ou seja, 45,2 milhões de pessoas.
O diretor-presidente da Cetelem, Marcos Etchegoyen, associa o novo fato à consolidação da mobilidade social percebida ao longo dos últimos anos, como os 63,7 milhões de brasileiros que aumentaram o padrão de vida em sete anos. Etchegoyen lembra que o número corresponde à população total da Itália.
O estudo, que não leva em consideração a renda, aponta a classe C como o segmento que mais ajudou no aumento. Pautada no conceito empregado pelo Critério de Classificação Econômica Brasil (CCEB), da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa (Abep), a análise se baseia, por exemplo, na quantidade de cômodos residenciais, posse de automóveis e nível educacional do chefe da família.
Em termos de renda, o segmento C também foi o que registrou maior crescimento no ano passado: de 8%, passando para R$ 1.450. Também com alta, seguiram as classes AB (de R$ 2.893 em 2010 para R$ 2.907 em 2011) e DE (de R$ 809 para R$ 792).
O vice-presidente da empresa, Miltonleise Filho, o aumento em todas as classes mostra cautela com despesas em razão da crise econômica, agravada no segundo semestre de 2011. No período estudado, foi verificada também uma queda na intenção do consumidor em comprar, por exemplo, um automóvel (de 18% para 15%).
Pode ser percebido que o otimismo do brasileiro ainda se destaca diante do resto do mundo: entre 13 países, a situação do Brasil foi a que teve nota média mais alta, 6,3. Logo abaixo, aparece a Alemanha, com 6,2.

MEC fecha universidade por irregularidade em São Paulo


A Universidade São Marcos, em São Paulo, foi descredenciada pelo Ministério da Educação (MEC) depois que foram verificadas irregularidades na oferta de cursos na instituição.
Os cerca de dois mil estudantes devem ser transferidos para outras universidades. A instituição tem 90 dias para entregar toda a documentação acadêmica deles e providenciar a mudança.
*As informações são da Agência Brasil.

Chico Anysio passa por punção torácica, diz boletim médico


O humorista Chico Anysio, de 80 anos, passou por uma punção torácica esquerda com drenagem de grande hematoma pleural nesta quinta-feira (23), de acordo com o boletim médico do Hospital Samaritano, no Rio, onde ele está internado.
Segundo o boletim divulgado na noite desta quinta, o estado de saúde do humorista é crítico. Ele está sedado, respira com a ajuda de aparelhos e segue sem previsão de alta.

Chico também permanece com instabilidade hemodinâmica e recebe altas doses de medicação para controlar a pressão arterial, além de ventilação artificial, segundo o boletim.
Na noite desta quarta (21), ele foi submetido a uma sessão de hemodiálise. Chico Anysio também usa alta dose de medicamento para controlar a pressão arterial.
Atendido no CTI do hospital carioca desde o dia 22 de dezembro por conta de um sangramento, Chico Anysio chegou a ter o problema controlado, mas apresentou uma infecção pulmonar e retornou à internação.
O ator também já foi submetido a uma laparotomia exploradora, procedimento cirúrgico que serve para revelar um diagnóstico. Essa cirurgia fez com que Chico Anysio tivesse um segmento de seu intestino delgado retirado.